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R7: Banda The Pretty Reckless atrai multidão adolescente para show pesado e com musa teen no vocal
Taylor Momsen, ex-Gossip Girl, fez a alegria de quem estava no Espaço das Américas
É pop? Sim. Música perfeita para adolescentes que querem ser rebeldes e se libertar da influência dos pais? Sem dúvida. Mas também é rock para radical nenhum botar defeito, que passeia por várias vertentes, cheio de influências de bandas clássicas e com músicos competentíssimos. Parece contraditório, mas não existe melhor forma de classificar a banda americana The Pretty Reckless, que fez uma apresentação muito interessante na noite de sexta-feira (10) em São Paulo.Foi curioso ver um show de rock pesado ter um público que mais parecia o dos Backstreet Boys ou de Britney Spears. Quase todas as pessoas que estiveram no Espaço das Américas, na zona oeste da capital paulista, eram meninas com bem menos de 30 anos e fanáticas pela cantora Taylor Momsen, ex-atriz da série Gossip Girl. Vestidas como ela, no estilo gótica suave, as garotas dançavam e gritavam a letra das músicas com uma empolgação que só os jovens têm. Algumas até fizeram topless para chamar a atenção da cantora, mas foram reprimidas pela segurança.
Em cima do palco, porém, não havia nada parecido com as coreografias e os momentos fofos, meio bregas, que se vê nos palcos das boybands. Taylor, Ben Phillips (guitarra e voz), Mark Damon (baixo) e Jamie Perkins (bateria) mostraram que são uma banda de rock de verdade. Atitude, performances, som alto, virtuosismo, figurino.... Tudo estava nos conformes. Até a chata tradição do solo de bateria esteve ali, com o agravante de ter sido feito durante o bis, o que esfriou o show no final.
E o som do The Pretty Reckless? Bom, dá para dizer que eles montam um quebra-cabeças gigante com pedacinhos de tudo o que existe no rock and roll. Nas 16 músicas tocadas durante o show, com pouco menos de 2h de duração, é possível ouvir referências de Metallica anos 90, classic rock, hard rock, heavy metal, grunge (a ótima Hangman, por exemplo, é MUITO inspirada em Alice in Chains) e até blues.
O repertório do show foi bem equilibrado entre os três CDs da carreira do grupo, incluindo o mais recente Who You Selling For (2016). O curioso foi que o público curtiu mais as canções do primeiro disco Light Me Up (2010), que nunca foram tocadas no rádio ou na MTV do Brasil. Surpreendente? Não, tempos de internet, em que a música do mundo está disponível com três cliques. E sorte de quem aproveitou isso para conhecer um som legal como o The Pretty Reckless: se for para depender da mídia, todo mundo só vai ouvir de "meu pai te ama" para baixo.
SETLIST
Follow Me Down
Since You're Gone
Oh My God
Hangman
Make Me Wanna Die
My Medicine
Prisoner
Sweet Things
Who You Selling For
Just Tonight
Zombie
Living in the Storm
Heaven Knows
Going to Hell
Take Me Down
BIS
Fucked Up World, com solo de bateria
Fonte:R7
Taylor Momsen: Mesmo doente,cantora segue com os shows no Brasil!
Após o show em Curitiba (07/03) ter sido adiado para domingo (12/03), devido à saúde da cantora, ela confirma que fará os respectivos shows independente de seu estado.
"Eu posso estar doente, mas isso não vai nos impedir de detonarmos no Rio de Janeiro", citou Momsen em sua rede social.
Apesar do motivo não ter sido explanado pela banda, é provável que o problema de Taylor seja laringite.
Embora a produção da banda tenha ameaçado não ter Meet & Greet, em decorrência de problemas ocorridos em 2012, RJ e Curitiba está confirmado.
Fonte
"Eu posso estar doente, mas isso não vai nos impedir de detonarmos no Rio de Janeiro", citou Momsen em sua rede social.
Apesar do motivo não ter sido explanado pela banda, é provável que o problema de Taylor seja laringite.
Embora a produção da banda tenha ameaçado não ter Meet & Greet, em decorrência de problemas ocorridos em 2012, RJ e Curitiba está confirmado.
Fonte
Cristina Scabbia e Taylor Momsen irão destilar talento em BH nesta semana!
No Dia Internacional da Mulher, comemorado nesta quarta-feira (8), Belo Horizonte terá o privilégio e a honra de receber uma das divas que ajudou a consolidar o rock e o metal a nível mundial. Cristina Scabbia será a mestra de cerimônias da banda italiana de gothic metal Lacuna Coil, no Music Hall, em uma noite que tende a ser épica para os fãs do estilo. Mas a semana dos apreciadores de grupos de vocal feminino ainda reservará outro momento marcante. No sábado (11), será a vez dos norte-americanos do Pretty Reckless, que tem Taylor Momsen na linha de frente, fazer a festa de seus aficionados na Serraria Souza Pinto. Uma dobradinha de respeito, diga-se de passagem.
Cristina e Taylor são alguns dos exemplos do que significa ser mulher no mundo do rock e do metal na atualidade. Talentosas, donas de timbres únicos e personificações da luta das artistas que buscam um lugar ao sol e que mereciam maior atenção por grande parte da imprensa e do público – que recorre muitas vezes à mídia especializada, redes sociais e canais de vídeos na internet para pesquisar sobre bandas de rock com mulheres e se deleitar com som de primeira.
A italiana, aliás, sempre salientou o papel da mulher na música em geral e diz que o mais importante é chamar a atenção por sua obra, o que não a impede de mostrar sua beleza física.
“Não acho que uma mulher deva ter medo de exibir sua feminilidade. Eu sou uma mulher e não deveria ter que me esconder em roupas masculinas. Boa fotografia e boa imagem são expressões artísticas. Então eu acho que se você pode combinar isso com boa música tocada corretamente e o fato de se poder cantar, não será apenas uma garota quente numa capa. Será algo perfeito”, afirmou Cristina, anos atrás, ao site HeavyMetal,about.
Já Taylor não quer ficar presa à imagem construída como atriz, sobretudo pelo papel desempenhado no seriado Gossip Girl. “Eu estou feliz só no rock. Já é um trabalho que toma todo o meu tempo e toda a minha cabeça”, afirmou ao G1, ressaltando ainda que pousar nua em alguns clipes de sua banda faz parte da arte que buscava criar. “É apenas uma das cenas, não é a ideia toda. Não estou interessada em sites de celebridades”.
Enquanto o Lacuna Coil segue em turnê de promoção do disco “Delirium”, de 2016, o Pretty Reckles continua a divulgação do álbum “Who You Selling For”, também do ano passado. Então, fãs de BH, não percam a chance de reverenciar essas duas grandes mulheres e ícones do rock/metal internacional e que batalham muito para inspirar tantas pessoas por meio daquilo que mais importa para elas: a música.
SHOWS:
LACUNA COIL
Data: 8/3
Local: Music Hall
Horário: 21h
Preços: a partir de R$ 150 (inteira)
Pontos de venda
Túnel do Rock
Rua Rio de Janeiro, 839 - Centro - Te: (31) 2555.3103
*pagamento somente no dinheiro*
Cogumelo Records
Av. Augusto de Lima, 555 - Lj 29 - Centro - Tel: (31) 3224.0493
*pagamento somente no dinheiro*
on line pela Sympla:
https://www.sympla.com.br/lacuna-coil__106986
TicketBrasil:
https://ticketbrasil.com.br/show/4719-lacunacoil-belohorizonte-mg/
THE PRETTY RECKLESS
Data: 11/3
Local: Serraria Souza Pinto
Abertura dos portões: 20h00 | Horário do Show: 22h00
Preços: a partir de R$ 180 (inteira)
Pontos de venda
Shopping Cidade (piso GG)
(sem cobrança de taxa de conveniência)
Segunda à sábado: 10h às 22h
Itaú Power Shopping (2º piso)
Segunda à sábado: 12h às 22h
FNAC do BH Shopping (Piso Mariana)
Diariamente: 10h às 22h
https://goo.gl/bMR3h3
Fonte
ESCRITA POR:THIAGO PRATA
@OTEMPO
Capricho: Taylor Momsen conta o que esperar de seus shows no Brasil
A vocalista do The Pretty Reckless falou sobre as expectativas dos shows no país e também sobre seu estilo
CH: Vocês já estiveram no Brasil em 2012. Que memórias você tem do país?
TAYLOR MOMSEN: Nós passamos um tempo muito, muito legal no Brasil. Os fãs são incríveis e loucos, no melhor sentido da palavra. Estamos muito ansiosos em poder voltar.
CH: Os fãs brasileiros te marcaram de alguma forma?
TAYLOR: Claro! Eu me lembro que eles cantavam todas as palavras de todas as músicas nos nossos shows. Isso me impressionou. A energia dos fãs brasileiros é algo memorável.
CH: Você já tem planos para seu tempo livre no Brasil?
TAYLOR: Infelizmente não terei nenhum tempo livre. Quando estamos em turnê, só podemos tocar e logo em seguida voar. Tocar e voar, é tudo o que fazemos. (risos) Espero poder ir algum dia ao Brasil com mais tempo para me divertir.
CH: Falando sobre suas músicas, o que te inspira na hora de compor uma canção?
TAYLOR: O dia a dia e a própria vida são ótimas inspirações. Tudo pode servir de inspiração, na verdade. Quando você termina uma canção e ela é boa, não existe sensação melhor.
CH: Seu novo álbum, Who You Selling For, é mais sombrio que o disco anterior. Por quê?
TAYLOR: Eu vejo o mundo como um lugar sombrio agora. Nossas experiências pessoais e nossas vidas se refletem na música. O mundo é um lugar obscuro e feio, então eu tento mostrar isso.
CH: Seu estilo é muito incrível. O que mais te inspira na hora de se vestir?
TAYLOR: Eu visto o que tenho vontade no dia, não me guio pelas tendências. Acredito que a música e a moda andam juntas, porque as duas são formas de se expressar. Sendo bem honesta, meu humor me conduz para escolher as peças pela manhã.
CH: Com que peça do seu guarda-roupa você não consegue viver sem?
Taylor: Minha jaqueta de couro, com certeza.
The Pretty Reckless, banda de Taylor Momsen, vem ao Brasil pela segunda vez nesta semana. A eterna Jenny, de Gossip Girl, conversou com a CAPRICHO sobre suas expectativas para os shows no país e sobre os fãs brasileiros. Quer ver?
CH: Vocês já estiveram no Brasil em 2012. Que memórias você tem do país?
TAYLOR MOMSEN: Nós passamos um tempo muito, muito legal no Brasil. Os fãs são incríveis e loucos, no melhor sentido da palavra. Estamos muito ansiosos em poder voltar.
CH: Os fãs brasileiros te marcaram de alguma forma?
TAYLOR: Claro! Eu me lembro que eles cantavam todas as palavras de todas as músicas nos nossos shows. Isso me impressionou. A energia dos fãs brasileiros é algo memorável.
CH: Você já tem planos para seu tempo livre no Brasil?
TAYLOR: Infelizmente não terei nenhum tempo livre. Quando estamos em turnê, só podemos tocar e logo em seguida voar. Tocar e voar, é tudo o que fazemos. (risos) Espero poder ir algum dia ao Brasil com mais tempo para me divertir.
CH: Falando sobre suas músicas, o que te inspira na hora de compor uma canção?
TAYLOR: O dia a dia e a própria vida são ótimas inspirações. Tudo pode servir de inspiração, na verdade. Quando você termina uma canção e ela é boa, não existe sensação melhor.
CH: Seu novo álbum, Who You Selling For, é mais sombrio que o disco anterior. Por quê?
TAYLOR: Eu vejo o mundo como um lugar sombrio agora. Nossas experiências pessoais e nossas vidas se refletem na música. O mundo é um lugar obscuro e feio, então eu tento mostrar isso.
CH: Seu estilo é muito incrível. O que mais te inspira na hora de se vestir?
TAYLOR: Eu visto o que tenho vontade no dia, não me guio pelas tendências. Acredito que a música e a moda andam juntas, porque as duas são formas de se expressar. Sendo bem honesta, meu humor me conduz para escolher as peças pela manhã.
CH: Com que peça do seu guarda-roupa você não consegue viver sem?
Taylor: Minha jaqueta de couro, com certeza.
Taylor Momsen: "Mal posso esperar para saber o que os fãs brasileiros irão aprontar"
Em entrevista ao site PopLine, Taylor conta sobre o mais novo trabalho da banda o álbum Who You Selling For e a expectativa com a vinda da The Pretty Reckless ao Brasil, confira:
Eles estão com malas prontas para trazer a turnê do álbum “Who You Selling For” ao Brasil. Taylor Momsen, Ben Phillips, Mark Damon e Jamie Perkings desembarcam no país no início de março para quatro shows, mas antes de levar o rock para Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, conversamos com Taylor para falar sobre o atual álbum de estúdio e o relacionamento com os fãs brasileiros.
POPline: Como foi o processo criativo do “Who You Selling For?” Houve alguma diferença para os álbuns anteriores?
Taylor: Foi nada menos que excepcional. Nós tínhamos novos objetivos de tentar nos expressar mais claramente e capturar as pessoas por trás da música nas canções, entende? Nós realmente nos deixamos levar e mantemos a honestidade. Não houve nada forçado.
Muitos fãs acreditam que o novo álbum é uma sequência de “Going to Hell”. É verdade?
Todas as músicas que fazemos podem ser vistas desta forma porque elas estão em contatante progressão. Mas não foi uma “continuação” pensada, com intenção que ela ocorresse.
Com “Light Me Up” e “Going To Hell” vocês conquistaram muito como uma banda nova, em termo de paradas musicais e vendas. O que você espera para este novo álbum e os próximos singles?
A verdade é que nunca esperamos nada. Apenas tentamos fazer música que eu goste de tocar que seja ouvida por anos e anos. Este é o objetivo principal, escrever músicas e fazê-las durar. Sendo um hit ou não, se ela tem poder de durar as pessoas vão eventualmente continuar as ouvindo.
“Oh My God” é o atual single e tem muito mais hardcore que “Take Me Down”. Como vocês normalmente escolhem as músicas a serem trabalhadas?
Isso é um lado mais dos negócios. A gente apenas se certifica que cada música que nós façamos, nós amemos elas no caso de uma delas ser escolhida. Queremos ter o prazer de tocá-la e ouvi-la.
“Oh My God” também ganhou videoclipe, o que é bem “cru”, vamos dizer assim. Conta pra gente sobre ele e como você se sente em fazer videoclipes após ter iniciado a carreira de atriz?
Os vídeos são coisas completamente diferentes e eu comecei a tentar a vê-los mais como música. Com “Oh My God” é apenas sobre apresentar a música como ela deve ser apresentada. Se você tivesse apenas uma única chance de tocá-la, entende? Então fomos com tudo!
Como mencionamos antes, muitos acreditam que vocês foram alçados de forma muito rápida. Como vocês enxergam essa jornada e o rock and roll atual?
Não sinto que tenha sido tão rápido assim para a gente. A gente viajou muito, muito mesmo e finalmente as coisas começaram a dar certo. É um mundo difícil, fazer música e viver dela é muito duro e fazer a música que você quer fazer é mais difícil ainda. Vejo tantas bandas se conformarem perante a indústria, deveria ser o caminho contrário.
A atual situação política dos Estados Unidos influenciou vocês de alguma forma?
Minha mente compositora entrou em hiperatividade quando tudo isso começou, posso te dizer. Como não poderia escrever sobre tudo isso? Acho que a melhor ferramenta de um artista é incorporar a mudança na sua arte. E eu tenho total intenção de usar esta ferramenta.
Vocês estão vindo para o Brasil com a nova turnê. O que podemos esperar?
Temos material de mais de três discos agora para montar essa setlist então agora o show é praticamente uma jornada de ida e vinda da nossa carreira musical. Os shows são mais longos e isso nos oferece uma oportunidade maior de nos conectar com cada pessoa na plateia. Estamos muito ansiosos!
E vocês sabem que os fãs brasileiros são conhecidos por um carinho extra com seus ídolos. Vocês estiveram aqui antes, o que esperam dos fãs agora?
Os fãs brasileiros são totalmente incríveis. Da última vez eles fizeram muito mais barulho que o sistema de som então eu realmente não tenho ideia do que esperar dessa vez. Mas mal posso ver o que eles estão preparando para nós!
7 de março – Curitiba
Local: Teatro Positivo, 21h
Ingressos: Disk Ingressos
Setor Azul (Lote 1 / inteira) – R$ 240,00
Setor Azul (Lote 1 / meia-entrada) – R$ 120,00
Setor Laranja (Lote 1 / inteira) – R$ 280,00
Setor Laranja (Lote 1 / meia-entrada) – R$ 140,00
Setor Verde (Lote 1 / inteira) – R$ 380,00
Setor Verde (Lote 1 / meia-entrada) – R$ 190,00
Setor Amarelo (Lote 1 / inteira) – R$ 480,00
Setor Amarelo (Lote 1 / meia-entrada) – R$ 240,00
Setor Rosa (Lote 1 / inteira) – R$ 600,00
Setor Rosa (Lote 1 / meia-entrada) – R$ 300,00
9 de março – Rio de Janeiro
Local: Vivo Rio, 21h30
Ingressos: Live Pass
Budzone (inteira) – R$ 280,00
Budzone (meia-entrada) – R$ 140,00
Pista (inteira) – R$ 190,00
Pista (meia-entrada) – R$ 95,00
Frisas (inteira) – R$ 220,00
Frisas (meia-entrada) – R$ 110,00
Balcão (inteira) – R$ 190,00
Balcão (meia-entrada) – R$ 95,00
Camarote A (inteira) – R$ 320,00
Camarote A (meia-entrada) – R$ 160,00
Camarote B (inteira) – R$ 280,00
Camarote B (meia-entrada) – R$ 140,00
Camarote C (inteira) – R$ 240,00
Camarote C (meia-entrada) – R$ 120,00
10 de março – São Paulo
Local: Espaço das Américas, 22h30
Ingressos: Live Pass
Budzone (Lote 1 / inteira) – R$ 320,00
Budzone (Lote 1 / meia-entrada) – R$ 160,00
Budzone (Lote 2 / inteira) – R$ 340,00
Budzone (Lote 2 / meia-entrada) – R$ 170,00
Pista (Lote 1 / inteira) – R$ 160,00
Pista (Lote 1 / meia-entrada) – R$ 80,00
Mezanino (Lote 1 / inteira) – R$ 340,00
Mezanino (Lote 1 / meia-entrada) – R$ 170,00
11 de março – Porto Alegre
Local: Serraria Souza Pinto, 22h
Ingressos: Live Pass
Budzone (Lote 1 / inteira) – R$ 220,00
Budzone (Lote 1 / meia-entrada) – R$ 110,00
Budzone (Lote 2 / inteira) – R$ 260,00
Budzone (Lote 2 / meia-entrada) – R$ 130,00
Pista (Lote 1 / inteira) – R$ 180,00
Pista (Lote 1 / meia-entrada) – R$ 90,00
Taylor Momsen,de estrela infantil a musa Hard Rock!
A ex-atriz de "O Grinch" e "Gossip Girl",apresentou em Apollo o terceiro álbum de sua banda The Pretty Reckless.
Taylor Momsen era uma atriz americana convincente, mas ela não estava convencida. Depois de se revelar a si mesmo e ao mundo como a menina de 'The Grinch',ela tornou-se uma estrela de TV graças a 'Gossip Girl' pelo estilo de moda de boa menina mas progressivamente mais pesado e problemático. No auge da série, Momsen decidiu formar um grupo de hard rock,The Pretty Reckless, que a partir de então se tornou sua prioridade.. Ela deixou 'Gossip Girl' após a quarta temporada,essa foi a última coisa que ela fez como atriz. O cinema e a televisão perderam uma grande artista,mas o hard rock ganhou uma musa.
Fonte
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| PHOTO BY FERRAN SENDRA |
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Assista a performance de The Pretty Reckless no Jonesy's Jukebox
THE PRETTY RECKLESS participou de uma entrevista e fez uma performance acústica na edição de 5 de dezembro do programa de rádio do guitarrista Steve Jones do SEX PISTOLS, "Jonesy's Jukebox". Agora você pode ver os vídeo de sua apresentação abaixo.
THE PRETTY RECKLESS recentemente quebrou um recorde estabelecido por 3 DOORS DOWN e viu seus primeiros quatro singles mainstream bater nº 1 no gráfico de rock da Billboard. A nova música da banda, "Take Me Down", liderou o palmarés, seguindo os passos de "Heaven Knows", "Messed Up World" e "Follow Me Down" do álbum "Going To Hell" de 2014. Isso quebrou o empate do grupo com 3 DOORS DOWN e acabou de colocá-los em uma posição onde está prestes a quebrarem o próximo recorde, que é cinco singles n º 1, que é de propriedade, por agora, TREE DAYS GRACE do Canadá.
"Take Me Down" é do terceiro álbum de estúdio da banda, "Who You Selling For?", que chegou as lojas em 21 de outubro.
A cantora Taylor Momsen disse ao Daily Utah Chronicle sobre o processo de composição da banda: "Não há processo para escrever, o que torna torturante a única coisa constante quando se vai gravar é tentar manter a mente tão aberta quanto possível, nunca se sabe de onde virá a inspiração. Você só tem que esperar por algo para vir as faíscas e espero que isso vai levar a uma boa canção." Ela acrescentou: "Quanto mais experiências você tem, mais você tem a dizer, mais você pode escrever sobre. Eu acho que é apenas uma espécie de progressão natural, uma evolução natural. Todos nós realmente empurramos uns aos outros para ser melhor constantemente. Acho que é necessário e ajuda muito."
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Taylor Momsen para Cosmopolitan: "Eu não falo com ninguém. Sento-me em casa, mas ninguém me faz perguntas."
É época do outono em Nova York, e apesar de um frio tomar conta do ar, o bebedouro do Lower East Side Donnybrook é iluminado como se ainda fosse uma noite de verão. O bar da esquina tem moradores cantando “Valerie”, de Amy Winehouse, para a rua, uma vez que apenas warbles covardes da falecida voz de Brit são ouvidas a partir da jukebox de dentro. É sujo e legal ao mesmo tempo, e é onde Taylor Momsen se sente mais em casa para se encontrar. Depois de mais de um copo de vinho tinto, seus olhos se iluminam quando ela discute seu terceiro álbum de estúdio, Who You Selling For, que é, sem dúvida, o melhor trabalho de sua banda até à então.
The Pretty Reckless foi formada quando Momsen mal tinha 16 anos (e estava no meio de sua fama em Gossip Girl), e a marcou como uma estrela do rock com a borda vocal de Joan Jett e os olhares cristalinos de Debbie Harry. Também a levou para uma vida vivida, em grande parte, na estrada. Aqui, a cantora de 23 anos fala sobre cantar, atuar e sua posição real na religião. Ela também lamenta que, uma vez, tenha colocado uma fita em seus mamilos.
Cosmpolitan: Qual foi seu conceito para este projeto?
Taylor Momsen: Nós entramos em turnê com “Going To Hell” (nosso segundo álbum) por cerca de dois anos, e quando saímos da estrada ficamos bem parados. Ben, o guitarrista, e eu escrevemos todas as canções e músicas. E nós não escrevemos na estrada, realmente; nós anotamos as ideias, mas é preciso isolamento e solidão para escrever. Assim, no fim do ciclo da turnê, nós estávamos ansiosos para fazer outra coisa. Nós praticamente fomos imediatamente escrever o novo álbum. Eu tenho uma casa na Nova Inglaterra, uma pequena casinha no meio do nada. É mal assombrada, no estilo Stephen King. É o mais longe possível das pessoas. Quando eu termino a turnê. eu não quero fazer nada com ninguém.
Entrar em turnê é exaustivo para você?
É! Super é. Mas você não pode ter uma banda e não se apresentar, e se apresentar é muito revigorante. Isso dá vida para você. Não há nada como terminar uma boa música, sentar e dizer tipo “merda, eu fiz isso!”. Minha piada é que é como um orgasmo. São três minutos, ou quanto dura a música, de felicidade pura e completa, e depois é completamente e absolutamente infernal, porque então você fica tipo, “oh, merda, eu quero fazer isso de novo”.
Você abordou a sua escrita de forma diferente desta vez?
Eu acho que realmente queria fazer de forma diferente nesse novo álbum, nós realmente queríamos criar uma experiência orgânica… não há overdubs, sem manipulação, sem nada. Por exemplo, se eu cantei uma música uma vez e eu cantei novamente e não funcionou, não houve “tente novamente, tente novamente”. Foi feito de imediato. Seguir em frente e voltar a ele mais tarde, porque nós queríamos realmente capturar a mágica de performar. E, pela primeira vez, trouxemos músicos de fora… três backing vocals, um tecladista. Então, nós estávamos tocando. Nós realmente queríamos fazer um disco de rock clássico. O ponto principal do rock’n’roll é a liberdade. É a liberdade de ser expressiva, de dizer “foda-se!”.
O seu álbum anterior, “Going To Hell”, é um álbum de “culpa católica”? Razor & Tie chamava assim.
Essas são palavras de outra pessoa, não minhas. Não é. Não é um álbum religioso. É um disco metafórico do céu e do inferno, do bom e do mau. O bem e o mau existem em toda a parte.
Fui criada como católica.
Você continua católica?
Eu digo que sou uma católica “da estrada”. Mas essa merda é real.
Sim, certamente é.
Você continua se identificando?
Não.
Você é religiosa?
Não particularmente. Eu sou espiritual, mas eu não pratico qualquer tipo de coisa. Eu acredito no bem, em ter caráter, ser uma pessoa decente.
Eu ouvi um boato de que você fisga pessoas em shows.
Quando eu comecei, eu era um pouco jovem e estúpida. Eu usava Xs nos meus mamilos e vestidos de espartilho com saltos de stripper, e pensei que era um bom visual. Eu vou dizer isso: encaixar-me no momento, seja em qual fase for ou qualquer coisa que seja. Todo mundo gosta de estereotipar as coisas ou escrevê-las como se não fossem sérias ou “só uma fase”, especialmente quando você é jovem. A música nunca foi uma fase, mas o guarda-roupa foi certamente uma fase, então eu acho que pode ter ofuscado a música no início, com certeza. Eu estava tão ultrajante. Eu não sei. Eu acho que eu agora, eu não levaria alguém de 16 anos a sério em qualquer capacidade. “Você é um garoto, por que eu iria ouvir você? Você é uma criança.” Então, olhando para trás agora, eu sou como, é claro! O que eu estava pensando? Eu estou usando saltos de stripper, colocando fita adesiva em meus seios, e sendo a porra de uma maluca. Mas eu tinha 16 anos e vivendo o que eu estava passando no momento. Assim, a música sempre foi a coisa que tem sido no nosso mundo.
Há algumas letras sombrias no novo álbum.
Não é um álbum claro. É um álbum muito sombrio!
É muito pesado! Há momentos em que parece que você se sente engolido inteiro pela indústria.
Eu não o identifico especificamente como a indústria, porque eu acho que é muito limitante para as canções. Eu li isso em alguns comentários que fizeram, o que é bom.
Eu só não queria dizer que a sua vida estava o engolindo todo.
E eu aprecio isso. Eu passo por altos e baixos como todo mundo faz. Para acabar com este [turnê] ciclo, [eu tenho] minha casa no meio do nada e estava indo, tipo, “quem eu sou?”, e me sentindo muito perdida e confusa e – eu odeio usar a palavra “depressiva”, porque soa tão pesado, mas… Eu estava perdida, eu acho que essa é a palavra certa, e muito desesperada por algo novo. E eu acho que desespero é um tema comum em todo o álbum. Quem foi que teve a citação: “Quando você terminar algo de grande importância para você” – como escrever um registro, a gravação de um disco, um passeio, seja ele qual for – “e depois que acabou, você é deixado com este buraco gigante”? O que você faz com esse buraco? Um monte de artistas preenche com drogas e álcool. É por isso que não há tal cliché junto com ele. Você jogou tudo em cima da mesa, todas as suas partes, tendo em conta tudo para ele, e você é deixado esta concha de uma pessoa. E então você tem que descobrir como encher-se novamente com algo novo, e isso é um processo que acontece cada vez que você criar algo em qualquer tipo de um grande período de sua vida. E então isso é algo que eu acho que devo lidar com muita personalidade.
Você tem 23 anos, mas se sente como se já tivesse vivido um milhão de vidas?
Hum, sim, de uma forma; não, em outro, porque eu não sei nada diferente. Eu estive ao redor do mundo algumas vezes, então eu fiz um monte de coisas que talvez algumas pessoas na minha idade não tenham feito. Mas eu não acho que isso é uma coisa boa ou uma coisa má. Isso é apenas o que é. É aí que a minha vida me levou a este ponto, às vezes por opção e às vezes não. Mas é a vida de todos! Há um monte de coisas no meu passado que não teriam sido necessariamente as minhas escolhas, mas, ao mesmo tempo, voltar no tempo e mudar alguma coisa, eu não quero fazer isso porque eu gosto de onde saí.
Você tem um emprego desde que tinha 2 anos de idade, quando começou a modelar. Como uma criança, você percebeu que estava no trabalho?
Quando eu era realmente pequena, não. De novo, se você apenas sabe o que você é, você não sabe se isso é bom ou ruim. Você não tem perspectiva. Mas quando cheguei a uma idade em que eu tinha idade suficiente para tomar minhas próprias decisões, eu parei tudo e fiz o que eu realmente queria fazer, que era começar uma banda. Eu tenho escrito músicas desde que eu era uma criança pequenina.
Sério?
Ai meu Deus, eu tenho caixas e caixas que se acumulam.
Você lembra de uma das primeiras músicas que escreveu?
Provavelmente, mas eu certamente não quero ela lá fora. Você escreve um monte de músicas ruins antes de escrever boas. Leva tempo! Então, meu ponto é, quando eu cheguei a uma idade em que eu percebi que eu poderia fazer minhas próprias decisões, eu fiz. E eu parei tudo e eu fiz o que eu realmente queria fazer e eu não olhei para trás desde então.
É algo libertador e assustador ao mesmo tempo?
Na realidade, não era nenhuma dessas coisas. Era mais, “espere, o quê?”. Eu acordei em uma manhã, tipo, “espere, eu não tenho que fazer isso? Essa coisa que eu tenho feito a minha vida toda que não é… Espere um segundo! Segure-se!”. Quando eu percebi que realmente podia tomar minhas decisões, foi uma coisa muito estranha. É como se um interruptor tivesse saído do meu cérebro, como, “por que estou fazendo isso? Eu não gosto disso, então eu só vou parar de fazer isso”. E houve um monte de elementos burocráticos que eram complicados, mas eu não me importava. Era como, se eu não tenho que fazer essa coisa que eu não gosto mais de fazer, ou se eu não sabia se tinha realmente feito, então eu não vou fazer mais isso! Porque esta é a minha vida, e eu quero vivê-la e apreciá-la se eu puder.
Então de onde você veio para cá?
Não é essa a grande questão? Você disse isso e isso me fez lembrar de – você sabe Buffy the Vampire Slayer? Você sabe o episódio “Once More With Feeling”, o episódio musical? Adoro Buffy the Vampire Slayer. Se eu pudesse ser Buffy, eu o faria. Mas uma das músicas é “Where Do We Go From Here.” Desculpe. É um dos meus episódios favoritos, e a música em que é incrivelmente incrível e eu acho que [criador] Joss Whedon é um gênio. De qualquer forma, por isso, para onde vamos a partir daqui? Bem, nós estamos indo para Paris no sábado, então nós estamos indo para Berlim, depois vamos para Londres … Eu acho que o objetivo de longo prazo é continuar a crescer como pessoas e como uma unidade, individualmente e em conjunto, e espero continuar a manter a fazer álbuns cada vez melhores, porque se você não está se movendo para a frente, ou você está parado ou regredindo.
Você é sempre tão profunda?
Eu acho que sou uma pessoa caseira. Eu não falo com ninguém. Sento-me em casa, mas ninguém me faz perguntas.
Você nunca consome coisas da cultura pop?
Há coisas da cultura pop na televisão [que eu gosto]. Não tanto na música como um todo. Eu amo South Park. EU AMO South Park. Adoro South Park. Acho que a comédia é uma das mais elevadas expressões da arte. Para levantar-se no palco e realizar stand-up, onde você não tem o apoio de um guitarrista ou um baterista ou qualquer coisa, e você tem que entreter? Eu amo Louis C. K. Eu amo Marc Maron – ele é um gênio. Ele descobriu algo. Curb Your Enthusiasm é algo que eu assistir para limpar a minha mente muito. Eu só vi Ali Wong, você já ouviu falar dela?
Sim, ela tem aquele especial Netflix!
Sim, o especial Ali Wong é incrível. Então, eu adoro comédia. Se eu pudesse ser um comediante – bem, eu provavelmente não tomaria esse trabalho, porque parece realmente difícil, mas eu desejo que eu pudesse ser.
Se você fosse ter um outro papel como atriz, que tipo de papel que seria?
Eu não tomaria mais um papel como atriz. Não. Perguntar sobre atuar para mim é como perguntar sobre jardim de infância. (A) Eu literalmente estava no colegial na última vez que atuei, e (B) é uma vida passada, seria como me entrevistar e perguntar “se você voltar para o ginásio, em qual matéria teria uma nota melhor?”
É como um conceito estranho neste momento.
Realmente. É como um conceito estranho neste momento. Você disse isso.
Você precisa de um documentário para a banda.
Bem, nós podemos estar trabalhando em algo. Isso é um pisca, pisca, mas não posso piscar. Eu estou trabalhando em um livro agora, não uma autobiografia. Sem promessas para tão cedo, mas é algo para me manter ocupada.
Porque você não está totalmente ocupada.
Bem, alguma coisa para distrair de todo o resto. E eu pinto e eu esculpo e eu gosto de fazer coisas que não são para o público. Não há pressão para ele, é apenas algo que é uma limpeza da mente.
Então, se você não estivesse fazendo isso, onde você acha que você seria?
Eu não sei. Eu acho que eu provavelmente estaria fazendo isso, mas talvez ninguém soubesse sobre ele.
The Pretty Reckless: "Take Me Down" copia clássico dos Rolling Stones?
O site Whiplash.net postou hoje uma matéria comparando as musicas "Take Me Down" e ''Sympathy For The Devil'' do Rolling Stone, veja abaixo:
A melodia dos versos da faixa chama a atenção pela semelhança melódica com "Sympathy For The Devil", dos Rolling Stones. A sequência de acordes de guitarra é a mesma e a trilha vocal cantada por Taylor Momsen também lembra a harmonia da voz de Mick Jagger no início da canção de 1968.
Plágio? Coincidência? Homenagem? Ouça e compare:
A melodia dos versos da faixa chama a atenção pela semelhança melódica com "Sympathy For The Devil", dos Rolling Stones. A sequência de acordes de guitarra é a mesma e a trilha vocal cantada por Taylor Momsen também lembra a harmonia da voz de Mick Jagger no início da canção de 1968.
Plágio? Coincidência? Homenagem? Ouça e compare:
The Pretty Reckless: Ouça na íntegra o novo álbum da banda ''Who You Selling For''
Ouça agora o novo álbum do The Pretty Reckless e não esqueça de compartilhar com seus amigos mais uma obra prima da banda!
A versão física já se encontra disponível nas lojas do mundo todo!
Taylor Momsen: "Depois de lançar algo, aquilo não é mais seu, é a interpretação de todos os outros!"
Confira a tradução da entrevista concedida pelos integrantes ao site Team Rock:
Já se passaram dois anos desde de que ouvimos algo novo de The Pretty Reckless, mas agora eles estão de volta com um novo álbum. Who You Selling For? (Para quem você está se vendendo?), por própria conta de Taylor Momsen, este é um álbum que diz instantaneamente de como ela está se sentindo agora, e torna-se introspectivo ouvir do início ao fim. Eles não foram definhando entre lançamentos de álbuns, o que é difícil. No ano passado, eles entraram em turnê com Halestorm, a qual descreveram como "impressionante", e trabalharam no novo álbum.
Você mencionou que o novo álbum é representativo de como você está sentindo no momento. Que tipo de temas vocês estão discutindo?
Taylor Momsen: "Todos eles! O melhor e o pior. Eu acho que abrange uma vasta gama de emoção e pensamento. "
Ben Phillips: "É uma questão ampla, mas é um registro muito amplo. A humanidade é uma resposta simples. "
Taylor: "Eu acho que, com toda a honestidade, queremos que todos tenham a sua própria interpretação dele, então eu não quero esclarecer ou especificar qualquer tipo de direção. Eu realmente gostaria que o ouvinte e o público ao ouvi-lo para si próprios, se deixasse levar. Depois de lançar algo, ele não é mais seu, é a interpretação de todos os outros e no entanto eles podem se identificar. Eu gosto de deixar que se exponham. "
Parece que há um monte de coisas pessoais lá, talvez tocando sobre a ansiedade e como o resto do mundo vê você. Foram aqueles tipos de coisas passando pela sua mente?
Taylor: "Eu acho que eu disse uma vez sobre a ansiedade em uma entrevista e, em seguida, isso tornou-se um título."
Ben: "A música ou uma letra em uma canção pode tocar em ansiedade, uma canção como Prisoner não se trata de ansiedade, embora estando preso haja muito disso envolvido."
Taylor: "A simplificação do registro da ansiedade é muito limitada. Nós não começamos a escrever algum tipo de conceito. Não há "nós estamos tentando escrever sobre isso ', não há um modelo. Como você escreve uma coleção de músicas, vários temas irão se desenvolver ao longo desse processo, e você tem um registro que captura um momento em nossas vidas. Em dez anos, provavelmente vamos olhar para trás para esse álbum e vê-lo em toda uma nova perspectiva do que fazemos agora ".
A imagem da capa é uma obra de arte que você diz realmente significar algo para você quando você a viu. Pode ser interpretado como aludindo à imagem corporal, que significava esse tipo de coisa para você?
Ben: "É evidente que ele tem esses tons, bem como os outros"
Taylor: "Eu acho que a coisa que encontramos impressionante sobre aquele pedaço de arte quando chegamos é que todos nós sentimos que era a capa do álbum, que diz tantas coisas em uma imagem '. Ela coloca uma questão apenas como o título do registro faz, onde todo mundo vai ter uma interpretação diferente do que o que deixa imediatamente o ouvinte aberto novamente para apreciar a música e a arte e que seja estes elementos visualizados. Todo mundo tinha uma opinião diferente sobre ela. Isso era algo que fizesse sentido para este álbum. "
Há uma verdadeira vibe classic rock para o álbum. Quer dizer que você está mais inspirado por uma era passada de rock do que as tendências modernas que estão acontecendo na música alternativa?
Ben (ri): "Eu tomo como ofensa as eras passadas!"
Mark Damon: "A música é algo que pode ser tão bem feito que se torna atemporal, e isso é sempre influente para nós, e sempre será."
Taylor: "O termo clássico não significa velho, é clássico por uma razão, que significa que é excepcional. Tem a duração de cada geração e continuará a durar tanto quanto a Terra está girando e a música pode ser tocada, então sim, somos influenciados por esses registros. É mais como um renascimento da música. "
Há uma letra realmente impressionante na segunda canção do álbum, Oh My God, onde você canta "Eu queria ser negro" - o que quer dizer com isso?
Ben: "Você é a primeira pessoa a perguntar sobre isso! Obrigado."
Taylor: "Mais uma vez, eu não quero ficar muito específica, não é assim tão simples. Não é tão simples como 'Eu queria ser negro ", é" Gostaria que tinha alma e minha música atacassem'. Vai, eu gostaria de ter mais para mim do que eu sinto que eu faço."
Ben: "Se você tomar essa música literalmente, e eu não acho que as pessoas o fazem quando ouvem isso, mas se você dividi-la e fazer perguntas sobre isso ..."
Taylor: "... estará afastando todo o ponto da música, que é uma questão de desespero."
Ben: É como se fosse Animals por Pink Floyd, quando ele diz "homem grande, homem porco ', não é realmente um homem porco. Se você perguntou-lhe: 'Há um homem porco sentado na frente de você? ", A resposta seria não. Isso foi realmente uma terrível analogia! Mas eu acho que a música é o desejo desesperado de ser mais do que você é, e a letra é interessante. "
Essa era a letra que me sugeriu que você talvez possa estar discutindo como outras pessoas vêem você, especialmente com a sua carreira de atriz, Taylor, que poderia ser um apelo ao mundo exterior a ver você com mais profundidade do que uma atriz de Hollywood?
Taylor: "Veja, é por isso que eu não gosto de falar sobre nossa música, porque todo mundo tem uma interpretação diferente e eu aprendo coisas novas sobre as nossas canções a cada uma delas. Você acabou de dizer algo completamente diferente do que eu pensava. Isso não passou pela minha cabeça em tudo, nem mesmo um pouco. "
Ben: "Para mim, isso significa que eu nunca vou ser Hendrix!"
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Ouça Prisoner, nova música do The Pretty Reckless
Ouça Prisoner: mais uma música do terceiro álbum da banda intitulado Who You Selling For? que será lançado dia 21/10/2016:
The Pretty Reckless: Assista ao Lyric Video de ''Oh My God''
The Pretty Reckless divulgou o Lyric Video para o novo single "Oh My God". A canção é do novo álbum "Who You Selling For'', esperado este mês nas lojas.
The Pretty Reckless: Novo álbum será lançado em Outubro
Depois de liderar as paradas de rock em 2014 e 2015, o retorno de The Pretty Reckless com o seu álbum de estúdio será extraordinário: "Who You Seeling For (para quem você será vendido?)", será lançado 21 de outubro pela Razor & Tie. O novo álbum é o aguardado sucessor de "Going To Hell", que gerou a maior canção de rock em 2014 com "Heaven Knows" e um total de três # 1 mainstream e Active Rock hits.
O primeiro single do novo álbum, "Take Me Down", estreou em todo o mundo 15 de julho na Rádio iHeart e teve seu impacto nas rádios de rock, quatro dias depois, rapidamente subindo para #7 no gráfico.
Produzido pelo colaborador de longa data Kato Khandwala, "Who You Seeling For" é uma coleção de músicas de rock que ampliam o som da banda para abranger tons de blues com a alma, escrito pela vocalista Taylor Momsen e o guitarrista Ben Phillips. Esta coleção de 12 faixas estridentes coloca letras obscuras de Momsen em vocais carismáticos em plena exibição, enquanto a banda proporciona uma intensidade com um nível de musicalidade que eleva a fasquia.
Com "WYSF", a banda continua a tomar medidas ousadas a frente, cimentando o seu lugar na vanguarda do rock. O álbum profundamente pessoal apresenta um conjunto diversificado de faixas de destaque, a partir da formação de bolhas de hard rock de "Oh My God" para a pesada clássica de "Back To The River". Single "Take Me Down" apresenta uma voz bem distinta do ultimo álbum de Taylor lembrando o rock dos anos 60.

Taylor Momsen revela: Eu não tenho tantos amigos!
A cantora e atriz Taylor Momsen, que atuou em seu primeiro comercial quando tinha apenas três anos, afirma que ela nunca foi popular porque gosta de ter apenas um pequeno grupo de amigos. Taylor disse: "Na verdade eu não tinha muitos amigos. Eu nunca tive isso. Eu sempre fui solitária.Eu não sei se eu sou tímida, mas eu sempre fui assim, desde a escola. "Isso pode parecer ser estranho, mas" eu tenho apenas alguns amigos, e eles são os únicos confiáveis, que também estão em turnê comigo as vezes.
Não me sinto triste. Eu gosto '.
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Não me sinto triste. Eu gosto '.
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The Pretty Reckless de volta ao estúdio
A nova era da The Pretty Reckless está cada vez mais próxima. Após meses isolada compondo, Taylor Momsen anunciou que a banda já está no estúdio gravando todas as músicas para o próximo álbum.
Desde o dia 2 de novembro a banda está no estúdio gravando o sucessor do Going To Hell. O álbum ainda não tem previsão de lançamento, mas nós do Taylor Momsen Brasil acreditamos que em 6 meses já teremos ele em mãos. A banda criou a hashtag #newtprmusic para relatar todas as novidades sobre o novo disco.
Lzzy Hale fala sobre Taylor Momsen em entrevista.
Halestorm recentemente saiu em turnê com a banda The Pretty Reckless e Lzzy Hale falou sobre a Taylor Momsen em uma recente entrevista.
- Taylor Momsen, ela é… Nós acabamos de ter uma turnê com a The Pretty Reckless ela uma daquelas meninas que vivem somente pelo rock n’ roll. É uma perspectiva interessante, porque ela não está fazendo isso pela fama, porque isso ela já teve com sua carreira como atriz, ela não está fazendo isso por dinheiro, então ela literalmente sobe num palco todo dia e só quer fazer rock. E é algo muito refrescante de se ver. Com todo mundo, especialmente nessa idade, todo mundo é tipo ‘Eu não sei. Eu preciso de um single, e eu preciso de dinheiro. Eu tenho uma casa. Eu preciso…’ É muito bom de vê-la, mais ou menos, só querendo der ela mesma, e eu acho que ela é uma das poucas – homem ou mulher- que fazem isso atualmente. E ela é tão consciente. Eu sei que ela só tem 21. Ter 21 e terminar uma garrafa de whisky e ir lá cantar incrivelmente… Eu já fui capaz de fazer isso. Não consigo mais; não me desafie. Mas a banda toda dela é incrível. Nos nos divertimos muito com esses caras – muitas noites juntos, muito sarcasmo. Foi bem divertido.”
Hale também falou sobre a ideia de que ela e Mommsen são rivais na mesma entrevista.
- Não é assim. O que quer que seja essa mentalidade, morreu com nossa geração. Eu não sei o que tem nela, mas ela é uma incrível rock star, e eu gosto muito de ouvir e ver o jeito que ela leva isso. Ela está carregando a chama do rock ’n’ roll.
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TPR: Taylor Momsen fala sobre álbum acústico e novos projetos
Parece que a The Pretty Reckless abandonou seus planos de gravar um álbum acústico, com a justificativa de que eles estiveram muito ocupados em turnê para encontrar um tempo para trabalhar nisso.
A vocalista da The Pretty Reckless, Taylor Momsen, falou pela primeira vez sobre gravar um álbum acústico ano passado, dizendo a uma emissora de uma rádio da Carolina do Norte que a banda havia gravado “uma versão acústica de um medley”. Ela acrescentou: “É assim que escrevi as músicas originalmente, por isso é uma forma de olhar dentro, olhar a forma como o Going To Hell realmente começou: Acusticamente.”
Mas em uma nova entrevista para Brandon Woolum, Momsen revelou que não tem havido nenhum “update” sobre a liberação acústica proposta. Ela explicou: “Eu não sei se realmente vai acontecer, tem sido tão caótico. É algo que eu queria fazer, mas nós apenas não temos tido tempo para fazê-lo realmente.”
Momsen também falou sobre o progresso das sessões de composição para o sucessor de “Going To Hell”. Ela disse: “Eu estou sempre anotando ideias, mas eu realmente não tendo a escrever na estrada, porque você nunca está sozinho e eu preciso de isolamento. Então a carne real do material vem quando eu chegar em casa, depois de toda a turnê é feito. Mas sem nenhuma pressão. Eu acho que apenas “auto pressão”, mas não… Nós fazemos algo que gostamos e espero que outras pessoas gostem disso também. Isso é o que nós sempre fazemos.”
The Pretty Reckless lançou seu álbum de estréia, “Light Me Up”, em 2010, e seguiu-o com “Going To Hell”.
Going To Hell rendeu três #1 com Heaven Knows, Messed Up World e Follow Me Down, tornando a The Pretty Reckless a primeira banda com vocalista mulher a ter três singles #1 consecutivos.
TRADUÇÃO: TAYLOR MOMSEN BRASIL

















