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Pitty: Cantora volta aos palcos e levanta o público do João Rock!

Com hits entoados pela plateia do início ao fim do show, a roqueira retornou em grande estilo
Afastada dos shows há meses, Pitty voltou ao palco do João Rock e entregou uma apresentação para matar a saudade de seus fãs. Para abrir, escolheu a música "Admirável Chip Novo", sucesso do álbum homônimo que acaba de completar 15 anos.

De lá pra cá, muitos prêmios, – é a artista que mais venceu o prêmio VMB (Video Music Brasil), da MTV, fora os prêmios Multishow, Nick e Troféu Imprensa –, vários hits e uma multidão de fãs. E eles estavam lá, os hits e os fãs, que entoaram as canções do início ao fim do show.

Depois de agitar com "Memórias" e "I Wanna Be", uma sequência de baladas da cantora emocionou a plateia. Durante a execução de "Me Adora", "Equalize" e "Na Sua Estante", foi fácil encontrar gente chorando na pista, e Pitty deixou, em vários momentos, o coro dominar os vocais.

Depois de satisfazer a saudade do público com seus sucessos, a cantora recebeu no palco Tássia Reis e Emmily Barreto para a estreia ao vivo do single "Contramão", lançado no dia 5 de junho. Levantando a bandeira do empoderamento feminino, as três artistas emendaram uma sequência que teve "Run the World", de Beyoncé; "Agora Só Falta Você", de Rita Lee; e "Maria da Vila Matilde", de Elza Soares.

A apresentação poderosa foi encerrada com "Máscara", e deixou um gostinho de quero mais que deve ser resolvido a partir de agosto, quando Pitty inicia turnê. A julgar pelo alto nível do show e pela reação da plateia, a parada para licença-maternidade fez muito bem à artista.





Matéria:destakjornal.com.br
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Pitty: Cantora participou da gravação do DVD de Emicida cantando ‘Hoje Cedo’ (Vídeo)

Emicida fez um show em novembro de 2017 na Audio, em São Paulo. A apresentação fez parte da gravação do DVD 10 Anos de Triunfo, em comemoração ao aniversário da década do álbum. A surpresa foi a participação de Pitty, performando Hoje Cedo ao lado do rapper.



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Pitty sobre a Cura Gay: "O problema é o preconceito"

A presença de Pitty na atual temporada do programa “Saia Justa”, do GNT, é sempre algo a ser pontuado. No programa da última quarta-feira (20), o tema não podia ter sido outro: a decisão da Justiça Federal liberar psicólogos a tratarem a homossexualidade como doença. Nesta quinta (21) um trecho da fala da cantora levou o debate também para as redes sociais do canal.
Assista:

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Pitty usa brincos “Fora, Temer” e ganha elogios dos internautas

O GNT exibiu nessa quarta-feira (20) mais um episódio do programa Saia Justa. Na ocasião, Pitty, uma das apresentadoras da atração, surgiu com brincos “Fora, Temer” completando o visual.
Por conta do adereço, Pitty ganhou elogios dos internautas nas redes sociais. “Pessoa com atitude é outra coisa!”, comentou um usuário do Twitter. “Primeiramente, amei o seu brinco (risos)”, escreveu outro, fazendo referência ao bordão “Primeiramente, Fora, Temer!”.


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Na Pele: Ouça a parceria incrível de Pitty com Elza Soares!

Há alguns anos a cantora Pitty escreveu uma música chamada “Na Pele” e sentiu que ela não pertencia ao disco em que vinha trabalhando, e a deixou para uma ocasião especial.

Tempos depois ela teve a oportunidade de mostrar a canção para a sensacional Elza Soares e surgiu a oportunidade para que as duas gravassem a faixa juntas.

O resultado foi lançado hoje, dia 04, e você pode ouvir logo abaixo.



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Pitty: Ser mulher é sempre uma luta dupla!

Depois de um ano e meio em recesso por conta da gravidez e dos cuidados com a pequena Madalena, Pitty, 39, voltou aos palcos em junho deste ano no festival João Rock, em São Paulo, como única mulher no line-up. Em março já havia retornado às telas como apresentadora do programa Saia Justa, do canal fechado GNT. Ainda em ritmo lento, reorganizando a carreira, ela veio duas vezes a Salvador neste mês como parte de uma agenda especial de apresentações que planejou para 2017. No dia 10, esteve no Teatro Castro Alves como convidada do projeto Mulher com a Palavra, que discute empoderamento feminino. “Fico feliz por poder dialogar, debater, questionar, refletir junto com as pessoas. Isso não é ‘bondade’, é obrigação social de qualquer cidadão que deseja viver num ambiente mais justo”. A primeira convidada do evento foi outro ícone feminista, a cantora Elza Soares, com quem Pitty gravou uma faixa que será lançada ainda este mês. No dia 30, fará uma apresentação na Concha Acústica do TCA, para além da turnê do álbum Sete Vidas. “A relação com esse palco é totalmente emocional. Quando penso em tocar na Concha até hoje vem o frisson da adolescência, das primeiras vezes que eu pisei ali no Garage Rock e de como isso era importante”. Nesta entrevista, feita por e-mail, ela falou também sobre movimentos feministas radicais, a relação com os fãs e política.



Em recente entrevista concedida a Mônica Bérgamo, da Folha de S.Paulo, você falou sobre as dificuldades enfrentadas pela mulher durante o puerpério. Como está sendo conciliar a volta da carreira e os cuidados com Madalena?

Agora estou começando a me reorganizar. Tudo tem seu tempo, e, nesse caso, meu processo foi bem longo; fiz questão de me dedicar exclusivamente a ela nesse primeiro momento, e só depois de nove meses é que vejo as coisas começarem a se ajeitar. Voltei a trabalhar aos poucos, arrumei uma pessoa massa e de confiança para me ajudar a tomar conta dela.


Na sua volta aos palcos no João Rock 2017 você foi a única voz feminina do festival. Esse é um dos indícios de que o rock ainda é uma arena dominada por homens, o que implica maior número de referências masculinas. Quais referências femininas estão refletidas no seu trabalho?

Durante muito tempo minhas referências eram majoritariamente masculinas, muito por isso que você citou. O que também era um incentivo no sentido do pioneirismo, do quebrar barreiras. Esse desafio sempre me atrai. Com o tempo fui observando e encontrando as referências femininas e, depois, passei a valorizá-las e a fazer questão de mostrar isso para outras meninas que porventura venham a querer ter banda. Simone de Beauvoir, Florbela Espanca, Hilda Hilst, Carolina de Jesus, Elis Regina, Rita Lee, Madonna, Nina Simone, Tina Turner, Sofia Coppola, Kate Moss, Alison Mosshart... dá para citar uma lista boa de mulheres maravilhosas que me fazem querer fazer arte.

O show na Concha Acústica do TCA, no dia 30 deste mês, é um dos especiais que está preparando este ano, independentemente da turnê do álbum Sete Vidas. Qual a sua relação com esse palco e como espera que seja o retorno?

A relação com esse palco é totalmente emocional. Quando penso em tocar na Concha até hoje vem o frisson da adolescência, das primeiras vezes que pisei ali no Garage Rock e de como isso era importante. Aquele palco era só para bandas que eu admirava, tinha assistido tanta gente ali e de repente eu estava naquele palco. Era, e continua sendo, uma conquista. Tenho muitas histórias com a Concha... já entrei muito de penetra porque não tinha dinheiro para o ingresso! Já caí naquele fosso numa roda de povo bem boa mesmo. Uma vez, acho que foi Garage, levei meu irmão novinho, com uns 10 anos, e botei ele no meio do povo com um amigo meu tomando conta enquanto eu tocava. Ou seja, já deu pra sacar que pisar naquele chão vai estar carregado de significados, de amores, de dores, de emoção.


Apesar de morar fora de Salvador há 14 anos, ainda acompanha a produção musical soteropolitana? Como vê o cenário do rock, especificamente?

Ultimamente não tenho tido muita notícia, mas é porque também com esse lance da gravidez, de repouso, etc., eu não tenho visto é nada de canto nenhum (risos). Foi um período onde nem notícia de jornal eu conseguia ler! E ainda estou abrindo espaço para isso porque gosto de estar ligada no que está rolando, principalmente aí. Acho que não é tão novo assim, mas me amarro em BaianaSystem.


Suas composições sempre foram inspiradas em momentos pessoais da sua vida. No último álbum, Sete Vidas, isto é bem evidenciado, com músicas que retratam uma internação hospitalar e a morte do seu ex-guitarrista Peu, por exemplo. De que forma a maternidade tem influenciado seu trabalho?

Ainda nem cheguei a esse momento. A vida está me atropelando de tal forma que nem tenho tempo para escrever, refletir. Acho que esse momento vai rolar mais pra frente, quando a parte prática estiver mais ajeitada, sabe? Agora estou focada em trabalhar, em retomar essa parte de mim que ficou tanto tempo parada.


Em abril, você gravou Na Pele, de sua autoria, com Elza Soares. Como foi a parceria com ela, que também é um ícone feminista no Brasil?

Foi incrível, um sonho realizado. A admiração que tenho por essa mulher nem cabe nessas linhas. Tinha escrito a música e mostrei a ela, para usar como quisesse. Ela quis gravar comigo, imagine! Foi melhor que a encomenda...


Você veio para Salvador como convidada do projeto Mulher com a Palavra, que propõe uma discussão sobre empoderamento feminino, no dia 10 de julho. A convidada da primeira edição foi justamente Elza. Qual a responsabilidade de ter sua voz amplamente repercutida?

Fico feliz de poder dialogar, debater, questionar, refletir junto com as pessoas. É assim que a gente cresce enquanto sociedade, através desse embate, exposição de ideias e sentimentos. E, mais do que nunca, precisamos falar sobre a questão das mulheres, das negras, das gays, das trans, das em maior situação de vulnerabilidade. Isso não é “bondade”, é obrigação social de qualquer cidadão que deseja viver num ambiente mais justo.


Você já se posicionou publicamente em momentos de crise na política. Em 2015, por exemplo, fez um show na Escola Estadual Gavião Peixoto, em Perus, São Paulo, que estava ocupada por estudantes contrários à reestruturação do sistema educacional estadual, que previa o fechamento de escolas e o remanejamento de alunos e professores. Como vê o momento atual da política brasileira?

Muito triste e preocupante. Acompanho estupefata as notícias, e a coisa é completamente absurda, é difícil entender como não há mobilizações efetivas, gente nas ruas, etc. Parece que a democracia foi tão golpeada e a Justiça anda tão desacreditada que a sensação é que estão todos anestesiados. Mas precisamos sair desse torpor e botar a mão na massa, pois mudanças importantes estão sendo feitas.


Desde março, você está semanalmente à frente do programa Saia Justa, no canal fechado GNT, ao lado das atrizes Taís Araújo e Mônica Martelli e da jornalista Astrid Fontenelle. Como tem sido essa experiência como apresentadora?

Eu estou adorando. Além de curtir muito esse formato de programa, que propõe a reflexão e a troca de ideias, também tenho aprendido muito. A cada semana são três temas diferentes, e isso me obriga a estudar, a pesquisar, a ler mais. É ótimo.


Sua relação com os fãs sempre foi sincera. Na sessão “Boteco” do seu site, costumava conversar com eles sobre diversos assuntos. Como manter uma relação íntima sem perder a privacidade?

Estabelecendo limites. Deixando claro até onde se pode ir, até onde é saudável. Prezo muito a comunicação sincera e tenho horror a demagogia. É muito fácil se aproveitar desse amor e ser paternalista. Vejo muito artista fazendo isso, mas eu não acho justo e prefiro estimular relações mais calcadas no afeto transparente.


Ainda sobre comunicação, o que acha de movimentos feministas mais radicais, que não consideram mulheres trans ou não dialogam com os homens, por exemplo?

Acho que todas as linhas de pensamento dentro do feminismo merecem respeito e têm seus motivos, mas, particularmente, acho que isso não funciona e não nos leva a nenhum avanço real. Penso que se relacionar com os outros gêneros é importante, assim como entender a interseção entre eles e a variedade de recortes que existem dentro do feminismo. As questões não são as mesmas para mulheres brancas, negras, lésbicas, héteros, ricas, pobres, trans. Eu penso num feminismo que olha para esses recortes e que dialoga com o masculino, afinal eles são quase a metade da sociedade, e o que precisamos é viver juntos e bem. Envolver os homens na questão feminista para mim significa que eles devem escutar, aprender, desenvolver empatia. Protagonizar não. Até porque não faz o menor sentido.


Em Desconstruindo Amélia, do álbum Chiaroscuro, fica clara a sua crítica aos papéis que foram impostos culturalmente às mulheres. Você acredita que, apenas por ser mulher, o seu som é consequentemente mais engajado?

Acho que não necessariamente. Vejo engajamento de muitas formas em muitas pessoas, mulheres e homens. Especificamente no meu caso, não tinha como ser diferente, sendo fruto de onde venho, com a bagagem que tive de vivência. O conflito de ser quem eu era numa cidade como Salvador tem muito a ver com esse discurso e essa vontade de querer subverter padrões. A coisa de abrir espaço para realizar desejos artísticos, pessoais, subjetivos mesmo. No meu caso também acresce a questão de ser mulher, porque foi e é uma luta dupla.



Fonte:atarde.uol.com.br
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"Não quero que homem pague minha conta, quero salário igual", diz Pitty

Taís Araújo, Pitty, Mônica Martelli e Astrid Fontenelle debateram a cobrança diferenciada de entrada para mulheres nas baladas no "Saia Justa" desta quarta-feira (12). Elas veem a questão como machismo, já que, pagando mais barato ou entrando de graça, a mulher acaba usada pelos estabelecimentos como "isca" para atrair os homens.
"Se a mulher pode beber de graça na balada, aumenta a vulnerabilidade dela. Ela bebe e fica vulnerável. Se não for um machismo claro, não sei o que é", disse Taís. "Para a minha geração, sempre foi natural as casas noturnas cobrarem menos para as mulheres. Sempre paguei meia e nunca questionei, era uma coisa normal, é importante falar sobre esse machismo entranhado", refletiu Mônica.

"Até para a gente que debate muito o feminismo, é importante também para entendermos o que é cavalheirismo, gentileza e machismo. A gente precisa reconstruir os conceitos com que fomos criadas", continua Taís. "Sou de uma geração que admira os homens que abrem a porta, puxa a cadeira. Mas só é cavalheirismo se é feito com outras pessoas. Se [o homem] faz só para você, você é objeto de desejo dele", completa a atriz de "Os Homens São de Marte e é Pra Lá Que Eu Vou".

"Não quero que um homem pague minha conta, quero um salário igual para que eu possa pagar meu jantar, minhas baladas. Não tem como discutir sem falar da igualdade salarial", disparou Pitty. Astrid lembrou que nem todas as mulheres se sentem ofendidas por pagar menos nas casas noturnas ou virar o centro das atenções. "Muita menina gosta de fazer papel de isca", disse a apresentadora, acalorando a discussão.

"A gente não pode esquecer que algumas mulheres querem ser desejadas. A mulher cresce ouvindo que precisa de marido rico e acaba entrando nessa onda perniciosa", afirmou a roqueira baiana. Martelli concorda: "A mulher é muito incentivada desde pequena a ser objeto de desejo, até com as roupinhas pequenininhas".

Fonte:tvefamosos.uol.com.br
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Pitty: Show gratuito dia 09/07 em São Paulo!

Neste fim de semana, São Paulo recebe três eventos musicais com entrada grátis. No domingo (9), tem Pitty e outras atrações na área externa do Auditório do Ibirapuera; e uma parceria entre o Samba do Baú com Edgard Scandurra, guitarrista do Ira!, no Sesc Ipiranga.
No domingo, tem encontro entre música pop e erudita, na área externa do Auditório Ibirapuera. Do lado popular está Pitty, e do lado clássico está a Orquestra Jovem de Heliópolis.
Eles são os convidados de um músico que está no meio do caminho - entre o rock e o jazz. É o baixista Fernando Molinari, que terá seu trio reforçado pela cantora baiana e pela orquestra paulistana.

Quando: Domingo (9), às 16h - Entrada grátis

Onde: Auditório Ibirapuera - Av. Pedro Álvares Cabral, Portão 3 - Ibirapuera

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Pitty: "Estou me descobrindo como mãe"

Longe dos palcos, a cantora conta como concilia a maternidade e a vida profissional 
(Foto: Eliana Rodrigues)

Mais nova apresentadora do Saia justa, a baiana Pitty já mostrou que pode ser arretada logo na estreia da atual temporada – suas opiniões firmes movimentaram as redes sociais. "Sou honesta nos meus posicionamentos, gosto de contribuir trazendo perspectivas diversas para as discussões e, principalmente, sabendo ouvir", diz a roqueira, que milita pela equidade de gênero.

Ela agora faz parte da trupe liderada por Astrid Fontenelle, que conta com Mônica Martelli e Taís Araújo. "O fato de haver estupros e tanta violência contra a mulher é um indicativo dessa luta. Precisamos avançar mais nessas questões", opina. Ainda amamentando a filha, Madalena, de apenas 6 meses, a cantora não voltou aos palcos. "Estou me estruturando, mas a saudade é tanta que decidi fazer alguns shows especiais com uma logística que combine com a mãe de um bebê pequeno. Ainda estou me descobrindo como mãe, mas acho que sou 'sussa'", afirma.

Belíssima e prestes a fazer 40 anos, Pitty jura que não liga nem um pouco para a idade. "Não me assusta, mas é estranho, porque eu não me sinto com 40." 

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Pitty encara desafio e estreia no comando do Saia Justa ao vivo, no GNT

“É aquela emoção boa, né? Friozinho na barriga, e tal”, adianta a baiana, que tem retomado as atividades aos poucos, por conta dos cuidados com a filha Madalena, de seis meses
Sem tocar a carreira desde que teve de se afastar dos palcos durante os primeiros meses de gravidez, a roqueira Pitty, 39 anos, retoma a vida profissional um ano depois, com um novo desafio: integrar o time do Saia Justa, programa do canal fechado GNT que inicia  nova temporada hoje, às 21h.


“É aquela emoção boa, né? Friozinho na barriga, e tal”, adianta a baiana, que tem retomado as atividades aos poucos, por conta dos cuidados com a filha Madalena, de seis meses. “Agora pintou esse lance e eu vou me jogar, mas também vou fazer alguns shows especiais que pintarem. Nesse momento tem que ser shows possíveis em termos de logística, tempo, porque estou amamentando e Madalena ainda é muito pequenininha”, pondera.

Artista reservada e de personalidade forte, Pitty diz estar preparada para a exposição televisiva e para o desafio de conduzir um programa ao vivo, com participação do público e sem cortes. “Aceitei porque gosto do programa e acho que tem a ver comigo... Eu gosto de conversar, de trocar ideias, acho que debater e dialogar é ferramenta essencial para o coletivo. Faz crescer, amplia, fortalece as relações e a democracia”, afirma, acrescentando que está bem animada em ter uma experiência diferente na carreira, que a coloque em contato de uma forma diferente com o público. Ela já havia feito participações em diversos programas do canal, mas nunca esteve no comando de um deles.

Parceiras
Além de Pitty, a atriz Taís Araújo também é uma das novidades da temporada. As duas substituem as ex-'saias' Barbara Gancia e Maria Ribeiro e se juntam às veteranas Astrid Fontenelle e Mônica Martelli. “É tudo muito bem cuidado, embasado, com afeto e garra. Essas meninas são danadas”, diz, ao lembrar da relação que tem com cada uma das colegas. 
Mônica e Taís ela conheceu no dia da gravação do teste. “A empatia foi imediata. Meu santo bateu bem com o delas”, diz. Já Astrid, brinca, conhece literalmente de outros carnavais. “Uma vez, lá nos idos dos anos 90 ela foi cobrir um carnaval pra MTV e acabou parando no Palco do Rock. Nos conhecemos, apresentei a ela as bandas da cena, galera da Dois Sapos e Meio, Lisergia, etc. Nessa época ela me disse que se um dia eu fosse em São Paulo, que era pra eu passar na MTV e fazer um teste pra VJ. Não sei se ela imaginava que eu ia, mas eu fui mesmo. Apareci lá com fita demo da minha banda debaixo do braço e procurando ‘Astrid que eu conheci em Salvador’. Nem sei se ela lembra dessa história”, recorda, aos risos.


No ar há 15 anos, o Saia Justa já era um dos programas que Pitty assistia. Ela afirma que acompanhou todas as formações e que gosta de programas de conversa, principalmente com mulheres protagonizando. Pelo sofá do Saia Justa já passaram as cantoras Rita Lee, Ana Carolina e Marina Lima, as atrizes Camila Morgado, Maitê Proença, Betty Lago, Luana Piovani e Marisa Orth, dentre outras. 

Dia da mulher
Não por acaso, a data de estreia da temporada 2017 acontece no Dia Internacional da Mulher. Para Pitty, o dia deveria servir para lembrar uma série de direitos básicos que ainda estão pelo caminho: “Igualdade salarial, mais representatividade na política e nos espaços de poder, diretos reprodutivos e de escolhas sobre o próprio corpo, mais proteção e conscientização da sociedade como um todo para erradicar a violência contra a mulher  e o feminicídio... Basicamente, viver com dignidade e segurança”.

O fato de ter sido mãe recentemente a alertou para uma das maiores pressões relacionados ao feminino. “As mulheres sofrem pressão em todos os sentidos. Se escolhe ter cinco filhos e se dedicar a eles é julgada e tida como submissa, e se escolhe não ter nenhum é vista como frustrada, ‘a que ficou pra titia’. O importante é que nós mulheres tenhamos opção de escolha e amparo suficiente, da sociedade e do Estado, para dar suporte à essas escolhas sejam elas quais forem”, acredita.

A missão de opinar sobre muitos temas já aponta para a necessidade de ler e se atualizar ainda mais. “A grande vantagem do Saia Justa é essa vontade de se informar. Hoje em dia a gente tem internet e já economiza papel e tem acesso mais fácil às coisas. Preciso saber mais, preciso saber o que está acontecendo em outros lugares, outros pontos de vista também. Vai ser, no mínimo, divertido!”, garante. 

Fonte:correio24horas.com.br
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Pitty completa nova temporada do ‘Saia Justa’

Cantora é a novidade deste ano, ao lado da atriz Taís Araújo. Saíram Maria Ribeiro e Barbara Gancia.
Depois da confirmação da atriz Taís Araújo em uma das vagas deixadas pela jornalista Barbara Gancia e pela também atriz Maria Ribeiro, que saíram do programa no fim do ano passado, o GNT anunciou o nome que completará o time do Saia Justa em 2017: o da roqueira baiana Pitty.

Pitty já participou de diversos programas do canal pago GNT como convidada e foi debatedora no evento “Eles por Elas”, uma parceria do canal com a ONU Mulheres, em 2015.

Pitty e Taís vão estrear ao lado de Astrid Fontenelle e Mônica Martelli no Dia Internacional da Mulher, 8 de março, às 21h.


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Pitty vai cantar música de abertura da novela Rock Story;Ouça!

A música-tema da próxima novela das sete, Rock Story, será interpretada pela roqueira.De acordo com o site EGO, a canção é Dê um Rolé, originalmente do grupo Novos Baianos, que ganhará um arranjo, feito especialmente para a trama da sete.
Rock Story estreia em novembro na Globo, substituindo Haja Coração. 

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Pitty: Cantora posta fotos de biquíni dois meses após dar à luz

Pitty já recuperou a boa forma dois meses após dar à luz a sua primeira filha, Madalena, e deixou isso claro em seu Instagram neste sábado (15).
A cantora compartilhou uma foto em que aparece de biquíni, deitada na praia, enquanto se bronzeava. Em outro clique, ela surge ao lado de amigos, curtindo o dia ensolarado.

“Saudades praia”, escreveu ela.

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Baixista de Pitty fatura R$ 1,3 milhão vendendo tortas caseiras

Empresa Helpie nasceu da receita da mãe de um dos sócios e hoje mira na expansão por supermercados e lojas especializadas em congelados.
Do forno de um apartamento compartilhado para uma cozinha industrial em um galpão de 300 m². Esse foi, em pouco mais de um ano, o salto que deu a empresa criada pelo então estudante de Relações Internacionais Felipe Rota, o músico Guilherme Almeida e sua prima Vitória Ferreira. A Helpie, fabricante de tortas com receita caseira, pretende fechar esse ano com um faturamento de R$ 1,3 milhão.
http://pme.estadao.com.br/noticias/pme,startup-de-baixista-da-pitty-fatura-r-1-3-milhao-com-tortas-caseiras,20000000176,0.htm
A fórmula milionária é da mãe de Felipe, que preparava e congelava as tortas para enviar para o filho, que vez ou outra as dividia com os colegas de trabalho.
Os sócios Vitoria, Felipe, Renato e Guilherme

"As tortas faziam muito sucesso", conta o empresário. "Levamos para vender uma primeira vez em um happy hour da empresa. Saímos de lá com 19 pedidos", relembra Rota.

Foi quando Guilherme também decidiu colocar a mão na massa. Almeida se divide hoje entre a carreira de baixista da banda da cantora Pitty e a vida de empresário. Para ele, a aposta na roupagem caseira da marca é o principal apelo da Helpie.

“Apostamos em variadas combinações de ingredientes e sabores, mantendo as características originais da receita. Sem adição de conservantes e com massas artesanais, fechadas à mão, nossas tortas se diferem dos demais produtos congelados disponíveis no mercado”, comenta.

O foco da empresa, após passar pela conquista do público final, é estabelecer pontos de venda em redes voltadas para o público de classe média alta, como os supermercados St Marche, o Empório Santa Maria e, mais recentemente, a rede Pão de Açúcar. "Até o fim do ano, a perspectiva é desenvolver o varejo no Estado, para partir para outras áreas em 2017", conta Felipe. "O próximo passo é desenvolver uma linha para atacados e conveniências", adianta o empresário.

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Após dar à luz, Pitty decide mudar no visual!

Aproximadamente um mês depois de dar à luz sua primeira filha, Madalena, Pitty parece ter decidido dar uma mudada no visual. Usando sua página oficial no Instagram, a cantora mostrou para os fãs, com uma caprichada selfie, seus "novos" cabelos, bem mais ruivos.
"Laranjada (sem açúcar)", escreveu a artista e mamãe de primeira viagem, na hora de legendar o clique, que, claro, rendeu diversos tipos de elogios, deixados por fãs que pareceram ter aprovado a novidade da cantora, casada com Daniel Weksler, da banda NX Zero.

"Sempre divando", "Você é linda de qualquer jeito", "Bafônica" e "Jesus, que maravilhosa" foram apenas alguns dos termos que puderam ser lidos, na ocasião. E aí, o que acharam?

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Pitty mostra o local em que amamenta,e parte do rostinho da filha Madalena

Pitty parece estar aproveitando cada minuto ao lado da primeira filha, Madalena, fruto do casamento com Daniel Weksler. Nesta terça-feira (6), depois de ter sido clicada fazendo a herdeira dormir, usando um sling, a artista foi até a página que possui, no Instagram, para mostrar um pouco do local em que costuma amamentar a menina.
"Meu cantinho de amamentar! Geralmente, se fala em poltrona, mas eu preferi cama por motivos práticos/econômicos: de dia, funciona como sofá, dá para amamentar em várias posições, e, de noite, vira cama se alguém quiser tomar conta do bebê (alô vovó, alô titio, risos)", escreveu a cantora, ao dividir com os admiradores da internet um pouquinho dos detalhes
de sua residência.

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Pitty abre o guarda-roupa e mostra enxoval da filha "roqueira"

A mamãe de primeira viagem abriu o guarda-roupas de sua filhinha e compartilhou com seus seguidores cliques fofíssimos do enxoval de pequena.
Na primeira imagem, que mostra algumas roupinhas da herdeira, a cantora escreveu uma legenda toda apaixonada. "Bem vinda (eu) ao maravilhoso universo das roupinhas de bebê, essas de linha estão salvando nesses frio (eu fico viajando nos detalhes, são tão caprichosas que dá pra sentir a mão de quem fez em cada ponto)", disse.
Pitty, que ainda não mostrou o rostinho de Madalena, chegou a publicar um outro registro das roupinhas, em que aparece um conjuntinho preto, de blusa e calça. "E essa é a mais linda e fora do padrão, que a tia mandou fazer especialmente para ela, pois a bebê é roqueira sim. #rockbabies #diferentona", brincou ela na legenda. 


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NASCEU! Pitty dá a luz a sua primeira filha


Madalena, a primeira filha de Pitty com o baterista do NX Zero, Daniel Weksler, nasceu! Os boatos de que a cantora tinha dado a luz começaram no fim de semana, mas a notícia só foi confirmada pela assessoria dela nesta quarta-feira (17/8). As duas passam bem.
Na semana passada, Pitty fez um post em seu blog falando sobre a gravidez. "Eu queria ter filho, com certeza, mas eu tinha dúvidas se iria gostar de passar por todo o processo de uma gravidez. Ao contrário da visão romantizada dos filmes e revistas, na minha fantasia era uma coisa muito difícil", escreveu a cantora, que logo percebeu que estava errada.
Pitty e Dani estão juntos há dez anos. Em 2008, ela ficou grávida mas sofreu um aborto espontâneo no terceiro mês de gestação.
Nenhuma outra informação ou foto foi divulgada.
Parabéns aos papais!


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Grávida, Pitty fala sobre ataques sofridos nas redes sociais: 'Cada coisa horrível'

A cantora Pitty usou as redes sociais para mostrar apoio aos atletas que denunciaram os casos de intolerância e ameaças que sofreram na internet. A baiana contou em seu perfil do Twitter nesta quarta-feira (10) que também já foi alvo de 'ataques pesados' na web e que fez registro dessas mensagens.
"Que bom que essa questão da violência e intolerância na internet veio à nota com tanta força, isso tem que ser discutido seriamente. Toda minha solidariedade à Joanna, Preta, Thaís, Rafaela e tod@s que passam/passaram por isso. E a impunidade é o que dói mais...".

"Passei por ataques bem pesados há pouco tempo, e como o amparo legal nesses casos ainda é muito frágil, a gente fica sem saber o que fazer. Mas tenho tudo printado aqui, quem sabe um dia. E é cada coisa horrível que realmente não dá pra entender como alguém se presta a esse papel", escreveu Pitty.

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Pitty diz: "É preciso respeitar mulheres que não querem ter filhos"

CABEÇA DE MÃE

Com um encurtamento do colo do útero que a obriga a repousar durante a gravidez, Pitty, 38, conta que foi duro aceitar a restrições nos primeiros meses. "O lado mãe só bateu mesmo quando senti a barriga mexer e vi que ela tinha crescido", disse a cantora à revista "Tpm".
Jorge Bispo/Divulgação
Pitty afirma que tem tido mais vontade de conversar com outras mulheres. "Os homens são solidários, mas o que rola entre mulheres nessa fase é muito singular", diz. "É preciso respeitar as que não querem ter filhos", continua. "A gente se realiza de diversas formas, a maternidade é só uma delas."

Ela sofreu um aborto espontâneo em 2006 e diz que passou por momentos em que ficava na dúvida sobre engravidar de novo. "Nunca sabia qual era a hora certa. Porque talvez não exista a hora certa. Talvez sempre vá rolar algum medo", afirma, aos sete meses de gestação de uma menina.

Fonte: www1.folha.uol.com.br
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