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EVANESCENCE VOLTA COM UM VÍDEO CALEIDOSCÓPICO E EMOCIONAL: "IMPERFECTION"
O grupo liderado por Amy Lee chega no próximo mês com sua nova produção, intitulada "Synthesis".
Depois que Amy Lee aventurou-se com um álbum solo para crianças e nos apresentou alguns meses atrás, uma música (Speak To Me) que ela compôs para a trilha sonora do filme Voice from the Stone. O grupo lançará um novo álbum chamado Synthesis em novembro, que incluirá duas novas faixas e novas versões de suas faixas clássicas pelo produtor Will Hunt e compositor David Campbell, que as reformulou para serem realizadas com uma orquestra sinfônica.
Imperfection é uma das duas novas faixas da banda de músicas recém-escritas, e de acordo com Lee, é a música mais importante do novo álbum. A letra foi escrita na perspectiva de alguém que foi "deixado para trás" depois de um suicídio ou perda.
"Estou cantado da perspectiva da pessoa deixada para trás, a pessoa na sala de espera. É um pedido para você lutar pela sua vida, ficar. Não ceda ao medo - eu tenho que falar isso para mim mesma todos os dias. Ninguém é perfeito. Nós somos todos imperfeitos, e precisamente são essas imperfeições que nos fazem quem nós somos, e temos que aceitá-las porque há muito beleza nessas diferenças.Vale a pena lutar pela vida. Você vale a pena. "
A banda estreou o vídeo do tema, que joga com elementos eletrônicos e falhas que combinam com um baixo intenso na produção mais pop da banda até o momento. No clipe, vemos uma garota que perde alguém próximo dela por causa de um suicídio e, em seguida, o clipe se torna um caleidoscópio de fumaça, tintas e cores com Amy Lee cantando para aquela pessoa que deixou de não desistir..
Depois que Amy Lee aventurou-se com um álbum solo para crianças e nos apresentou alguns meses atrás, uma música (Speak To Me) que ela compôs para a trilha sonora do filme Voice from the Stone. O grupo lançará um novo álbum chamado Synthesis em novembro, que incluirá duas novas faixas e novas versões de suas faixas clássicas pelo produtor Will Hunt e compositor David Campbell, que as reformulou para serem realizadas com uma orquestra sinfônica.
Imperfection é uma das duas novas faixas da banda de músicas recém-escritas, e de acordo com Lee, é a música mais importante do novo álbum. A letra foi escrita na perspectiva de alguém que foi "deixado para trás" depois de um suicídio ou perda.
"Estou cantado da perspectiva da pessoa deixada para trás, a pessoa na sala de espera. É um pedido para você lutar pela sua vida, ficar. Não ceda ao medo - eu tenho que falar isso para mim mesma todos os dias. Ninguém é perfeito. Nós somos todos imperfeitos, e precisamente são essas imperfeições que nos fazem quem nós somos, e temos que aceitá-las porque há muito beleza nessas diferenças.Vale a pena lutar pela vida. Você vale a pena. "
A banda estreou o vídeo do tema, que joga com elementos eletrônicos e falhas que combinam com um baixo intenso na produção mais pop da banda até o momento. No clipe, vemos uma garota que perde alguém próximo dela por causa de um suicídio e, em seguida, o clipe se torna um caleidoscópio de fumaça, tintas e cores com Amy Lee cantando para aquela pessoa que deixou de não desistir..
O álbum Synthesis do Evanescence sera lançado oficialmente no dia 10 de novembro. Aproveite o vídeo Imperfection abaixo:
Fonte:ismorbo.com
Tradução:Deusas do Rock
Evanescence anuncia novo projeto, "Synthesis" com orquestra e musica eletrônica!
Amy Lee publicou um vídeo em suas redes sociais revelando detalhes do material, que unirá orquestra e música eletrônica. O disco ainda incluirá músicas antigas do grupo com novos arranjos e uma pegada bem diferente da faixa original e também duas canções inéditas.
Sobre o título do trabalho, Amy explicou, "Ele é a síntese. Combinação, contraste, a sinergia entre o o orgânico e o sintético, e também o passado e o presente. Este álbum é sobre orquestra e eletrônico. Estamos pegando nossas músicas, tirando as guitarras e baterias pesadas, e substituindo-as por uma orquestra completa e um mundo cheio arranjos sintéticos de batidas e sons".
A americana ainda esclareceu que "Synthesis" não se trata de versões remixes de suas músicas antigas, mas sim uma recriação. "Estamos colocando tudo isso junto como uma grande peça de música, como uma peça clássica. De certo modo, soa como uma trilha sonora. A trilha sonora da minha vida", disse.
Sobre o título do trabalho, Amy explicou, "Ele é a síntese. Combinação, contraste, a sinergia entre o o orgânico e o sintético, e também o passado e o presente. Este álbum é sobre orquestra e eletrônico. Estamos pegando nossas músicas, tirando as guitarras e baterias pesadas, e substituindo-as por uma orquestra completa e um mundo cheio arranjos sintéticos de batidas e sons".
A americana ainda esclareceu que "Synthesis" não se trata de versões remixes de suas músicas antigas, mas sim uma recriação. "Estamos colocando tudo isso junto como uma grande peça de música, como uma peça clássica. De certo modo, soa como uma trilha sonora. A trilha sonora da minha vida", disse.
Para o novo álbum, a banda trabalhou com o regente David Campbell. O Evanescence juntamente com uma orquestra sairá em turnê pela América do Norte em meados de setembro enquanto "Synthesis", deve ser lançado no segundo semestre deste ano.
Amy Lee: ''Sinto que o Brasil é o número 1.Nós amamos os nossos fãs brasileiros''
O Brasil tem paixão pelo Evanescence. Em quase nenhum país do mundo, a banda mexe tanto com os fãs como por aqui. Talvez por ter embalado a adolescência sombria e gótica de muita gente nos anos 2000, o sucesso ainda seja tanto. A recíproca, garante a vocalista Amy Lee, é verdadeira. “Eu acho que grande parte dos nossos fãs são brasileiros, e sinto que o Brasil é o número 1”, disse a cantora em entrevista ao Correio.
Depois de ter um filho e gravar até um álbum infantil (Dream to much), Amy Lee e a banda voltam agora aos palcos com uma nova turnê (que chega a Brasília no dia 20). “Eu estou muito empolgada, especialmente porque eu não estava muito na estrada, eu estava em casa e muito do meu processo criativo é estar em turnê e em performance”, explica Amy.
Ao contrário do que a roupa preta e o visual gótico do início da carreira poderiam sugerir, a cantora exalou simpatia ao falar ao Correio sobre as mudanças, a banda e a nova rotina.
Evanescence
NET Live. 20 de abril (quinta-feira), às 22h. Ingressos a R$ 280 reais (camarote); R$ 190 (pista premium); R$ 90 (pista). Valores referentes a meia-entrada. Classificação indicativa: não recomendado para menores de 16 anos.
» Entrevista // Amy Lee
O Brasil tem uma paixão por você e pelo Evanescence. Vocês continuam com muitos fãs por aqui. A sua relação com o país e com os brasileiros é mesmo próxima?
Eu não sei nem por onde começar... Eu acho que grande parte dos nossos fãs são brasileiros e sinto que o Brasil é o número 1. Quando eu entro na internet, no Twitter, Facebook, Instagram, pelo menos metade das coisas que eu leio está em português. Nós amamos os nossos fãs brasileiros. É sempre empolgante ter uma turnê na América do Sul, porque nossos fãs são apaixonados, e é sempre uma ocasião especial, porque nós não vamos sempre. Então, quando vamos, é uma grande festa.
Você mudou muito. Gravou um disco infantil, se dedicou a outros projetos. Essas mudanças foram positivas para você?
É muito inspirador para mim ser capaz de fazer muitas coisas diferentes, nos dois últimos anos, especialmente. Eu tive meu filho em 2014 e, na verdade, eu fiz muitas músicas enquanto estava grávida. Lancei um álbum de trilha sonora que não decolou totalmente, mas é muito bom ser capaz de mostrar diferentes lados do que eu posso fazer. Eu acabei de gravar uma música para a trilha sonora de um filme que será lançado logo. Se chama Voices from the stone, é um filme lindo, amo a música e eu mal posso esperar para sair, porque foi muito divertido.
E o Evanescence? Você tem feito coisas novas para a banda?
Eu gravei o álbum infantil no ano passado, como você disse, e foi muito legal trabalhar em família e agora vou lançar músicas solo e também fazer mais shows com o Evanescence. Na verdade, estou começando a ficar criativa com o Evanescence também, eu não sei o que está acontecendo ainda, mas acho que lançarei mais trabalhos. Eu estou me sentindo muito inspirada. Agora, estou trabalhando em diferentes projetos ao mesmo tempo, e é ótimo poder fazer isso.
Quando você escuta os trabalhos antigos, como o Origin, percebe que as mudanças foram uma evolução?
Bom, eu tive que voltar e ouvir tudo começando pelo Origin, recentemente. Na verdade, é muito legal ser capaz de voltar no tempo e ver tudo que eu já fiz naquele período e me sinto muito orgulhosa. Eu, definitivamente, consigo ver minha evolução, como você disse, do começo até o fim e fico muito orgulhosa de estar onde eu estou agora. Quando escuto o Origin, eu penso: “Cara, isso era muito bom”. Mas, na verdade, é mais como: “Uau, eu só estava começando a aprender a fazer música, mas tem alguma coisa bonita nisso também”. Então, sim, eu consigo ver essa evolução e estou orgulhosa dela e ansiosa para o que vem depois.
Você passou um tempo sem fazer shows, longe do palco e da estrada. Como é essa volta?
Na verdade, é bom, muito bom. Eu estou muito empolgada, especialmente porque eu não estava muito na estrada, eu ficava em casa, e muito do meu processo criativo é estar em turnê e em performance. Então, quando nós planejamos uma turnê, não planejamos uma turnê muito longa, porque, como você sabe, preciso ser uma mãe agora e eu realmente gosto de compor nesse intervalo. Quando nós começamos, nós vivíamos na estrada por mais de um ano. Isso é divertido, mas eventualmente fica difícil, fica tedioso e frustrante porque você faz a mesma coisa de novo e de novo. É ótimo que agora nós somos capazes de não ficar em turnê por tanto tempo, mas eu amo estar em turnê.
Fonte:correiobraziliense.com.br
Depois de ter um filho e gravar até um álbum infantil (Dream to much), Amy Lee e a banda voltam agora aos palcos com uma nova turnê (que chega a Brasília no dia 20). “Eu estou muito empolgada, especialmente porque eu não estava muito na estrada, eu estava em casa e muito do meu processo criativo é estar em turnê e em performance”, explica Amy.
Ao contrário do que a roupa preta e o visual gótico do início da carreira poderiam sugerir, a cantora exalou simpatia ao falar ao Correio sobre as mudanças, a banda e a nova rotina.
Evanescence
NET Live. 20 de abril (quinta-feira), às 22h. Ingressos a R$ 280 reais (camarote); R$ 190 (pista premium); R$ 90 (pista). Valores referentes a meia-entrada. Classificação indicativa: não recomendado para menores de 16 anos.
» Entrevista // Amy Lee
O Brasil tem uma paixão por você e pelo Evanescence. Vocês continuam com muitos fãs por aqui. A sua relação com o país e com os brasileiros é mesmo próxima?
Eu não sei nem por onde começar... Eu acho que grande parte dos nossos fãs são brasileiros e sinto que o Brasil é o número 1. Quando eu entro na internet, no Twitter, Facebook, Instagram, pelo menos metade das coisas que eu leio está em português. Nós amamos os nossos fãs brasileiros. É sempre empolgante ter uma turnê na América do Sul, porque nossos fãs são apaixonados, e é sempre uma ocasião especial, porque nós não vamos sempre. Então, quando vamos, é uma grande festa.
Você mudou muito. Gravou um disco infantil, se dedicou a outros projetos. Essas mudanças foram positivas para você?
É muito inspirador para mim ser capaz de fazer muitas coisas diferentes, nos dois últimos anos, especialmente. Eu tive meu filho em 2014 e, na verdade, eu fiz muitas músicas enquanto estava grávida. Lancei um álbum de trilha sonora que não decolou totalmente, mas é muito bom ser capaz de mostrar diferentes lados do que eu posso fazer. Eu acabei de gravar uma música para a trilha sonora de um filme que será lançado logo. Se chama Voices from the stone, é um filme lindo, amo a música e eu mal posso esperar para sair, porque foi muito divertido.
E o Evanescence? Você tem feito coisas novas para a banda?
Eu gravei o álbum infantil no ano passado, como você disse, e foi muito legal trabalhar em família e agora vou lançar músicas solo e também fazer mais shows com o Evanescence. Na verdade, estou começando a ficar criativa com o Evanescence também, eu não sei o que está acontecendo ainda, mas acho que lançarei mais trabalhos. Eu estou me sentindo muito inspirada. Agora, estou trabalhando em diferentes projetos ao mesmo tempo, e é ótimo poder fazer isso.
Quando você escuta os trabalhos antigos, como o Origin, percebe que as mudanças foram uma evolução?
Bom, eu tive que voltar e ouvir tudo começando pelo Origin, recentemente. Na verdade, é muito legal ser capaz de voltar no tempo e ver tudo que eu já fiz naquele período e me sinto muito orgulhosa. Eu, definitivamente, consigo ver minha evolução, como você disse, do começo até o fim e fico muito orgulhosa de estar onde eu estou agora. Quando escuto o Origin, eu penso: “Cara, isso era muito bom”. Mas, na verdade, é mais como: “Uau, eu só estava começando a aprender a fazer música, mas tem alguma coisa bonita nisso também”. Então, sim, eu consigo ver essa evolução e estou orgulhosa dela e ansiosa para o que vem depois.
Você passou um tempo sem fazer shows, longe do palco e da estrada. Como é essa volta?
Na verdade, é bom, muito bom. Eu estou muito empolgada, especialmente porque eu não estava muito na estrada, eu ficava em casa, e muito do meu processo criativo é estar em turnê e em performance. Então, quando nós planejamos uma turnê, não planejamos uma turnê muito longa, porque, como você sabe, preciso ser uma mãe agora e eu realmente gosto de compor nesse intervalo. Quando nós começamos, nós vivíamos na estrada por mais de um ano. Isso é divertido, mas eventualmente fica difícil, fica tedioso e frustrante porque você faz a mesma coisa de novo e de novo. É ótimo que agora nós somos capazes de não ficar em turnê por tanto tempo, mas eu amo estar em turnê.
Fonte:correiobraziliense.com.br
O Povo: Fortaleza está preparada para receber shows internacionais?
Diante da falta (ainda) de agenda de shows internacionais para 2017, o Vida&Arte avalia os desafios e questiona os potenciais de Fortaleza para receber grandes eventos
O ano já chega ao terceiro mês e, com exceção da apresentação do tenor espanhol José Carreras programada para maio, Fortaleza não tem uma agenda de shows internacionais – a exemplo do que vinha acontecendo nos últimos anos. Principalmente depois de 2013, quando a Arena Castelão recebeu Paul McCartney, a Cidade ganhou força como capital na rota dos grandes eventos. Nos últimos anos passaram por aqui nomes como Elton John, Beyoncé, Maroon 5, Iron Maiden, Scorpions, entre outras atrações. Até agora, porém, 2017 parece não acompanhar o mesmo ritmo.
“A questão de espaço para os shows, que antigamente era um problema, não é mais. O que falta aqui é um festival que possa reunir várias bandas”, avalia o assistente administrativo Diego Mota, 27, que já está com ingressos comprados para o Rock in Rio 2017. Para ele, que ano passado viajou para ver shows do Coldplay e do David Gilmour (ex- Pink Floyd), as produtoras locais precisam ter menos medo de inovar. “Iron Maiden, que é metal, lotou o Castelão na terra do forró. Foi lindo. Vale a pena investirem em shows assim. Não vai faltar público”, aponta.
O gerente de compras Paullo Vasconcelos, 26, – que este ano acompanhará a turnê da banda Evanescence em Brasília, Rio e São Paulo – afirma faltar público em Fortaleza para alguns segmentos da música. “Sou um grande fã do Evanescence, mas não acredito que conseguiríamos lotar um espaço para cinco mil pessoas pagando no mínimo R$ 120 em um ingresso aqui”, lamenta. “Eu acredito muito no potencial de Fortaleza. Acredito que temos estrutura, temos estádios, casas e o famoso espaço do Marina Park. Minha paixão por shows começou com o Ceará Music”, conta, também destacando a necessidade de grandes festivais para facilitar a vinda de bandas “menores”.
“Fortaleza já está firme nessa rota dos grandes shows”, assegura Jean Gomes, diretor financeiro da Arena Castelão. Para ele, o bom funcionamento do estádio é peça-chave para garantir que a Cidade vai seguir recebendo artistas internacionais. “O grande desafio é manter o equipamento vivo, dinamizar e trazer receita. Essa arena multiuso foi projetada para receber ‘n’ tipos de eventos. É completamente modulada para atender públicos de cinco mil a 60 mil pessoas”, afirma. Apesar de ainda não ter nenhuma grande apresentação confirmada este ano, Jean afirma que “dois shows internacionais estão sendo trabalhados”. Sem adiantar muito, ele disse se tratar apenas de bandas de “pop rock”.
“Teremos um bom segundo semestre de shows por aqui, ainda mais porque esse ano tem Rock in Rio e os produtores (cearenses) aproveitam e trazem os shows”, é otimista Livia Holanda, gerente geral do Centro de Eventos. Ela é categórica ao afirmar que a Cidade está firme na rota dos grandes eventos e destaca, entre outros pontos, as opções de voos diretos para a Capital e a proximidade com a Europa. “Tivemos um aumento da malha aérea e da rede hoteleira”, celebra.
Marcelo Rocha, diretor geral da Arte Produções, faz coro. “A Cidade está firmada e consolidada. As produtoras com certeza estão mais seguras para investir”, avalia. Para ele, os eventos recentes atuaram como formadores de plateia para os mais diferentes estilos musicais. “O púbico que comparece aos grandes eventos sempre vem. Acabou se formando essa cultura, criando esse costume e agregando grupos”, aponta.
Na contramão desse avanço apontado por Marcelo, a casa de shows Siará Hall, que recebeu shows de bandas como Megadeth e Motörhead, encerrou mês passado as atividades no endereço fixo em Fortaleza após 12 anos. Por nota, os sócios da empresa responderam apenas que um dos motivos que teria levado ao fechamento da casa de show foi “a dificuldade em manter e obter documentações necessárias para funcionamento, como licenças sonoras, por exemplo. Por funcionar na avenida Washington Soares, área residencial de Fortaleza, o processo é mais burocratizado que o normal”. De acordo com a nota, a empresa será um “centro de eventos e de cultura itinerante”.
Para Marcelo, porém, apesar da existência de problemas de produção, como esse apontado para o fim do Siará Hall, a Cidade “como um todo” já está mais “profissional”. “Fortaleza está pronta pra qualquer tipo de evento. Tanto o setor público quanto o privado estão participando dessa busca pela excelência do serviço”, diz, apontado o ganho recente de espaços como o Centro de Formação Olímpica e o Terminal Marítimo de Passageiros.
Fonte
O ano já chega ao terceiro mês e, com exceção da apresentação do tenor espanhol José Carreras programada para maio, Fortaleza não tem uma agenda de shows internacionais – a exemplo do que vinha acontecendo nos últimos anos. Principalmente depois de 2013, quando a Arena Castelão recebeu Paul McCartney, a Cidade ganhou força como capital na rota dos grandes eventos. Nos últimos anos passaram por aqui nomes como Elton John, Beyoncé, Maroon 5, Iron Maiden, Scorpions, entre outras atrações. Até agora, porém, 2017 parece não acompanhar o mesmo ritmo.
“A questão de espaço para os shows, que antigamente era um problema, não é mais. O que falta aqui é um festival que possa reunir várias bandas”, avalia o assistente administrativo Diego Mota, 27, que já está com ingressos comprados para o Rock in Rio 2017. Para ele, que ano passado viajou para ver shows do Coldplay e do David Gilmour (ex- Pink Floyd), as produtoras locais precisam ter menos medo de inovar. “Iron Maiden, que é metal, lotou o Castelão na terra do forró. Foi lindo. Vale a pena investirem em shows assim. Não vai faltar público”, aponta.
O gerente de compras Paullo Vasconcelos, 26, – que este ano acompanhará a turnê da banda Evanescence em Brasília, Rio e São Paulo – afirma faltar público em Fortaleza para alguns segmentos da música. “Sou um grande fã do Evanescence, mas não acredito que conseguiríamos lotar um espaço para cinco mil pessoas pagando no mínimo R$ 120 em um ingresso aqui”, lamenta. “Eu acredito muito no potencial de Fortaleza. Acredito que temos estrutura, temos estádios, casas e o famoso espaço do Marina Park. Minha paixão por shows começou com o Ceará Music”, conta, também destacando a necessidade de grandes festivais para facilitar a vinda de bandas “menores”.
“Fortaleza já está firme nessa rota dos grandes shows”, assegura Jean Gomes, diretor financeiro da Arena Castelão. Para ele, o bom funcionamento do estádio é peça-chave para garantir que a Cidade vai seguir recebendo artistas internacionais. “O grande desafio é manter o equipamento vivo, dinamizar e trazer receita. Essa arena multiuso foi projetada para receber ‘n’ tipos de eventos. É completamente modulada para atender públicos de cinco mil a 60 mil pessoas”, afirma. Apesar de ainda não ter nenhuma grande apresentação confirmada este ano, Jean afirma que “dois shows internacionais estão sendo trabalhados”. Sem adiantar muito, ele disse se tratar apenas de bandas de “pop rock”.
“Teremos um bom segundo semestre de shows por aqui, ainda mais porque esse ano tem Rock in Rio e os produtores (cearenses) aproveitam e trazem os shows”, é otimista Livia Holanda, gerente geral do Centro de Eventos. Ela é categórica ao afirmar que a Cidade está firme na rota dos grandes eventos e destaca, entre outros pontos, as opções de voos diretos para a Capital e a proximidade com a Europa. “Tivemos um aumento da malha aérea e da rede hoteleira”, celebra.
Marcelo Rocha, diretor geral da Arte Produções, faz coro. “A Cidade está firmada e consolidada. As produtoras com certeza estão mais seguras para investir”, avalia. Para ele, os eventos recentes atuaram como formadores de plateia para os mais diferentes estilos musicais. “O púbico que comparece aos grandes eventos sempre vem. Acabou se formando essa cultura, criando esse costume e agregando grupos”, aponta.
Na contramão desse avanço apontado por Marcelo, a casa de shows Siará Hall, que recebeu shows de bandas como Megadeth e Motörhead, encerrou mês passado as atividades no endereço fixo em Fortaleza após 12 anos. Por nota, os sócios da empresa responderam apenas que um dos motivos que teria levado ao fechamento da casa de show foi “a dificuldade em manter e obter documentações necessárias para funcionamento, como licenças sonoras, por exemplo. Por funcionar na avenida Washington Soares, área residencial de Fortaleza, o processo é mais burocratizado que o normal”. De acordo com a nota, a empresa será um “centro de eventos e de cultura itinerante”.
Para Marcelo, porém, apesar da existência de problemas de produção, como esse apontado para o fim do Siará Hall, a Cidade “como um todo” já está mais “profissional”. “Fortaleza está pronta pra qualquer tipo de evento. Tanto o setor público quanto o privado estão participando dessa busca pela excelência do serviço”, diz, apontado o ganho recente de espaços como o Centro de Formação Olímpica e o Terminal Marítimo de Passageiros.
Fonte
Evanescence: Banda está em estúdio gravando novo material!
Em entrevista à AOL, no fim do ano passado, Lee disse que tinha planos, mas ainda não iria revelar. “Estamos começando algo novo no Evanescence, mas não é exatamente algo tradicional”, revelou.
A banda lançou a discografia de estúdio completa em um box de vinil, incluindo o disco de demos Origin (2011) e o EP de “canções perdidas” Lost Whispers. Na última turnê, eles adicionaram no set a canção “Take Cover”, que seria uma das músicas do projeto eletrônico que o Evanescence trabalhou em 2010 com o produtor Steve Lillywhite, mas foi rejeitado pela Wind-Up Records, gravadora do grupo na época.
O grupo de Amy Lee vem ao Brasil em abril para três shows: Brasília (20), Rio de Janeiro (22) e São Paulo (23).
Fonte Original
Fonte Traduzida
Evanescence: Banda confirma 3 shows no Brasil em abril de 2017
Estamos animados em anunciar que iremos para a América do Sul em abril de 2017 nas datas abaixo.
20/04 Net Live - Brasília, BR
22/04 Vivo Rio - Rio de Janeiro, BR
23/04 Espaço das Américas - São Paulo, BR
Os ingressos vão à venda no dia 20 de dezembro!
http://www.clubeshows.com.br
20/04 Net Live - Brasília, BR
22/04 Vivo Rio - Rio de Janeiro, BR
23/04 Espaço das Américas - São Paulo, BR
Os ingressos vão à venda no dia 20 de dezembro!
http://www.clubeshows.com.br
EVANESCENCE RETORNA AO BRASIL PARA TRÊS SHOWS
A pré-venda para membros Ouro e Diamante do Clube Shows, começa no dia 16/12/2016 as 9:00 horas e a venda ao público no dia 20/12/2016 as 9:00 horas através do site www.poladian.com.br
Depois de um hiato de 4 anos, o Evanescence retorna ao Brasil para três shows, comemorando uma nova fase em sua carreira de enorme sucesso.
Formada em 1995, na cidade de Little Rock (Arkansas) por Amy Lee e Ben Moody, na época com 13 e 14 anos, o Evanescence sempre teve como diferencial, uma sonoridade única.
Como descreveria Amy Lee – “Evanescence significa dissipação ou o desaparecimento como vapor. É uma palavra que a maioria das pessoas nunca escutou, porque nós saímos do nada e nós queremos esse elemento de mistério em nossa música. Acho também que é uma palavra linda, como nossa música”.
Em 1998, a banda lançou seu primeiro EP, com a ajuda dos amigos e futuros integrantes, o baterista Rocky Gray e o baixista Will Boyd. Logo em 1999, o primeiro disco Origin foi lançado, mas foi apenas em 2003 com o álbum Fallen que a banda ganhou reconhecimento internacional ao vender mais de 15 milhões de cópias e receber muitos prêmios, entre eles 2 Grammy Awards.
Tamanho triunfo permitiu ao grupo realizar diversas turnês ao redor do mundo e gravar o DVD Anywhere But Home, mesmo após o impacto da saída de Ben Moody. Com o lançamento em 2006 do disco The Open Door, o Evanescence ampliou ainda mais o número de países por onde passou, vindo a primeira vez ao Brasil em 2007.
Entre 2008 e 2011 foram muitos shows, paradas para projetos solos, projetos pessoais, troca de músicos e finalmente em 2011 a reunião da banda, agora composta por Amy Lee (piano e vocal), Terry Balsamo e Troy McLawhorn (guitarras), Tim McCord (baixo) e pelo Will Hunt(bateria) para gravar o álbum auto intitulado Evanescence produzido por Nick Raskulinecz (Alice in Chains, Deftones), seguido de uma nova turnê em 2012.
Desde então a banda pouco apareceu em público, optando por realizar apenas alguns pequenos shows.
Ao que tudo indica, esta grande banda, com grandes histórias, parece estar hoje em sua melhor fase, emocional e profissional, mais felizes e animados com o início em 2017 de uma nova jornada, que começara pelos shows na América do Sul, incluindo o Brasil.
Em entrevista recente, Amy Lee falou que está preparando algo novo para o Evanescence que poderá “levar a banda a outro caminho”.
Já se sabe que uma das grandes novidades é a nova integrante, Jen Majura, reconhecidamente uma talentosa guitarrista, que certamente somará muito a banda. As outras novidades, os fãs terão que esperar para assistir pessoalmente nas três apresentações da banda no Brasil: Dia 20/Abril no Net Live em Brasília, Dia 22/Abril no Vivo Rio no Rio de Janeiro e Dia 23/Abril no Espaço das Américas em São Paulo.
A pré-venda para membros Ouro e Diamante do Clube Shows, www.clubeshows.com.br, começa no dia 16/12/2016 as 9:00 horas e a venda ao público no dia 20/12/2016 as 9:00 horas através do site www.poladian.com.br
Evanescence: Show completo de Huntington em HD
Confiram o show completo de encerramento da Fall Tour do Evanescence que rolou no dia 23 de Novembro em Huntington (Nova York) nos Estados Unidos.
O Show foi transmitido pela Live Nation e teve aproximadamente uma hora e meia de duração com os maiores sucessos da banda!
Setlist:
Everybody's Fool
What You Want
Going Under
The Other Side
Lithium
Even in Death
My Heart Is Broken
Made of Stone
Weight of the World
The Change
Take Cover
Breathe No More
My Immortal
Your Star
Whisper
Disappear
Call Me When You're Sober
Imaginary
Bring Me to Life
Diry Diana (Michael Jackson)
Evanescence: Banda retorna aos palcos com um show cheio de surpresas!
Ontem a banda Evanescence retornou aos palcos para uma turnê pelos Estados Unidos. O show começo em torno da meia-noite (no horário de Brasilia) e contou com o retorno das músicas Everybody Is Fool e Breathe No More, que não são tocadas desde de 2004 pela banda, além disso tivemos a estréia da nova música Take Cover e Dirty Diana do Michael Jackson encerrando o show. A banda continua sua turnê pelos Estados Unidos amanhã e Amy Lee também confirmou para alguns fãs brasileiros que foram ao show que os shows no Brasil estão em fase de negociação, mas já é 99% certo de que a banda esteja em solo brasileiro no ano que vem e que também passarão por mais de uma cidade.
Setlist:
Everybody's Fool
What You Want
Going Under
The Other Side
Lithium
Even In Death
My Heart Is Broken
Made Of Stone
Weight of The World
The Change
Take Cover (New Song) (Live Primiere)
Breathe no More
My Immortal
Your Star
Whisper
Disappear
Call me When you're sober
Imaginary
Bring Me To Life
Dirty Diana (Michael Jackson Cover)
Evanescence: Leitura Dinâmica comenta sobre os shows no Brasil em 2017
Evanescence deve fazer dois shows no Brasil em abril de 2017
A banda, liderada pela cantora Amy Lee, já esteve no Brasil três vezes e está com nova formação. Os locais onde devem ocorrer as apresentações ainda não foram divulgados. Veja mais notícias do mundo da música.
Assista o Vídeo aqui!
Evanescence: Banda retorna ao Brasil em Abril de 2017!
Amy Lee cantou com o Evanescence no Maquinaria, em 2009, e no Rock in Rio, em 2011. A banda voltou ao Brasil em 2012, para turnê solo.Segundo o Destak Jornal o retorno ao país vai acontecer cinco anos depois. O quinteto chega em abril para ao menos dois shows. Cidades e locais logo serão definidos.
O Evanescence está com nova formação. A guitarrista alemã Jen Majura entrou no lugar do músico Terry Balsamo.
A banda americana começa nova turnê na próxima sexta-feira (28), com um show em Dallas, no Texas. Depois, toca em mais palcos dos Estados Unidos até o fim de novembro. Uma das apresentações será no Kink Festival, em Orlando, na Flórida, no dia 12/11.
O Evanescence não tem disco novo, mas lançou, recentemente, um box com as versões em vinil de todos os seus trabalhos.
Fonte
O Evanescence está com nova formação. A guitarrista alemã Jen Majura entrou no lugar do músico Terry Balsamo.
A banda americana começa nova turnê na próxima sexta-feira (28), com um show em Dallas, no Texas. Depois, toca em mais palcos dos Estados Unidos até o fim de novembro. Uma das apresentações será no Kink Festival, em Orlando, na Flórida, no dia 12/11.
O Evanescence não tem disco novo, mas lançou, recentemente, um box com as versões em vinil de todos os seus trabalhos.
Fonte
Evanescence: novo Photoshoot de Jen Majura
Confira as novas fotos da Guitarrista do Evanescence e vocalista do DOH, Jen Majura (ela foi clicada por Tom Row):
Jen Majura do Evanescence critica Phil Anselmo do Pantera
A guitarrista do Evanescence, Jen Majura usou seu canal na plataforma youtube para criticar as supostas acusações de racismo a Phil Anselmo do Pantera, o qual gritou "White Power" em um dos shows da banda. Tradução e vídeo você confere abaixo:
"Anselmo se comportou feito um idiota com uma atitude muito, muito imbecil. Eu nunca fui muito fã de respostas no YouTube ou coisas do tipo, mas depois que vi o vídeo, não posso ficar quieta. Especialmente eu, que tenho ascendência asiática e moro na Alemanha, eu preciso dizer algo. O Pantera sempre foi uma influência enorme para muitos músicos, e ainda tem muitos seguidores jovens. Obviamente essa banda tem um líder que está se comportando como um idiota com uma atitude muito, muito imbecil. E não tenho medo de dizer isso, porque é errado. Você não pode ir ao palco e se comportar daquela maneira gritando “white power”. E ainda por cima, depois, diz que é uma piada sobre vinho? Isso é idiota. Isso é idiota. E não é correto se comportar assim. Então se essa é a sua opinião verdadeira e a maneira como você pensa, só tenho uma coisa a dizer: Foda-se, Phil Anselmo!"
Amy Lee: "Tenho um filho de um ano e, sendo honesta, ele é meu foco agora."
Nova entrevista exclusiva à revista britânica Kerrang. Confira a tradução da entrevista na integra:
"Evanescence: o próximo capítulo"
Para o descontentamento de muitos fãs de Evanescence, as notícias têm sido ralas nos últimos anos. Faz quatro anos desde o último álbum e três desde os últimos shows em UK. Da última vez que a Kerrang falou com a Amy, ela estava feliz por compor a trilha sonora de War Story, mas não havia nada em relação à banda.
Foi bem inesperado quando, em fevereiro, o Evanescence anunciou um show no Japão e, mais tarde, três shows nos EUA. Foi ainda mais inesperado quando o Evanescence postou, há algumas semanas, que o guitarrista de mais de dez anos de banda, Terry Balsamo, estava deixando o Evanescence.
"Após dois álbuns, incontáveis aventuras ao redor do mundo e no palco, chegou ao fim o tempo do Terry no Evanescence", dizia o post que apresentaria Jen Majura. Mas como Jen entrou na banda? O que aconteceu com Terry? O que está por vir para uma das maiores bandas de rock?
O Evanescence está de volta à ativa e com uma nova guitarrista. Como tudo isso aconteceu?
Amy: "começou com um convite bem legal
de irmos tocar no Japão. Oportunidades assim aparecem algumas vezes para
tocarmos na frente de milhares de pessoas e não quero perder a chance de
aproveitar. Quando recebi a proposta, pensei "Nossa tenho que tocar
lá", especialmente por ser um lugar longe - estávamos vendo sobre isso em
fevereiro. Pensei " já terá passado tempo suficiente para ter meu filho,
perder peso, juntar a banda, equipamentos, praticar e fazer a coisa
direito"! Mas daí nos sabíamos que precisaríamos de um novo guitarrista e
comecei a procurar."
"Nós amamos o Terry. Ele sempre será parte do Evanescence." - Amy
No seu
anúncio, você não diz porque Terry saiu da banda, e ele também não comentou
nada... O que houve?
Amy: "é uma coisa meio pessoal. Do
jeito que coloquei é porque não precisa ser um motivo enorme. As pessoas mudam.
Claro, já passamos por isso. 99% das bandas já passaram. Esse não é nosso
primeiro, segundo, nem terceiro ciclo de álbum, estamos nisso há anos e Terry
fez parte de dez longos anos. Nós amamos Terry, e não há absolutamente nenhum
sentimento ruim de nenhum dos lados. Nós conversamos. Ele sempre será uma parte
do Evanescence. Não seria o mesmo sem seu envolvimento. Mas, sabe, a vida
acontece. Pessoas crescem. Pessoas mudam. Pessoas trabalham em locais
diferentes. Nós estamos em um novo capítulo agora e é bom as coisas estarem
acordadas de um jeito em que há muito amor. Não houve briga nenhuma."
Amy, como você encontrou Jen?
Jen: "é,
como? (risos)"
Amy: "tenho falado com produtores e
músicos que respeito há um tempo e eu precisava da pessoa certa. Tive uma visão
de que fosse uma guitarrista mulher essa pessoa. Há um pequeno círculo dessas
musicistas fantásticas que deslancharam no rock. É um reduto muito masculino,
se pensa "Que legal, uma garota com uma guitarra!" mas não é bem
sobre a habilidade de ela tocar que falam. Tem tantas mulheres musicistas
talentosas aí fora e se eu tenho a oportunidade de dar um up em alguma, eu
farei isso. Estava em busca de uma delas e achei na Alemanha! Dave Eggar, que
fez a trilha sonora de War Story comigo, me falou sobre Jen. Eles nunca se
viram mas ele viu alguns shows com ela e ficou abismado, tipo "Cara, você
tem que conhecer Jen Majura!" e eu falei "Oh, claro, ela mora na
Alemanha e eu em NY, achei a pessoa perfeita que mora longe o bastante!"
Jen: "Ei, eu poderia viver na Rússia ou na Austrália!"
Amy: "daí nos começamos a falar ao telefone... Quando mesmo?"
Jen: "umas três semanas atrás."
O que Jen traz a banda?
Amy: "Eu adoro a personalidade da Jen! Ela não é só uma grande musicista, há muitos por aí. Jen tem uma energia ótima! Nós realmente nos conectamos. Ela voou para NY umas semanas atrás e nós passamos um tempo ótimo juntas! Foi uma conexão instantânea, cada uma completando as frases uma da outra! Nós fomos a uma loja de guitarras e Jen pegou um violão e começou a tocar e cantar. E isso abre uma nova porta: ela canta! Ter outra voz feminina na banda pela primeira vez - nós poderemos ter backing vocals ao vivo! Será muito divertido quando formos treinar. Estamos todos muitos empolgados, os caras da banda estão muito empolgados. Ela ainda não os conheceu mas estamos conversando por computador."
"Tentei dizer a mim mesmo para ser legal e não uma fangirl." - Jen
Então, Jen, você recebeu uma ligação dizendo "quer fazer parte de uma das maiores bandas do planeta?
Jen: "eu estava tocando guitarra em
casa e de repente chega um email dizendo "VOCÊ ESTÁ INTERESSADA?" e
eu parei de respirar por uns três minutos. Eu não conseguia respirar. Acho que
meu rosto ficou como um Smurf. Eu falei para mim mesma para ficar na boa e não
agir feito uma fã louca, mas era tipo "Oh meu Deus!" No dia seguinte
nós falamos ao telefone e depois em estava em NY."
Teve algum teste pavoroso que nem o bem conhecido do Metallica para entrar na banda?
Amy: "Não, nós não fazemos isso. Jen
sabe tocar, eu já sabia disso. Vi ela tocar. Ela é demais, eu falei pra ela
"não preciso que você faça uma audição, eu sei que você toca! Eu preciso
saber se nós nos conectamos e se nos damos bem juntas". De muitas
maneiras, acho que essa é a parte mais importante. Você tem que saber se vai
conviver bem num banda e se há um nível de conexão mais profundo, pois fazer
música e subir no palco é algo fundo no coração. Você quer uma conexão real com
as pessoas antes de subir no palco e você tem que ser íntimo e estar em
sincronia com todos. Era isso que eu estava procurando e foi isso que achei em
Jen."
Jen: "é uma questão muito grande
quando você sai em turnê e passa muito tempo no palco. Quem iria quer um otário
junto? Ninguém. Eu sabia depois da ligação com Amy que nós nos daríamos bem
juntas."
Vocês tem o primeiro show em Nashville em novembro! Virão a UK em breve?
Amy: "quando começarmos a tocar e
tirarmos três anos de poeira de nós, após o primeiro show, aposto que pensaremos
"Cara, não acredito que já acabou, vamos de novo!" Já avisei ao mundo
que estamos procurando por festivais que vierem no próximo verão. Não estou no momento de fazer grandes
turnês. Tenho um filho de um ano e, sendo honesta, ele é meu foco agora."
É uma pergunta chata de fazer dado que vocês recém se conheceram, mas começaram a trabalhar em material para o novo álbum?
Amy: "ainda não, vamos tentar tocar
juntas primeiro!"
E Jen, você
já aprendeu todas as músicas do Evanescence?
Jen: "Amy perguntou em nossa primeira
conversa ao telefone "Você está familiarizada com a banda, conhece nossa
música?" e eu "Sim, é claro!". Preciso dizer que as músicas do
Evanescence tem estado em minha vida por vários anos e me deu apoio nas horas
difíceis. Posso soar como fangirl, mas é a verdade. A música deles é tão
profunda e emocional, estou muito animada em aprender todas elas. Admito que
comecei a tocar algumas delas e quando vi, havia um grande sorriso em meu
rosto. Amy, que tal tocarmos todas as músicas?!"
Amy: "me pergunto qual a duração que
esse set list teria! Talvez no paraíso minha voz possa durar horas e poderemos
cantar sem água ou intervalo!"
Parece que
vocês estão bem animadas sobre o que o futuro reserva ao Evanescence, logo...
Amy: "estou começando a trabalhar de
uma forma que parece boa, esperançosa e positiva. Estou animada quanto aos
shows da banda e seu futuro!"
Jen: "Eu também! Estou bem empolgada
que vou poder trabalhar com a Amy."




Jen Majura: "Meu telefone não para de tocar"
EMP Rockinvasion entrevistou Jen Majura e a mesma disse estar completamente animada para subir ao palco com o Evanescence e repetiu a mesma respostada dada a sua entrevista ao nosso site (AQUI) quando perguntada como foi sua reação ao entrar na banda: "Eu não podia acreditar nos meus olhos... em dias estava voando para Nova York e me encontrando com Amy Lee"
Ao ser perguntada sobre o que mudou em sua vida ela responde: "Era tudo calmo e de uma hora pra outra o telefone toca trim, trim, trim e minha caixa de email recebe de 1.200 a 1.500 emails por dia, foi ai que me dei conta de ser oficial."
Veja o vídeo completo
VEVO News faz análise sobre Evanescence
Análise do vevo news essa semana foi sobre Evanescence, confira:
SOBRE A CONTA DO EVANESCENCE NA VEVO:
Inscritos: 1.6 Milhão
Visualizações: 697 Milhões.
CURIOSIDADES:
"My Immortal" foi o 7° Vídeo mais visto da semana na categoria "ROCK".
"Bring Me To Life" foi o 8° Vídeo mais visto da semana na categoria "ROCK".
"My Immortal" é o 5° Vídeo mais visto de todos os tempos da categoria "ROCK".
VEVO CERTIFIEDS:
2 VEVO Certifieds, sendo eles.
1. - My Immortal
2. - Bring Me To Life
O vevo certified é dado ao artista quando um vídeo alcança mais de 100 milhões de visualizações no canal.
Próximo VEVO Certified:
Going Under: (57 Milhões de Views)
OS 3 VÍDEOS MAIS VISTOS DO EVANESCENCE:
My Immortal
(220 Milhões de Views Double Certified )
Bring Me To Life(178 Milhões de Views)
Going Under(57 Milhões de Views)
Fonte
SOBRE A CONTA DO EVANESCENCE NA VEVO:
Inscritos: 1.6 Milhão
Visualizações: 697 Milhões.
CURIOSIDADES:
"My Immortal" foi o 7° Vídeo mais visto da semana na categoria "ROCK".
"Bring Me To Life" foi o 8° Vídeo mais visto da semana na categoria "ROCK".
"My Immortal" é o 5° Vídeo mais visto de todos os tempos da categoria "ROCK".
VEVO CERTIFIEDS:
2 VEVO Certifieds, sendo eles.
1. - My Immortal
2. - Bring Me To Life
O vevo certified é dado ao artista quando um vídeo alcança mais de 100 milhões de visualizações no canal.
Próximo VEVO Certified:
Going Under: (57 Milhões de Views)
OS 3 VÍDEOS MAIS VISTOS DO EVANESCENCE:
My Immortal
(220 Milhões de Views Double Certified )
Bring Me To Life(178 Milhões de Views)
Going Under(57 Milhões de Views)
Fonte
[English] Exclusive Interview with the new Evanescence guitarrist Jen Majura
First it is an honor to speak with you , I follow his work with Rage and Knorkator bands and be very surprised with the news that you are the newest member of Evanescence . The fan condition would love to congratulate her and thank her because I'm sure that their entry into the band will add a lot to the world of rock .
Sara Sthefany: When did you decide you wanted to be a professional musician?
Jen Majura: It was always clear to me that I wanna become a musician, I skipped this time of “I wanna become a vet” etc. At the age of 4 I told my parents that I wanna do music, so I started with piano lessons pretty early until at the age of 8 I found my way to guitar, my ever since then leading instrument. By the years I learned several instruments, but guitar is where my home base is.
Sara Sthefany: The guitarist condition , which by the way you have more than talent, has the gift, there is some pressure because you being a woman and stand out in between which is still considered sexist or a man's world?
Jen Majura: The pond of female guitar artists worldwide is a very very small one for sure. And of course it is hard to constantly work in a (let’s be honest here) “male” kind of business. But I don’t wanna run any competitions with either my male or female colleagues. I think Amy Lee is, beside the fact that she’s an extraordinary vocalist and musician in my opinion, one very strong great personality and I am really honored and proud to be working with her and the guys in Evanescence!
Sara Sthefany: In your career , what are the biggest obstacles you faced?
Jen Majura: The lack of time. In times of social media network overkill and all that twitter and media you tube insanity it can be hard to find enough time for the real things in life – like practicing on your instrument for example. (I’d wish for “50 hour-days” hahaha.)
Another fact would be “being a woman” can be beneficial, but also adversely in some points. But all in all I am a very happy person, blessed with loads of good stuff and few obstacles in my life.
Sara Sthefany: Do you have a solo album called Jen Majura I have not heard completely, but the previous it can be concluded that it is a great album . You were part of the production and composition of it? What is your favorite song from his album?
Jen Majura: It took me approximately 1 year to finish the songwriting of my solo album, which for me was a kind of therapy to process with a lot of things that have happened in my life. Each song means a lot to me as it is connected to a story. We recorded it in summer 2013 at Gernhart Studios in Germany, I was blessed to have some good friends joining my album for guest solo appearances (Tobias Kersting (Orden Ogan), Manni Schmidt (Refuge), Marco Wriedt (21Octayne) and many more) The album was produced by me, Dennis Hormes (who also did a lot of great solo work on the album) and Martin Buchwalter (Perzonal War)
On this point I can’t really name a “favourite” tune – all of them are my precious babies J
Sara Sthefany: About Evanescence . It's a huge surprise to be announced a new member and higher still for being an extremely talented and beautiful woman. As soon as I heard the news arrived already loving you hahaha . What is your first reaction upon learning that would be part of the band? You and Amy Lee already knew ?
Jen Majura: I received an email with the request for joining of Evanescence’s management one evening while I was playing and practicing guitar. My reaction? – I couldn’t believe my eyes and I think I stoped breathing for some minutes hahahaha. No words can tell how honored, excited and happy I am!
Few days later I was on my way to New York, to meet up with Amy and we had a splendid time together, laughing, jamming, talking and so on. She is an amazing person and we found more and more things we have in common.
Sara Sthefany: This question is controversial: you will play the guitar only or do backing vocals on Evanescence ?
Jen Majura: Well I would love to do some backing vocals in Evanescence, we will see…
Sara Sthefany: Two women in a world acclaimed rock band. Are you aware that receive much attention from fans and the general public . This type of harassment bother you?
Jen Majura: The fan base of Evanescence worldwide have welcomed me in such a beautiful warm hearted way, that I could never ever think of this as a “harassment”.
Sara Sthefany: What can not miss in your suitcase when you're on tour and why ?
Jen Majura: Stage tape.
Sara Sthefany: With its entry into the Evanescence his facebook page was bombarded with comments from Brazilian fans . All this madness and affection we have for you makes you want to come play in Brazil faster or scare you?
Jen Majura: I can’t wait to finally come to Brazil!!! I have travelled a lot in my career, been to Mexico earlier this year to perform a show and I am so excited to see more of South America and the entire world, especially Brazil is a place I wanted to travel my entire life.
Sara Sthefany: Describe what Evanescence means to you...
Jen Majura: It’s like a dream come true.
Sara Sthefany: I would love you to leave a message to all his fans and fans of the band here in Brazil .
Jen Majura: I just can’t wait to come to your beautiful country and rock the stages together with Amy Lee and the guys for you all! I’m so excited about the future right now. Thank you very much.
Visite for more about Jen :)
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Interview: Sara Sthefany
Photos: Jen personal archive
Entrevista Exclusiva com Jen Majura, nova guitarrista do Evanescence
Forte, direta, doce, divertida, simpática, linda, sensual e extremamente talentosa. São algumas características que se encaixam fácil em Jen Majura, mas acha que por ser tudo isso a vida de rockstar é fácil pra ela? Se engana quem pensa.
Há prós e contras em ser mulher nesse meio underground que ainda é dominado por barbudões, mas é com mulheres assim como Jen, que cada vez mais o sexo feminino ganha credibilidade entre os gigantes do rock. Tive a honra e privilégio de ser a primeira pessoa a entrevistar a nova guitarrista do Evanescence, Jen Majura, que está semana chegou lacrando no fandom e mostrando que tem sim competência para assumir o lugar de Terry Balsamo, diante de sua saída amigável com a banda, e botar pra quebrar nos próximos meses!
Venha conferir essa entrevista exclusiva com a doce Jen Majura, dona das guitarras do Evanescence!!!
Sara Sthefany: Quando você decidiu que queria ser musicista profissional?
Jen Majura: Sempre foi claro para mim que eu queria me tornar uma musicista, eu pulei esta época do "Eu quero ser uma veterinária" etc. Quando eu tinha 4 anos de idade eu disse aos meus pais que eu queria fazer música, então eu comecei com aulas de piano bem cedo até aos 8 anos, então eu encontrei meu caminho para a guitarra, o meu instrumento, desde então principal deles. Ao longo dos anos eu aprendi vários instrumentos, mas a guitarra é onde minha base é.
Sara Sthefany: Na condição de guitarrista e pela forma como você tem mais do que talento, tem o dom, há alguma pressão por você ser uma mulher e se destacar em um meio que ainda é considerado machista ou um "mundo de homens"?
Jen Majura: A gama de artistas de guitarra do sexo feminino em todo o mundo é um muito, muito pequena, com certeza. E é claro que é difícil trabalhar constantemente em um (vamos ser honestos aqui) tipo de negócio de "macho". Mas eu não quero participar de quaisquer competições, quer com homens ou colegas do sexo feminino. Acho que Amy Lee é, pelo fato de ser uma vocalista e música extraordinária na minha opinião, uma influência muito grande e uma personalidade forte e estou muito honrada e orgulhosa de estar trabalhando com ela e os caras do Evanescence!
Sara Sthefany: Em sua carreira, quais são os maiores obstáculos que você enfrentou?
Jen Majura: A falta de tempo. Em tempos de mídias sociais em exagero na rede e tudo o que vemos no Twitter e demais mídias é insanidade total e com isso pode ser difícil encontrar tempo suficiente para as coisas reais na vida - como praticar em seu instrumento, por exemplo. (Eu desejo para "50 horas-dias" hahaha). Outro fato seria "ser mulher" pode ser benéfico, mas também negativamente em alguns pontos. Mas em tudo que faço eu sou uma pessoa muito feliz, e abençoada com cargas de coisas boas independente de alguns obstáculos na minha vida.
Sara Sthefany: Você tem um álbum solo chamado Jen Majura eu ainda não o ouvi completamente, mas pelas prévias pode-se concluir que é um grande álbum. Você era parte da produção e composição do mesmo? Qual é a sua canção favorita de seu álbum?
Jen Majura: Levei cerca de um ano para terminar a composição do meu álbum solo, o que para mim foi uma espécie de terapia, processar um monte de coisas que aconteceram na minha vida. Cada música significa muito para mim e é como ele está conectado a uma história. Gravamos no verão de 2013, no Gernhart Studios na Alemanha, eu fui abençoada por ter alguns bons amigos que integram o meu álbum solo com aparições de convidados (Tobias Kersting (Orden Ogan), Manni Schmidt (Refuge), Marco Wriedt (21Octayne) e muitos mais). O álbum foi produzido por mim, Dennis Hormes (que também fez um monte grande trabalho solo no álbum) e Martin Buchwalter (Perzonal War), sobre este ponto eu realmente não posso nomear uma melodia "favorita" - todos eles são bebês preciosos da Jen.
Sara Sthefany: Sobre Evanescence. É uma grande surpresa ser anunciado um novo membro e maior ainda por ser uma mulher extremamente talentosa e bonita. Assim que li a notícia já cheguei te amando hahaha. Qual foi a sua primeira reação ao saber que seria parte da banda? Você e Amy Lee já se conheciam?
Jen Majura: Eu recebi um e-mail uma noite com o pedido de adesão das gestão do Evanescence, enquanto eu estava tocando e praticando guitarra. Minha reação? - Eu não podia acreditar nos meus olhos e eu acho que parei de respirar por alguns minutos, hahahaha. Não há palavras para dizer como estou honrada, animada e feliz!
Poucos dias depois, eu estava a caminho de Nova York, para se encontrar com Amy e tivemos um excelente tempo juntas, rindo, tocando, conversando e assim por diante. Ela é uma pessoa incrível e encontramos mais e mais coisas que temos em comum.
Sara Sthefany: Esta é uma questão polêmica: você vai somente tocar guitarra ou vai fazer em conjunto backing vocals no Evanescence?
Jen Majura: Bem, eu gostaria de fazer alguns backing vocals no Evanescence, vamos ver ...
Sara Sthefany: Duas mulheres em uma mundialmente aclamada banda de rock. Você está ciente de que receberá muita atenção dos fãs e do público em geral. Este tipo de assédio te incomoda?
Jen Majura: A base de fãs do Evanescence em todo o mundo me acolheu de forma calorosa, de coração, foi muito bonito que eu nunca poderia pensar nisso como um "assédio".
Sara Sthefany: O que não pode faltar na sua mala quando você está em turnê?
Jen Majura: Stage Tape (uma espécie de fita para marcação no palco).
Sara Sthefany: Com a sua entrada no Evanescence sua página no Facebook foi bombardeada com comentários de fãs brasileiros. Toda essa loucura e carinho que temos faz você querer vir tocar no Brasil mais rápido ou te assusta?
Jen Majura: Eu mal posso esperar para finalmente vir ao Brasil !!! Tenho viajado muito em minha carreira, foi para o México no início deste ano para realizar um show e eu estou tão animada para ver mais da América do Sul e de todo o mundo, especialmente o Brasil que é um lugar pra onde eu queria viajar toda a minha vida.
Sara Sthefany? Descreva o que Evanescence significa para você ...
Jen Majura: É como um sonho se tornado realidade.
Sara Sthefany: Eu adoraria que você deixasse uma mensagem para todos seus fãs e os fãs da banda aqui no Brasil.
Jen Majura: Eu apenas mal posso esperar para vir a seu belo país e balançar as coisas junto com Amy Lee e os caras para todos vocês! Estou tão animada sobre o futuro agora. Muito obrigada por essa primeira entrevista =).
Acesse:
Edição e entrevista: Sara Sthefany
Fotos: Divulgação/Arquivo pessoal de Jen Majura





























