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Evanescence anuncia novo projeto, "Synthesis" com orquestra e musica eletrônica!
Amy Lee publicou um vídeo em suas redes sociais revelando detalhes do material, que unirá orquestra e música eletrônica. O disco ainda incluirá músicas antigas do grupo com novos arranjos e uma pegada bem diferente da faixa original e também duas canções inéditas.
Sobre o título do trabalho, Amy explicou, "Ele é a síntese. Combinação, contraste, a sinergia entre o o orgânico e o sintético, e também o passado e o presente. Este álbum é sobre orquestra e eletrônico. Estamos pegando nossas músicas, tirando as guitarras e baterias pesadas, e substituindo-as por uma orquestra completa e um mundo cheio arranjos sintéticos de batidas e sons".
A americana ainda esclareceu que "Synthesis" não se trata de versões remixes de suas músicas antigas, mas sim uma recriação. "Estamos colocando tudo isso junto como uma grande peça de música, como uma peça clássica. De certo modo, soa como uma trilha sonora. A trilha sonora da minha vida", disse.
Sobre o título do trabalho, Amy explicou, "Ele é a síntese. Combinação, contraste, a sinergia entre o o orgânico e o sintético, e também o passado e o presente. Este álbum é sobre orquestra e eletrônico. Estamos pegando nossas músicas, tirando as guitarras e baterias pesadas, e substituindo-as por uma orquestra completa e um mundo cheio arranjos sintéticos de batidas e sons".
A americana ainda esclareceu que "Synthesis" não se trata de versões remixes de suas músicas antigas, mas sim uma recriação. "Estamos colocando tudo isso junto como uma grande peça de música, como uma peça clássica. De certo modo, soa como uma trilha sonora. A trilha sonora da minha vida", disse.
Para o novo álbum, a banda trabalhou com o regente David Campbell. O Evanescence juntamente com uma orquestra sairá em turnê pela América do Norte em meados de setembro enquanto "Synthesis", deve ser lançado no segundo semestre deste ano.
O Povo: Fortaleza está preparada para receber shows internacionais?
Diante da falta (ainda) de agenda de shows internacionais para 2017, o Vida&Arte avalia os desafios e questiona os potenciais de Fortaleza para receber grandes eventos
O ano já chega ao terceiro mês e, com exceção da apresentação do tenor espanhol José Carreras programada para maio, Fortaleza não tem uma agenda de shows internacionais – a exemplo do que vinha acontecendo nos últimos anos. Principalmente depois de 2013, quando a Arena Castelão recebeu Paul McCartney, a Cidade ganhou força como capital na rota dos grandes eventos. Nos últimos anos passaram por aqui nomes como Elton John, Beyoncé, Maroon 5, Iron Maiden, Scorpions, entre outras atrações. Até agora, porém, 2017 parece não acompanhar o mesmo ritmo.
“A questão de espaço para os shows, que antigamente era um problema, não é mais. O que falta aqui é um festival que possa reunir várias bandas”, avalia o assistente administrativo Diego Mota, 27, que já está com ingressos comprados para o Rock in Rio 2017. Para ele, que ano passado viajou para ver shows do Coldplay e do David Gilmour (ex- Pink Floyd), as produtoras locais precisam ter menos medo de inovar. “Iron Maiden, que é metal, lotou o Castelão na terra do forró. Foi lindo. Vale a pena investirem em shows assim. Não vai faltar público”, aponta.
O gerente de compras Paullo Vasconcelos, 26, – que este ano acompanhará a turnê da banda Evanescence em Brasília, Rio e São Paulo – afirma faltar público em Fortaleza para alguns segmentos da música. “Sou um grande fã do Evanescence, mas não acredito que conseguiríamos lotar um espaço para cinco mil pessoas pagando no mínimo R$ 120 em um ingresso aqui”, lamenta. “Eu acredito muito no potencial de Fortaleza. Acredito que temos estrutura, temos estádios, casas e o famoso espaço do Marina Park. Minha paixão por shows começou com o Ceará Music”, conta, também destacando a necessidade de grandes festivais para facilitar a vinda de bandas “menores”.
“Fortaleza já está firme nessa rota dos grandes shows”, assegura Jean Gomes, diretor financeiro da Arena Castelão. Para ele, o bom funcionamento do estádio é peça-chave para garantir que a Cidade vai seguir recebendo artistas internacionais. “O grande desafio é manter o equipamento vivo, dinamizar e trazer receita. Essa arena multiuso foi projetada para receber ‘n’ tipos de eventos. É completamente modulada para atender públicos de cinco mil a 60 mil pessoas”, afirma. Apesar de ainda não ter nenhuma grande apresentação confirmada este ano, Jean afirma que “dois shows internacionais estão sendo trabalhados”. Sem adiantar muito, ele disse se tratar apenas de bandas de “pop rock”.
“Teremos um bom segundo semestre de shows por aqui, ainda mais porque esse ano tem Rock in Rio e os produtores (cearenses) aproveitam e trazem os shows”, é otimista Livia Holanda, gerente geral do Centro de Eventos. Ela é categórica ao afirmar que a Cidade está firme na rota dos grandes eventos e destaca, entre outros pontos, as opções de voos diretos para a Capital e a proximidade com a Europa. “Tivemos um aumento da malha aérea e da rede hoteleira”, celebra.
Marcelo Rocha, diretor geral da Arte Produções, faz coro. “A Cidade está firmada e consolidada. As produtoras com certeza estão mais seguras para investir”, avalia. Para ele, os eventos recentes atuaram como formadores de plateia para os mais diferentes estilos musicais. “O púbico que comparece aos grandes eventos sempre vem. Acabou se formando essa cultura, criando esse costume e agregando grupos”, aponta.
Na contramão desse avanço apontado por Marcelo, a casa de shows Siará Hall, que recebeu shows de bandas como Megadeth e Motörhead, encerrou mês passado as atividades no endereço fixo em Fortaleza após 12 anos. Por nota, os sócios da empresa responderam apenas que um dos motivos que teria levado ao fechamento da casa de show foi “a dificuldade em manter e obter documentações necessárias para funcionamento, como licenças sonoras, por exemplo. Por funcionar na avenida Washington Soares, área residencial de Fortaleza, o processo é mais burocratizado que o normal”. De acordo com a nota, a empresa será um “centro de eventos e de cultura itinerante”.
Para Marcelo, porém, apesar da existência de problemas de produção, como esse apontado para o fim do Siará Hall, a Cidade “como um todo” já está mais “profissional”. “Fortaleza está pronta pra qualquer tipo de evento. Tanto o setor público quanto o privado estão participando dessa busca pela excelência do serviço”, diz, apontado o ganho recente de espaços como o Centro de Formação Olímpica e o Terminal Marítimo de Passageiros.
Fonte
O ano já chega ao terceiro mês e, com exceção da apresentação do tenor espanhol José Carreras programada para maio, Fortaleza não tem uma agenda de shows internacionais – a exemplo do que vinha acontecendo nos últimos anos. Principalmente depois de 2013, quando a Arena Castelão recebeu Paul McCartney, a Cidade ganhou força como capital na rota dos grandes eventos. Nos últimos anos passaram por aqui nomes como Elton John, Beyoncé, Maroon 5, Iron Maiden, Scorpions, entre outras atrações. Até agora, porém, 2017 parece não acompanhar o mesmo ritmo.
“A questão de espaço para os shows, que antigamente era um problema, não é mais. O que falta aqui é um festival que possa reunir várias bandas”, avalia o assistente administrativo Diego Mota, 27, que já está com ingressos comprados para o Rock in Rio 2017. Para ele, que ano passado viajou para ver shows do Coldplay e do David Gilmour (ex- Pink Floyd), as produtoras locais precisam ter menos medo de inovar. “Iron Maiden, que é metal, lotou o Castelão na terra do forró. Foi lindo. Vale a pena investirem em shows assim. Não vai faltar público”, aponta.
O gerente de compras Paullo Vasconcelos, 26, – que este ano acompanhará a turnê da banda Evanescence em Brasília, Rio e São Paulo – afirma faltar público em Fortaleza para alguns segmentos da música. “Sou um grande fã do Evanescence, mas não acredito que conseguiríamos lotar um espaço para cinco mil pessoas pagando no mínimo R$ 120 em um ingresso aqui”, lamenta. “Eu acredito muito no potencial de Fortaleza. Acredito que temos estrutura, temos estádios, casas e o famoso espaço do Marina Park. Minha paixão por shows começou com o Ceará Music”, conta, também destacando a necessidade de grandes festivais para facilitar a vinda de bandas “menores”.
“Fortaleza já está firme nessa rota dos grandes shows”, assegura Jean Gomes, diretor financeiro da Arena Castelão. Para ele, o bom funcionamento do estádio é peça-chave para garantir que a Cidade vai seguir recebendo artistas internacionais. “O grande desafio é manter o equipamento vivo, dinamizar e trazer receita. Essa arena multiuso foi projetada para receber ‘n’ tipos de eventos. É completamente modulada para atender públicos de cinco mil a 60 mil pessoas”, afirma. Apesar de ainda não ter nenhuma grande apresentação confirmada este ano, Jean afirma que “dois shows internacionais estão sendo trabalhados”. Sem adiantar muito, ele disse se tratar apenas de bandas de “pop rock”.
“Teremos um bom segundo semestre de shows por aqui, ainda mais porque esse ano tem Rock in Rio e os produtores (cearenses) aproveitam e trazem os shows”, é otimista Livia Holanda, gerente geral do Centro de Eventos. Ela é categórica ao afirmar que a Cidade está firme na rota dos grandes eventos e destaca, entre outros pontos, as opções de voos diretos para a Capital e a proximidade com a Europa. “Tivemos um aumento da malha aérea e da rede hoteleira”, celebra.
Marcelo Rocha, diretor geral da Arte Produções, faz coro. “A Cidade está firmada e consolidada. As produtoras com certeza estão mais seguras para investir”, avalia. Para ele, os eventos recentes atuaram como formadores de plateia para os mais diferentes estilos musicais. “O púbico que comparece aos grandes eventos sempre vem. Acabou se formando essa cultura, criando esse costume e agregando grupos”, aponta.
Na contramão desse avanço apontado por Marcelo, a casa de shows Siará Hall, que recebeu shows de bandas como Megadeth e Motörhead, encerrou mês passado as atividades no endereço fixo em Fortaleza após 12 anos. Por nota, os sócios da empresa responderam apenas que um dos motivos que teria levado ao fechamento da casa de show foi “a dificuldade em manter e obter documentações necessárias para funcionamento, como licenças sonoras, por exemplo. Por funcionar na avenida Washington Soares, área residencial de Fortaleza, o processo é mais burocratizado que o normal”. De acordo com a nota, a empresa será um “centro de eventos e de cultura itinerante”.
Para Marcelo, porém, apesar da existência de problemas de produção, como esse apontado para o fim do Siará Hall, a Cidade “como um todo” já está mais “profissional”. “Fortaleza está pronta pra qualquer tipo de evento. Tanto o setor público quanto o privado estão participando dessa busca pela excelência do serviço”, diz, apontado o ganho recente de espaços como o Centro de Formação Olímpica e o Terminal Marítimo de Passageiros.
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Evanescence: Banda está em estúdio gravando novo material!
Em entrevista à AOL, no fim do ano passado, Lee disse que tinha planos, mas ainda não iria revelar. “Estamos começando algo novo no Evanescence, mas não é exatamente algo tradicional”, revelou.
A banda lançou a discografia de estúdio completa em um box de vinil, incluindo o disco de demos Origin (2011) e o EP de “canções perdidas” Lost Whispers. Na última turnê, eles adicionaram no set a canção “Take Cover”, que seria uma das músicas do projeto eletrônico que o Evanescence trabalhou em 2010 com o produtor Steve Lillywhite, mas foi rejeitado pela Wind-Up Records, gravadora do grupo na época.
O grupo de Amy Lee vem ao Brasil em abril para três shows: Brasília (20), Rio de Janeiro (22) e São Paulo (23).
Fonte Original
Fonte Traduzida
Evanescence: O cantor italiano Vasco Rossi anuncia turnê ao lado de Will Hunt
De acordo com o site SoundsBlog, o baterista da banda Evanescence, Will Hunt vai sair em turnê com o cantor pop italiano Vasco Rossi.
O primeiro show acontece no Koma Festival, em Milano, no dia 04.07.2014. Confira abaixo a tradução da parte na qual menciona o baterista e confira a matéria completa AQUI.
O que vai surpreender muita gente, no entanto, é saber que a bateria para a próxima turnê será Will Hunt, emprestado do Evanescence. A banda de Amy Lee está parada desde 2012, e do nada Vasco anunciou em março que estaria negociando com a banda o empréstimo de Will para o Live Koma 2014.
Fonte
Escola de música chilena realizará tributo ao Evanescence
O evento será beneficente, e todo o dinheiro arrecadado será doado para a Fundação de Desenvolvimento da Candelaria.
Fonte
Device: Vídeos de dois shows no YouTube e Datas de Turnê!
No momento a banda Device está em turnê, dois usuários do YouTube disponibilizaram duas gravações.
" EDBD 20 April 13 2013 Orlando FL "
" Device Live - COMPLETE SHOW - Dallas, TX (April 23rd, 2013) Tress "
A banda disponibilizou algumas datas da turnê que está fazendo:
07-May - Stroudsburg, PA - Sherman Theater*
08-May - Flint, MI - The Machine Shop*
10-May - Boone, IA - Lazerfest 2013
11-May - Kansas City, MO – Rockfest
14-May - Buffalo, NY - Rapids Theater**
15-May - North Belle Vernon, PA - Ice Garden
16-May - Clifton Park, NY - Upstate Concert Hall
18-May - Camden, NJ – MMRBQ Festival
19-May - Columbus, OH - Rock on the Range
21-May - Silver Spring, MD - The Fillmore
22-May - Montclair, NJ - Wellmont Theater
24-May - Pryor, OK - Rocklahoma
25-May - St. Louis, MO - Peabody Opera House
28-May - Omaha, NE - Sokol Auditorium
21-Jul - Cadott, WI - Rock Fest
Evanescence - Device: Will Hunt posta foto no Facebook
"Pré-jogo em Houston, logo antes de as portas do local serem abertas"

Evanescence: Will Hunt libera mais um vídeo dos Solos de Bateria
No final do mês passado o Will liberou mais um dos vídeos com os solos de Bateria durante a turnê com o Evanescence,dessa vez a música foi The Other Side e foi gravada em Birmingham no Reino Unido.Veja!
Tag :
Evanescence,
Will Hunt,
Device disponibiliza seu álbum completo no SoundCloud!
O álbum de estréia do Device foi disponibilizado no SoundCloud pela própria banda.
Foi publicado no site oficial:
" LISTEN BEFORE YOU CAN BUY IT ON TUESDAY - OUR DEBUT ALBUM IS NOW STREAMING AT NOISECREEP. "
" Ouça antes quê você possa comprar na Terça-Feira - nosso álbum de estréia Está agora em Streaming no Noisecreep. "
" THE ALBUM IS AVAILABLE FOR PRE-ORDER AT iTUNES AND AMAZON. ON TUESDAY BEST BUY WILL CARRY THE CD AT A SALE PRICE OF $12.99 FOR THE EXCLUSIVE, $9.99 FOR THE STANDARD EDITION. THE EXCLUSIVE VERSION WILL HAVE A BONUS TRACK TITLED “RECOVER”.
" O álbum está disponível para pré-encomenda no iTunes e Amazon. Na Terça-Feira, melhor compra vai levar o CD em um preço de venda de US $ 12,99 para o exclusivo, R $ 9,99 para a edição Standard. A versão exclusiva Terá uma faixa bônus intitulada " Recover " ( Recuperação ). "
Você pode ter acesso as músicas no link:
Tracklist:
1. You Think You Know
2. Penance
3. Vilify
4. Close My Eyes Forever (Feat. Lzzy Hale)
5. Out Of Line (Feat. Serj Tankian & Terry Geezer Butler)
6. Hunted
7. Opinion (Feat. Tom Morello)
8. War Of Lies
9. Haze (Feat. M. Shadows)
10. Through It All (feat. Glenn Hughes)
Deluxe Edition:
11. Wish (Nine Inch cover)
12. A Part of Me
Versão Exclusiva:
13. Recover
Deluxe Edition:
11. Wish (Nine Inch cover)
12. A Part of Me
Versão Exclusiva:
13. Recover
Evanescence - Angie Miller interpreta "Bring Me To Life" no American Idol
Device: cover de "Close My Eyes Forever" com Lzzy Hale
A banda Device, liderada pelo por David Draiman (Disturbed) lançará seu primeiro disco no próximo mês, mas já lançaram o single 'Vilify' e hoje o site Bloody Disgusting disponibilizou o áudio do clássico de Lita Ford e Ozzy Osbourne. Neste cover temos David Draiman assumindo os vocais de Ozzy Osbourne e acompanhando Lzzy cantando as partes da Lita Ford.
O álbum de estréia da banda apresenta o guitarrista Gene Leonardo, que co-escreveu o álbum. Juntamento com o baterista Will Hunt do Evanescence e o guitarrista Virus, do DOPE.
O álbum contará com participações de Serj Tankian (SYSTEM OF A DOWN), Tom Morello (RAGE AGAINST THE MACHINE), Geezer Butler (BLACK SABBATH), Glenn Hughes (DEEP PURPLE, BLACK SABBATH, CLACK COUNTRY COMMUNION), e M . Shadows (AVENGED SEVENFOLD). O álbum será lançado no dia 09 de abril. (A estréia do álbum está quase Chegando!)
Fallen 10 anos: David Hodges agradeçe Amy Lee e Ben Moody
David Hodges apareceu no Twitter e também agradeceu aos fãs e aos ex - colegas de trabalho, confira:
Especial Evanescence Uma Década de Fallen: Há muitas coisas que o tempo não pode apagar!
Nossa parceria com a Trechos de Evanescence trás com exclusividade um history video contando a trajetória da banda para gravar o álbum que revolucionou o rock com vocais femininos, confiram:
Semana Fallen na Trechos de Evanescence
Confira a semana de trechos do álbum Fallen, do Evanescence, produzida pela página parceira Trechos de Evanescence e se liguem: eles prometeram um vídeo avassalador!
Curtam a Trechos de Evanescence e não perca nenhuma atualização: CLIQUE AQUI

Entrevista com Amy Lee: "Não temos o orçamento para fazer um grande vídeo."
Segue aqui a tradução da entrevista dada pela Amy no show da Tenacious D (banda do ator Black Jack), onde ela foi espectadora. Essa foto foi tirada lá.
“TAC: O que a fez viajar para Atlantic City para o show do Tenacious D? Obviamente, a música deles é um pouco diferente da sua!
Amy Lee: Primeiro de tudo, sou um fã antiga da D. Desde o programa de TV, nos anos 90, é bem mais essa coisa cult para todos os músicos que eu já conheci. Mesmo naquela época, eu acho que os músicos amavam a Tenacious D porque o líder é hilário. Jack Black é incrível e KG também, claro. O mais importante, que eu acho que é a razão maior é porque a música é muito boa. Eles são realmente muito talentosos. As piadas estão nas letras, mas fazem ficar impressionante, coisa complicada que você meio que quer aprender! É divertido ouvir como uma piada, mas também é realmente cativante e muito bom. Meu irmão está na cidade e estamos passeando. É seu programa favorito no momento. Será o primeiro show da Tenacious D, tanto para mim quanto para ele, por isso vai ser o ponto alto da nossa viagem, com certeza.
TAC: Você acha que assiste shows de forma diferente sendo uma artista, se comparada a um fã normal?
Amy Lee: Talvez, porque eu sei o que é ser uma artista. Há muita coisa que eu aprecio mesmo nas pequenas coisas. Se a música da Tenacious D fosse ruim, eu não acho que seria engraçada. É legal assistir, porque você está assistindo alguém fazer algo muito, muito bem, mas eles também não estão se levando muito a sério. Acho que isso é meio raro.
TAC: Você esteve aqui há pouco tempo, em agosto, com o Evanescence para uma parada no Carnival Of Madness. Você tem lembranças particulares daqui do House of Blues?
Amy Lee: Foram duas noites seguidas, o que é um pouco estranho, porque você tem que se auto sabotar e dizer a si mesma que você está fazendo show para pessoas diferentes e que eles não viram que você fez exatamente a mesma coisa na noite anterior. Foi uma experiência absolutamente boa. Nós adoramos ir para a House Of Blues e sair para a Foundation Room. Nós tocamos em shows de todos os tamanhos. Às vezes, em uma turnê, você costuma tocar em locais de tamanhos semelhantes, claro, espetáculos de arena são incríveis, mas quando você toca no House Of Blues, é o tamanho perfeito. Você pode ver as pessoas e parece que você está com eles. Às vezes, as pessoas simplesmente se transformam em um mar quando a multidão é muito grande e você se sente meio que sozinha. Eu gosto da intimidade de um club show. Nós tivemos um monte de boas lembranças no House Of Blues por todo o país. Eu acho que quando nós excursionamos pela primeira vez, na turnê de 2003, quando o nosso primeiro álbum saiu, Nova Orleans foi a primeira House of Blues que tocamos. Foi muito legal porque nunca tinha ido a Nova Orleans antes e nós havíamos viajado muito naquele ano. Era tudo novo para mim. Foi tão emocionante caminhar pela Bourbon Street e depois ir tocar no House Of Blues. House Of Blues e Evanescence são amigos há um bom tempo. Eles tem sido uma grande parte da nossa caminhada.
TAC: No Dia dos Namorados, você soltou um vídeo no YouTube de Lost In Paradise feita a partir de uma combinação de vídeos pessoais e de fãs, da turnê do Evanescence que vocês retomaram logo após o Carnival of Madness e esta foi meio que uma lembrança da turnê de vocês para os fãs. Como artista, você compartilha dos mesmos sentimentos que seus fãs quando acaba uma turnê? Meio que triste porque acabou mas sorrindo porque aconteceu esse tipo de coisa?
Amy Lee: Claro. É agridoce. No final de uma turnê, estamos cansados. É sempre mais de um ano. Essa foi de mais ou menos um ano e três meses. É difícil mesmo, quando chegam os últimos dias, você pensa consigo mesmo, “Eu poderia fazer isso por mais um mês. Eu vou sentir falta, de verdade". Terminamos nossa turnê no Reino Unido e foi um grande e belo show em Wembley. Foi um final bonito. Nós rodamos o mundo todo e tocamos em todos esses lugares legais. Amamos demais nossos fãs. Eles nos deram tantas lembranças e me deram o combustível para seguir em frente quando eu não tinha certeza se eu era capaz. É, definitivamente, um relacionamento de mão dupla. Temos apoio das pessoas de uma forma muito legal porque eles estão se conectando com a música em um nível profundo. Nós não nos conhecemos pessoalmente, necessariamente. Podemos nunca nos conhecer, mas existe uma conexão lá, quando estamos no show. Eu tenho tanto os fãs em meu coração, que me tornei amiga de cada um deles ao longo dos anos. Quando eles vem nos visitar, uma lágrima me vem ao olho. Eu amo fazer o que faço e sinto falta dos fãs. Fazer esse vídeo foi muito legal porque eu achava que, mesmo que não o liberássemos, eu queria guardá-lo e documentá-lo para mim, porque eu sempre quis fazer um vídeo para "Lost In Paradise". Não tínhamos o orçamento para fazer um grande vídeo como o Evanescence de antigamente, mas estou realmente feliz que o fizemos. É tão comovente, pessoal e real.
TAC: Vocês deram uma pausa desde que a turnê terminou em novembro. O que tem feito desde então?
Amy Lee: Só megulhando em algum projeto criativo que meu coração deseje no momento. Quando você está na estrada ou promovendo um álbum, o calendário é muito rigoroso. Você tem que seguir o plano. Eu detesto seguir o plano. Essa não é a maneira que estou agora. Se há um plano, eu normalmente quero fazer exatamente o oposto. É legal não ter um plano, porque eu consigo ter ideias criativas, loucas e eu vou lá e faço. Tenho pintado, feito um pouquinho de música para mim, só por brincadeira. Tenho ido a um monte de shows e passado o tempo com a família. Essa é a coisa mais importante e a que você mais sente falta quando está na estrada.
TAC: Que tipo de shows você foi? Algum bom?
Amy Lee: Eu conheci uma banda nova, que estava abrindo para a banda de um amigo meu, The Lone Bellow, da qual sou uma grande fã. Tinha uma banda de abertura chamada Lucius. Eles tem uma dupla feminina nos vocais, então já é um grande começo. Adoro vocalistas e músicos mulheres. Elas dividem igualmente os vocais e tocam vários instrumentos e, claro, há uma banda por trás deles também. É muito interessante e fofa a música deles, bonita. E, claro, elas tinham harmonia, roupas vintage, que eu também curto. The Lone Bellow e Lucius foram as que eu mais gostei de ver, recentemente.
TAC: Você também é atualmente uma defensora e mantenedora da Aid Still Required, uma organização destinada a ajudar as mulheres que sofrem no Haiti. Como você se envolveu com isso?
Amy Lee: Uma das coisas boas em ter pessoas que te seguem é que eles te escutam quando você tem algo importante a dizer. Se há algo que você possa dizer, e que seja tão simples quanto um tweet para espalhar a divulgação e ajudar alguém em algum lugar, eu acho que você deve fazer isso. Isso surgiu porque essa organização estava tentando conseguir algum apoio e reunir um pouco de atenção para essa causa, então eu disse, claro. Não toma muito de mim, e se há alguma chance de que eu possa ajudar alguém, tô dentro.
TAC: Estamos te seguindo no Twitter e você parece tão normal em sua vida no dia a dia.
Amy Lee: Eu não estou twittando muito! Me sinto mal com isso. Quando estamos em turnê, eu tenho bastante coisa a dizer, como a chegada aos shows ou conferir tal foto do show, olhar tal fã. E quando você se desliga, acho que fica muito egocêntrico. Acho que se eu não estivesse numa banda, eu provavelmente não teria um Twitter, para começar. Eu não sou o tipo de pessoa que fica “Olha o meu sanduíche!”. Eu não acho que alguém fosse se importar. Eu não me importo com o que você almoçou. Então, é engraçado agora que eu estou fora, porque eu quero ficar em contato com os fãs, mas eu não acho que eu tenha algo empolgante o suficiente acontecendo para contar.
TAC: Você, definitivamente, parece ter uma vibe diferente daquela de quando está no palco. Quais são as diferenças e semelhanças entre a Amy do palco e a Amy do dia a dia?
Amy Lee: Sou a mesma pessoa mas, definitivamente, não sou uma pessoa sombria e dramática na vida real a maior parte do tempo. Eu tenho esse lado, mas eu ainda sou aquela garota alternativa dos anos 90 que sai procurando o brinquedo antigo Arco-íris Brilhante porque ainda estou tentando completar a minha coleção! Eu amo música. Em primeiro lugar e a mais importante, é a minha grande paixão, mas eu gosto de cozinhar e sair com as pessoas. Eu gosto de tocar e fazer as coisas que unem as pessoas, mas eu adoro estar sozinha e ser criativa e ser introspectiva também.
TAC: Legal! Boa estada aqui e bom show! Você tem planos de sair para se divertir depois?
Amy Lee: Provavelmente irei ao camarim e sairemos com o D, mas eu não tenho certeza do que vai acontecer! Eu, na verdade, não os conheço. É aí que meu lado super tímido aflora.”
Tradução e adaptação: Evanescence Frases
Will Hunt: Device, vídeo oficial de "Vilify" disponível!
O clipe de estréia da música "Vilify" do DEVICE, projeto "industrial-style" que conta com o frontman do DISTURBED, David Draiman e o ex-guitarrista do FILTER, Geno Leonardo, pode ser visto abaixo. O vídeo foi dirigido por P. R. Brown, que já trabalhou anteriormente com muitos artistas como MY CHEMICAL ROMANCE, John Mayer, Alicia Keys, Carrie Underwood, Prince, AUDIOSLAVE, MÖTLEY CRÜE e SIXX: A.M.
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Will Hunt,
Mais novidades sobre a banda Device, com Will Hunt!
A experiência ainda é o melhor catalisador para o progresso. Ao invés de se prender a plantas pré-existentes e convenções, o ícone do hard rock moderno, David Draiman, do DISTURBED, e seu colaborador, Geno Lenardo (ex-FILTER), construíram o DEVICE, com linhas de hard rock, música industrial e eletrônica. Como resultado, o auto-intitulado primeiro álbum do grupo está focado, feroz e poderoso. Com as engrenagens rodando, o próximo capítulo desta história começa agora. A banda ainda conta com o Will Hunt do " Evanescence ".
Enquanto o nomeado ao Grammy, multi-platinas DISTURBED estava em hiato, Lenardo pediu a Draiman para colaborar em uma música para a trilha sonora de “Underworld: Awakening” no final do ano de 2011. Assim que o vocalista ouviu a música, ele ficou intrigado e inspirado. A dupla fez “Hunted” em Chicago, a faixa não entrou na trilha sonora final, por devido circunstâncias além do controle de ambos, Draiman necessitou que eles a segurassem e continuassem a escrever outras faixas. Logo eles teriam um álbum completo.
“Tudo começou a se desenvolver muito naturalmente.” Lembra o frontman. “Geno é um compositor brilhante em seus próprios termos, e um tremendamente talentoso designer de som quando tratamos de equipamento eletrônico. Juntos nós fizemos este monstro. Não é metal, tem uma vibe eletrônica sombria. Ao mesmo tempo ele é grande, épico e com músicas intensamente melódicas. É um rock futurista.”
O primeiro single, “Vilify” mostra a emblemática alquimia de som do DEVICE. Uma guitarra gutural grita ao lado de sintetizadores e é a chave para o ressonar inconfundível do vocalista.
“Ela tem todos os elementos que identificam este corpo de trabalho e da banda.” ele afirma. “É uma excelente introdução para aquilo que o DEVICE é. De um ponto de vista lírico, ela fala sobre como algumas pessoas amam fazer de mim um cara horrível. Eles (os haters) me marcam como um egomaníaco maligno, mas este não é quem eu sou. Eu sou um cara bem calmo e de boas maneiras. [...]”
Em “Out Of Line”, o baixista do BLACK SABBATH, Geezer Butler, faz uma participação. Serj Tankian, do SYSTEM OF A DOWN, Tom Morello, M. Shadows do AVENGED SEVENFOLD, Glenn Hughes do DEEP PURPLE, entre muitos outros ficaram ao lado de Draiman nas gravações do álbum.
Tracklist do álbum "Device"
01. You Think You Know
02. Penance
03. Vilify
04. Close My Eyes Forever (cover de Ozzy Osbourne & Lita Ford) (com Lizzy Hale)
05. Out Of Line (com Serj Tankian, Geezer Butler)
06. Hunted
07. Opnion (com Tom Morello)
08. War Of Lies
09. Haze (com M. Shadows)
10. Through It All (com Glenn Hughes)
Capa do single Vilify:
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Will Hunt,
Will Hunt: banda Device concorre a prêmio no Revolver Golden Gods Awards
A banda do baterista do Evanescence, Device está concorrendo ao prêmio de Best New Talent, ou seja melhor artista revelação, para votar, clique AQUI:
Grammy Trial: Evanescence vence a votação de Best New Artist da Década
Graças aos Evfãs, a banda venceu a enquete do site Bcharts, ultrapassando até mesmo Adele.
A categoria “Best New Artist” do Grammy Awards surgiu desde a primeira edição da premiação em 1959. Não necessariamente, são indicados a esta categoria, os artistas que possuem apenas um álbum de estúdio, mas sim quando o artista lança um material que cria uma identidade do mesmo perante o público.
Até 2009, somente eram elegíveis para esta categoria os artistas que não fossem indicados antes, a nenhuma outra categoria do Grammy. Foi o que ocorreu com a cantora Lady Gaga, que já havia sido indicada por “Just Dance” a um Grammy em 2008, mas em 2009, não foi indicada a categoria de “Best New Artist” por este fato. Mas será que ela venceria a Adele no mesmo ano?
Agora, com a nova regra o artista não precisa lançar um álbum para ser indicado a essa categoria.
Nos últimos 10 anos, vários artistas que ainda estão alta no mercado, venceram tal categoria do Grammy. Alicia Keys, venceu em 2002 contra Nelly Furtado e Linkin Park. Norah Jones em 2003, venceu da Avril Lavigne, Ashanti e John Mayer. Foi fácil para o Evanscence em 2004, não? Sim, venceram de artistas como 50 Cent, Sean Paul, Hearther Headley e Fountains of Wayne. Em 2005, Maroon 5 foi escolhido como o “Best New Artist” do Grammy ganhando da cantora country Gretchen Wilson, do rapper Kanye West e da Joss Stone. John Legend em 2006, venceu a categoria em que também foram indicados: Ciara, Fall Out Boy, Keane e Sugarland. Carrie Underwood, parece ter sido o grande destaque mesmo em 2007, em que concorria com artistas com pouco sucesso comercial: Corinne Baley Rae e Imogen Heap. A queridinha Taylor Swift, concorreu a esta categoria em 2008, mas perdeu para a eterna Amy Winehouse. Duas britânicas disputavam a categoria em 2006 , Duffy e Adele. Mas foi a fofa da Adele que venceu e acreditem, neste mesmo ano, Jonas Brothers foram indicados. Em 2010, poucos foram os artistas pop e com muito sucesso comercial, o grupo country Zac Brown Band venceu de Keri Hilson, Silversun Pickups, The Ting Tings e MGMT. Sem querer desmerecer, mas muita gente ainda não sabe quem é Esperanza Spalding, a vencedora desta categoria em 2011, Drake, Florence + The Machine, Mumford & Sons e Justin Bieber, foram derrotados por ela. E por fim, no ano passado, Bon Iver, não teve muito trabalho em vencer seus concorrentes: Nicki Minaj, J. Cole, The Band Perry e Skrilex, que foi o único artista de música eletrônica a ser indicado a esta categoria nos últimos 10 anos.
Por fim, vamos começar o Grammy Trial do nosso Especial do Grammy. Qual é o melhor artista vencedor da categoria “Best New Artist” dos últimos 10 anos?















