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Amy Lee "Me sinto em casa no Brasil"
Para uma banda que virou sucesso mundial na década passada, falar em "nostalgia" pode parecer algo fora de contexto. Ainda assim, é com esse espírito que o Evanescence desembarca no Brasil para uma série de três shows – o primeiro é nesta quinta-feira (20), em Brasília.
Em entrevista ao G1, a vocalista Amy Lee prometeu misturar o repertório antigo, "incluindo músicas que não tocamos há dez anos", com repertório novo. Em meio às novidades, sucessos como "Bring me to life", "My immortal" e "Going under" estão garantidos no setlist.
"Acabamos de fazer uma turnê curta nos Estados Unidos, e eu me senti revigorada. Eu não queria usar o termo 'surpresa', mas é isso, positivamente surpresa. Quando você vai a um show, quer ver energia, gente pulando, e a resposta do artista", afirma.
"Eu me sinto muito em casa com os nossos fãs, e é incrível que haja tantos no Brasil", declara a vocalista da banda.
O último CD de inéditas do Evanescence foi lançado em 2011, e o single lançado há dois meses, "Speak to me", é assinado apenas por Amy. Entre uma coisa e outra, a banda veio ao Rock in Rio, trocou de guitarrista, entrou em hiato, largou a gravadora e voltou aos palcos. Em meio a tudo isso, a líder do grupo diz que a fidelidade do público brasileiro se manteve inalterada.
"Sempre ficamos ansiosos quando o assunto é [voltar ao] Brasil. As pessoas nos tratam muito bem, com muita energia. São os mais barulhentos, os mais malucos, os melhores fãs, até nas redes sociais. Fico muito agradecida pelo apoio e pela admiração, é incrível. Eu não sou daí, não sei, é um tipo diferente de conexão."
O show desta quinta em Brasília marca a estreia da nova turnê mundial, que ainda passa pelo Rio no sábado (22) e por São Paulo no domingo (23), antes de seguir pela América do Sul e pela Europa. Será a primeira "volta ao mundo" de Amy após o nascimento do filho Jack, em 2014. Ao G1, a vocalista falou sobre a experiência de revisitar o repertório e a rotina de rockstar.
"É tudo incrível. Eu ganhei uma nova perspectiva sobre a vida, e sobre o Evanescence. Antes de ter um filho, a banda era minha identificação, tudo era uma emergência, era a maior parte do meu dia. Agora, há tanto na minha vida além do Evanescence. É diferente colocar essa 'roupa' de artista", diz Amy.
A mudança de perspectiva também deve afetar os planos da banda. A cantora diz que a produção de um novo disco com músicas inéditas está no horizonte de possibilidades, mas evita se comprometer com prazos. Durante o hiato do Evanescence, Amy Lee lançou um CD infantil e uma série de covers no YouTube.
"Eu não sei o que aconteceu comigo, mas estou aprendendo a ser multitarefa. Foi revigorante dar um passo para trás e olhar 'o todo'. Dias atrás, me peguei cozinhando, com meu filho no colo, pensando na turnê e resolvendo coisas. Não é algo da minha natureza", brinca.
Nos três álbuns desse tipo lançados pelo Evanescence, Amy Lee aparece como compositora em todas as músicas. Segundo ela, já há material guardado para, pelo menos, dois CDs. Questionada pelo G1 sobre a pressão por novos hits, a cantora se disse "tranquila" e pediu paciência à legião de fãs brasileiros.
"A maior pressão, hoje, vem de mim mesma. Se noto que não estou sendo produtiva, fico deprimida. Mas a produção pode ser em música, em pintura, qualquer coisa. Essa pressão interna é mais forte que a gravadora, a mídia, os fãs. Hoje, eu consigo sentir o apoio dos fãs como um apoio, mesmo, e não como pressão."
Evanescence no BrasilBrasília
Data: 20 de abril (quinta-feira)
Horário: 22h (portões abrem às 20h)
Local: NET Live Brasília (SHTN, Trecho 2, Conjunto 5, Lote A - Asa Norte, Brasília – DF).
Rio de Janeiro
Data: 22 de abril (sábado)
Horário: 19h
Local: Vivo Rio (Av. Infante Dom Henrique, 85 - Flamengo)
São Paulo
Data: 23 de abril (domingo)
Horário: 20h30
Local: Espaço das Américas (R. Tagipuru, 795)
Fonte
Amy Lee: ''Sinto que o Brasil é o número 1.Nós amamos os nossos fãs brasileiros''
O Brasil tem paixão pelo Evanescence. Em quase nenhum país do mundo, a banda mexe tanto com os fãs como por aqui. Talvez por ter embalado a adolescência sombria e gótica de muita gente nos anos 2000, o sucesso ainda seja tanto. A recíproca, garante a vocalista Amy Lee, é verdadeira. “Eu acho que grande parte dos nossos fãs são brasileiros, e sinto que o Brasil é o número 1”, disse a cantora em entrevista ao Correio.
Depois de ter um filho e gravar até um álbum infantil (Dream to much), Amy Lee e a banda voltam agora aos palcos com uma nova turnê (que chega a Brasília no dia 20). “Eu estou muito empolgada, especialmente porque eu não estava muito na estrada, eu estava em casa e muito do meu processo criativo é estar em turnê e em performance”, explica Amy.
Ao contrário do que a roupa preta e o visual gótico do início da carreira poderiam sugerir, a cantora exalou simpatia ao falar ao Correio sobre as mudanças, a banda e a nova rotina.
Evanescence
NET Live. 20 de abril (quinta-feira), às 22h. Ingressos a R$ 280 reais (camarote); R$ 190 (pista premium); R$ 90 (pista). Valores referentes a meia-entrada. Classificação indicativa: não recomendado para menores de 16 anos.
» Entrevista // Amy Lee
O Brasil tem uma paixão por você e pelo Evanescence. Vocês continuam com muitos fãs por aqui. A sua relação com o país e com os brasileiros é mesmo próxima?
Eu não sei nem por onde começar... Eu acho que grande parte dos nossos fãs são brasileiros e sinto que o Brasil é o número 1. Quando eu entro na internet, no Twitter, Facebook, Instagram, pelo menos metade das coisas que eu leio está em português. Nós amamos os nossos fãs brasileiros. É sempre empolgante ter uma turnê na América do Sul, porque nossos fãs são apaixonados, e é sempre uma ocasião especial, porque nós não vamos sempre. Então, quando vamos, é uma grande festa.
Você mudou muito. Gravou um disco infantil, se dedicou a outros projetos. Essas mudanças foram positivas para você?
É muito inspirador para mim ser capaz de fazer muitas coisas diferentes, nos dois últimos anos, especialmente. Eu tive meu filho em 2014 e, na verdade, eu fiz muitas músicas enquanto estava grávida. Lancei um álbum de trilha sonora que não decolou totalmente, mas é muito bom ser capaz de mostrar diferentes lados do que eu posso fazer. Eu acabei de gravar uma música para a trilha sonora de um filme que será lançado logo. Se chama Voices from the stone, é um filme lindo, amo a música e eu mal posso esperar para sair, porque foi muito divertido.
E o Evanescence? Você tem feito coisas novas para a banda?
Eu gravei o álbum infantil no ano passado, como você disse, e foi muito legal trabalhar em família e agora vou lançar músicas solo e também fazer mais shows com o Evanescence. Na verdade, estou começando a ficar criativa com o Evanescence também, eu não sei o que está acontecendo ainda, mas acho que lançarei mais trabalhos. Eu estou me sentindo muito inspirada. Agora, estou trabalhando em diferentes projetos ao mesmo tempo, e é ótimo poder fazer isso.
Quando você escuta os trabalhos antigos, como o Origin, percebe que as mudanças foram uma evolução?
Bom, eu tive que voltar e ouvir tudo começando pelo Origin, recentemente. Na verdade, é muito legal ser capaz de voltar no tempo e ver tudo que eu já fiz naquele período e me sinto muito orgulhosa. Eu, definitivamente, consigo ver minha evolução, como você disse, do começo até o fim e fico muito orgulhosa de estar onde eu estou agora. Quando escuto o Origin, eu penso: “Cara, isso era muito bom”. Mas, na verdade, é mais como: “Uau, eu só estava começando a aprender a fazer música, mas tem alguma coisa bonita nisso também”. Então, sim, eu consigo ver essa evolução e estou orgulhosa dela e ansiosa para o que vem depois.
Você passou um tempo sem fazer shows, longe do palco e da estrada. Como é essa volta?
Na verdade, é bom, muito bom. Eu estou muito empolgada, especialmente porque eu não estava muito na estrada, eu ficava em casa, e muito do meu processo criativo é estar em turnê e em performance. Então, quando nós planejamos uma turnê, não planejamos uma turnê muito longa, porque, como você sabe, preciso ser uma mãe agora e eu realmente gosto de compor nesse intervalo. Quando nós começamos, nós vivíamos na estrada por mais de um ano. Isso é divertido, mas eventualmente fica difícil, fica tedioso e frustrante porque você faz a mesma coisa de novo e de novo. É ótimo que agora nós somos capazes de não ficar em turnê por tanto tempo, mas eu amo estar em turnê.
Fonte:correiobraziliense.com.br
Depois de ter um filho e gravar até um álbum infantil (Dream to much), Amy Lee e a banda voltam agora aos palcos com uma nova turnê (que chega a Brasília no dia 20). “Eu estou muito empolgada, especialmente porque eu não estava muito na estrada, eu estava em casa e muito do meu processo criativo é estar em turnê e em performance”, explica Amy.
Ao contrário do que a roupa preta e o visual gótico do início da carreira poderiam sugerir, a cantora exalou simpatia ao falar ao Correio sobre as mudanças, a banda e a nova rotina.
Evanescence
NET Live. 20 de abril (quinta-feira), às 22h. Ingressos a R$ 280 reais (camarote); R$ 190 (pista premium); R$ 90 (pista). Valores referentes a meia-entrada. Classificação indicativa: não recomendado para menores de 16 anos.
» Entrevista // Amy Lee
O Brasil tem uma paixão por você e pelo Evanescence. Vocês continuam com muitos fãs por aqui. A sua relação com o país e com os brasileiros é mesmo próxima?
Eu não sei nem por onde começar... Eu acho que grande parte dos nossos fãs são brasileiros e sinto que o Brasil é o número 1. Quando eu entro na internet, no Twitter, Facebook, Instagram, pelo menos metade das coisas que eu leio está em português. Nós amamos os nossos fãs brasileiros. É sempre empolgante ter uma turnê na América do Sul, porque nossos fãs são apaixonados, e é sempre uma ocasião especial, porque nós não vamos sempre. Então, quando vamos, é uma grande festa.
Você mudou muito. Gravou um disco infantil, se dedicou a outros projetos. Essas mudanças foram positivas para você?
É muito inspirador para mim ser capaz de fazer muitas coisas diferentes, nos dois últimos anos, especialmente. Eu tive meu filho em 2014 e, na verdade, eu fiz muitas músicas enquanto estava grávida. Lancei um álbum de trilha sonora que não decolou totalmente, mas é muito bom ser capaz de mostrar diferentes lados do que eu posso fazer. Eu acabei de gravar uma música para a trilha sonora de um filme que será lançado logo. Se chama Voices from the stone, é um filme lindo, amo a música e eu mal posso esperar para sair, porque foi muito divertido.
E o Evanescence? Você tem feito coisas novas para a banda?
Eu gravei o álbum infantil no ano passado, como você disse, e foi muito legal trabalhar em família e agora vou lançar músicas solo e também fazer mais shows com o Evanescence. Na verdade, estou começando a ficar criativa com o Evanescence também, eu não sei o que está acontecendo ainda, mas acho que lançarei mais trabalhos. Eu estou me sentindo muito inspirada. Agora, estou trabalhando em diferentes projetos ao mesmo tempo, e é ótimo poder fazer isso.
Quando você escuta os trabalhos antigos, como o Origin, percebe que as mudanças foram uma evolução?
Bom, eu tive que voltar e ouvir tudo começando pelo Origin, recentemente. Na verdade, é muito legal ser capaz de voltar no tempo e ver tudo que eu já fiz naquele período e me sinto muito orgulhosa. Eu, definitivamente, consigo ver minha evolução, como você disse, do começo até o fim e fico muito orgulhosa de estar onde eu estou agora. Quando escuto o Origin, eu penso: “Cara, isso era muito bom”. Mas, na verdade, é mais como: “Uau, eu só estava começando a aprender a fazer música, mas tem alguma coisa bonita nisso também”. Então, sim, eu consigo ver essa evolução e estou orgulhosa dela e ansiosa para o que vem depois.
Você passou um tempo sem fazer shows, longe do palco e da estrada. Como é essa volta?
Na verdade, é bom, muito bom. Eu estou muito empolgada, especialmente porque eu não estava muito na estrada, eu ficava em casa, e muito do meu processo criativo é estar em turnê e em performance. Então, quando nós planejamos uma turnê, não planejamos uma turnê muito longa, porque, como você sabe, preciso ser uma mãe agora e eu realmente gosto de compor nesse intervalo. Quando nós começamos, nós vivíamos na estrada por mais de um ano. Isso é divertido, mas eventualmente fica difícil, fica tedioso e frustrante porque você faz a mesma coisa de novo e de novo. É ótimo que agora nós somos capazes de não ficar em turnê por tanto tempo, mas eu amo estar em turnê.
Fonte:correiobraziliense.com.br
Amy Lee: "Tenho coisas esperando 10 anos para sair!"
Confira os scans da matéria/entrevista que a revista brasileira especializada em metal Roadie Crew em sua edição #218 fez com Amy Lee:
EVANESCENCE: NA ESTRADA E PREPARANDO NOVO ÁLBUM
Não é segredo que a banda americana Evanescence explodiu para o mundo logo no seu primeiro disco, Fallen (2003), fazendo um rock radiofônico que agregava peso e melodia de forma bem particular. Além do carisma da vocalista Amy Lee, o grupo se valeu de hits e do apoio de uma base de fãs muito apegada ao som e à imagem. Prestes a passar pelo Brasil novamente, a vocalista falou com a ROADIE CERW sobre a sua vinda ao país, as experiências pessoais na música e dá pistas sobre o tão aguardado quarto disco de estúdio...
Você pode ler a matéria clicando nas imagens!
Arquivo: coleção pessoal Sara Sthefany (DeusasDoRockTeam)
O Povo: Fortaleza está preparada para receber shows internacionais?
Diante da falta (ainda) de agenda de shows internacionais para 2017, o Vida&Arte avalia os desafios e questiona os potenciais de Fortaleza para receber grandes eventos
O ano já chega ao terceiro mês e, com exceção da apresentação do tenor espanhol José Carreras programada para maio, Fortaleza não tem uma agenda de shows internacionais – a exemplo do que vinha acontecendo nos últimos anos. Principalmente depois de 2013, quando a Arena Castelão recebeu Paul McCartney, a Cidade ganhou força como capital na rota dos grandes eventos. Nos últimos anos passaram por aqui nomes como Elton John, Beyoncé, Maroon 5, Iron Maiden, Scorpions, entre outras atrações. Até agora, porém, 2017 parece não acompanhar o mesmo ritmo.
“A questão de espaço para os shows, que antigamente era um problema, não é mais. O que falta aqui é um festival que possa reunir várias bandas”, avalia o assistente administrativo Diego Mota, 27, que já está com ingressos comprados para o Rock in Rio 2017. Para ele, que ano passado viajou para ver shows do Coldplay e do David Gilmour (ex- Pink Floyd), as produtoras locais precisam ter menos medo de inovar. “Iron Maiden, que é metal, lotou o Castelão na terra do forró. Foi lindo. Vale a pena investirem em shows assim. Não vai faltar público”, aponta.
O gerente de compras Paullo Vasconcelos, 26, – que este ano acompanhará a turnê da banda Evanescence em Brasília, Rio e São Paulo – afirma faltar público em Fortaleza para alguns segmentos da música. “Sou um grande fã do Evanescence, mas não acredito que conseguiríamos lotar um espaço para cinco mil pessoas pagando no mínimo R$ 120 em um ingresso aqui”, lamenta. “Eu acredito muito no potencial de Fortaleza. Acredito que temos estrutura, temos estádios, casas e o famoso espaço do Marina Park. Minha paixão por shows começou com o Ceará Music”, conta, também destacando a necessidade de grandes festivais para facilitar a vinda de bandas “menores”.
“Fortaleza já está firme nessa rota dos grandes shows”, assegura Jean Gomes, diretor financeiro da Arena Castelão. Para ele, o bom funcionamento do estádio é peça-chave para garantir que a Cidade vai seguir recebendo artistas internacionais. “O grande desafio é manter o equipamento vivo, dinamizar e trazer receita. Essa arena multiuso foi projetada para receber ‘n’ tipos de eventos. É completamente modulada para atender públicos de cinco mil a 60 mil pessoas”, afirma. Apesar de ainda não ter nenhuma grande apresentação confirmada este ano, Jean afirma que “dois shows internacionais estão sendo trabalhados”. Sem adiantar muito, ele disse se tratar apenas de bandas de “pop rock”.
“Teremos um bom segundo semestre de shows por aqui, ainda mais porque esse ano tem Rock in Rio e os produtores (cearenses) aproveitam e trazem os shows”, é otimista Livia Holanda, gerente geral do Centro de Eventos. Ela é categórica ao afirmar que a Cidade está firme na rota dos grandes eventos e destaca, entre outros pontos, as opções de voos diretos para a Capital e a proximidade com a Europa. “Tivemos um aumento da malha aérea e da rede hoteleira”, celebra.
Marcelo Rocha, diretor geral da Arte Produções, faz coro. “A Cidade está firmada e consolidada. As produtoras com certeza estão mais seguras para investir”, avalia. Para ele, os eventos recentes atuaram como formadores de plateia para os mais diferentes estilos musicais. “O púbico que comparece aos grandes eventos sempre vem. Acabou se formando essa cultura, criando esse costume e agregando grupos”, aponta.
Na contramão desse avanço apontado por Marcelo, a casa de shows Siará Hall, que recebeu shows de bandas como Megadeth e Motörhead, encerrou mês passado as atividades no endereço fixo em Fortaleza após 12 anos. Por nota, os sócios da empresa responderam apenas que um dos motivos que teria levado ao fechamento da casa de show foi “a dificuldade em manter e obter documentações necessárias para funcionamento, como licenças sonoras, por exemplo. Por funcionar na avenida Washington Soares, área residencial de Fortaleza, o processo é mais burocratizado que o normal”. De acordo com a nota, a empresa será um “centro de eventos e de cultura itinerante”.
Para Marcelo, porém, apesar da existência de problemas de produção, como esse apontado para o fim do Siará Hall, a Cidade “como um todo” já está mais “profissional”. “Fortaleza está pronta pra qualquer tipo de evento. Tanto o setor público quanto o privado estão participando dessa busca pela excelência do serviço”, diz, apontado o ganho recente de espaços como o Centro de Formação Olímpica e o Terminal Marítimo de Passageiros.
Fonte
O ano já chega ao terceiro mês e, com exceção da apresentação do tenor espanhol José Carreras programada para maio, Fortaleza não tem uma agenda de shows internacionais – a exemplo do que vinha acontecendo nos últimos anos. Principalmente depois de 2013, quando a Arena Castelão recebeu Paul McCartney, a Cidade ganhou força como capital na rota dos grandes eventos. Nos últimos anos passaram por aqui nomes como Elton John, Beyoncé, Maroon 5, Iron Maiden, Scorpions, entre outras atrações. Até agora, porém, 2017 parece não acompanhar o mesmo ritmo.
“A questão de espaço para os shows, que antigamente era um problema, não é mais. O que falta aqui é um festival que possa reunir várias bandas”, avalia o assistente administrativo Diego Mota, 27, que já está com ingressos comprados para o Rock in Rio 2017. Para ele, que ano passado viajou para ver shows do Coldplay e do David Gilmour (ex- Pink Floyd), as produtoras locais precisam ter menos medo de inovar. “Iron Maiden, que é metal, lotou o Castelão na terra do forró. Foi lindo. Vale a pena investirem em shows assim. Não vai faltar público”, aponta.
O gerente de compras Paullo Vasconcelos, 26, – que este ano acompanhará a turnê da banda Evanescence em Brasília, Rio e São Paulo – afirma faltar público em Fortaleza para alguns segmentos da música. “Sou um grande fã do Evanescence, mas não acredito que conseguiríamos lotar um espaço para cinco mil pessoas pagando no mínimo R$ 120 em um ingresso aqui”, lamenta. “Eu acredito muito no potencial de Fortaleza. Acredito que temos estrutura, temos estádios, casas e o famoso espaço do Marina Park. Minha paixão por shows começou com o Ceará Music”, conta, também destacando a necessidade de grandes festivais para facilitar a vinda de bandas “menores”.
“Fortaleza já está firme nessa rota dos grandes shows”, assegura Jean Gomes, diretor financeiro da Arena Castelão. Para ele, o bom funcionamento do estádio é peça-chave para garantir que a Cidade vai seguir recebendo artistas internacionais. “O grande desafio é manter o equipamento vivo, dinamizar e trazer receita. Essa arena multiuso foi projetada para receber ‘n’ tipos de eventos. É completamente modulada para atender públicos de cinco mil a 60 mil pessoas”, afirma. Apesar de ainda não ter nenhuma grande apresentação confirmada este ano, Jean afirma que “dois shows internacionais estão sendo trabalhados”. Sem adiantar muito, ele disse se tratar apenas de bandas de “pop rock”.
“Teremos um bom segundo semestre de shows por aqui, ainda mais porque esse ano tem Rock in Rio e os produtores (cearenses) aproveitam e trazem os shows”, é otimista Livia Holanda, gerente geral do Centro de Eventos. Ela é categórica ao afirmar que a Cidade está firme na rota dos grandes eventos e destaca, entre outros pontos, as opções de voos diretos para a Capital e a proximidade com a Europa. “Tivemos um aumento da malha aérea e da rede hoteleira”, celebra.
Marcelo Rocha, diretor geral da Arte Produções, faz coro. “A Cidade está firmada e consolidada. As produtoras com certeza estão mais seguras para investir”, avalia. Para ele, os eventos recentes atuaram como formadores de plateia para os mais diferentes estilos musicais. “O púbico que comparece aos grandes eventos sempre vem. Acabou se formando essa cultura, criando esse costume e agregando grupos”, aponta.
Na contramão desse avanço apontado por Marcelo, a casa de shows Siará Hall, que recebeu shows de bandas como Megadeth e Motörhead, encerrou mês passado as atividades no endereço fixo em Fortaleza após 12 anos. Por nota, os sócios da empresa responderam apenas que um dos motivos que teria levado ao fechamento da casa de show foi “a dificuldade em manter e obter documentações necessárias para funcionamento, como licenças sonoras, por exemplo. Por funcionar na avenida Washington Soares, área residencial de Fortaleza, o processo é mais burocratizado que o normal”. De acordo com a nota, a empresa será um “centro de eventos e de cultura itinerante”.
Para Marcelo, porém, apesar da existência de problemas de produção, como esse apontado para o fim do Siará Hall, a Cidade “como um todo” já está mais “profissional”. “Fortaleza está pronta pra qualquer tipo de evento. Tanto o setor público quanto o privado estão participando dessa busca pela excelência do serviço”, diz, apontado o ganho recente de espaços como o Centro de Formação Olímpica e o Terminal Marítimo de Passageiros.
Fonte
Amy Lee: "Finalmente, não sou a única mulher da banda!"
Confira abaixo a transcrição completa da matéria feita pelo jorna O Estado de São Paulo:
Os gritos dos fãs eram tão altos que invadiam a suíte do hotel em Santa Tereza, no Rio de Janeiro, pela sacada e desconcertavam Amy Lee, vocalista do Evanescence. Na calçada, lá embaixo, um grupo de 10 jovens, entre alguns recém-saídos da infância e outros adolescentes, fazia o que podia para ser escutado pela diva que, naquele dia, horas depois, se apresentaria no Rock in Rio de 2011. Ao mesmo tempo em que tentava responder às questões dos jornalistas posicionados em círculo ao redor dela, a cantora então de 29 anos não conseguia disfarçar o sorriso pelo carinho daquela garotada que chegava aos seus ouvidos.
"Uau, seis anos já se passaram desde aquele dia", surpreende-se a cantora, ao telefone. Depois daquela passagem pelo Brasil, o grupo retornou ao país no ano seguinte, ainda com o disco Evanescence, o terceiro deles, de 2011, debaixo do braço. Aquela foi a última grande turnê do Evanescence até agora, quando o grupo inicia um novo giro mundial com três shows no Brasil.
E Amy Lee está ansiosa para voltar a sentir aquela mesma felicidade provocada pelos fãs da banda em qualquer lugar que passe, embora ela admita que os brasileiros são especialmente calorosos nesse quesito. Depois de pisar no freio para poder dedicar mais tempo ao filho Jack, nascido em 2014, a cantora estava com saudade dos estúdios e dos palcos. No ano passado, inspirada pela maternidade, ela criou algo que chama de "disco de família". Ao lado do pai, John Lee, e das irmãs Carrie e Lori, ela gravou Dream Too Much, uma espécie de álbum para crianças, nos quais leva sua voz de cantora lírica para longe das guitarras pesadas. A família Lee criou versões delicadas, erguidas sobre bases de ukulele, piano e violão, de músicas como Hello Goodbye, dos Beatles, e Rubber Duckie, do programa infantil Vila Sésamo. O trabalho foi lançado com exclusividade na Amazon norte-americana, em setembro de 2016.
Amy Lee, contudo, sentia que era chegado o momento de fazer com que o Evanescence também saísse da inanição. Afinal, os mesmos seis anos que separam aquela entrevista na região central do Rio do novo papo com o jornal "O Estado de s. Paulo" também marcam a última vez que a banda lançou um trabalho inédito. Esse hiato está prestes a acabar, garante ela.
"Sim, estamos gravando novas músicas", conta Amy Lee, sem querer, contudo, revelar muito do trabalho que dará sequência à discografia do grupo, formada por Fallen (2003), The Open Door (2006) e o já citado Evanescence. "Estamos nos sentindo muito energizados como banda de novo. E é ótimo trabalhar em um material inédito, mesmo que ainda não seja o momento de falar muito sobre ele."
No fim do ano passado, foi lançada uma coletânea chamada Ultimate Collection Box Set, em vinil. Ainda não há previsão para a chegada do quarto disco da banda, segundo a cantora, porque as canções novas ainda estão em um estágio embrionário. "Ainda não fomos para o estúdio para gravar. Estamos em uma fase anterior, de criação. Mas, se posso dizer algo, é: estamos muito felizes e leves. Estamos nos sentindo muito bem, tudo tem sido positivo. É claro que se apresentar ao vivo é ótimo, mas poder se sentir criativo de novo é uma sensação incrível."
Amy Lee está particularmente animada para apresentar ao seu público a atual formação da banda. Da turma que fundou o Evanescence, somente a vocalista restou. Atualmente, seguem ao lado dela Tim McCord (baixista desde 2006), Will Hunt (baterista oficializado em 2011), Troy McLawhorn (guitarrista desde 2015, embora já tocasse com o grupo em shows desde 2007) e Jen Majura (guitarrista base, que também ingressou em 2015). A presença de Jen, particularmente, anima a cantora. "Finalmente, não sou a única mulher da banda!"
Amy Lee sabe que depois de tanto tempo sem lançar músicas novas, seus fãs já não são tão jovens quanto aquele barulhento grupo que a recebia em Santa Tereza, mas comemora a passagem do tempo. "Estamos todos mais velhos, mas não penso nisso. Todas aquelas experiências foram ótimas", ela recorda. "Mas, é claro, ficar mais velho faz com que você grite um pouco menos", ela diz e ri.
Evanescence: Banda está em estúdio gravando novo material!
Em entrevista à AOL, no fim do ano passado, Lee disse que tinha planos, mas ainda não iria revelar. “Estamos começando algo novo no Evanescence, mas não é exatamente algo tradicional”, revelou.
A banda lançou a discografia de estúdio completa em um box de vinil, incluindo o disco de demos Origin (2011) e o EP de “canções perdidas” Lost Whispers. Na última turnê, eles adicionaram no set a canção “Take Cover”, que seria uma das músicas do projeto eletrônico que o Evanescence trabalhou em 2010 com o produtor Steve Lillywhite, mas foi rejeitado pela Wind-Up Records, gravadora do grupo na época.
O grupo de Amy Lee vem ao Brasil em abril para três shows: Brasília (20), Rio de Janeiro (22) e São Paulo (23).
Fonte Original
Fonte Traduzida
Evanescence: Preços,horários e mapas dos shows do RJ,SP & DF
EVANESCENCE - SP
Domingo 23 de abril às 20h30
Espaço das Américas
R. Tagipuru, 795
São Paulo-SP
PISTA
Inteira - R$240,00 (Meia R$ 120,00)
PISTA PREMIUM
Inteira - R$380,00 (Meia R$ 190,00)
https://www.ingressorapido.com.br/compra/?id=55262#!/tickets
MAPA
Sábado 22 de abril às 22h00
Vivo Rio
Avenida Infante Dom Henrique, 85
Rio de Janeiro-RJ
BALCÃO
Inteira - R$240,00 (Meia R$ 120,00)
Camarote A
Inteira - R$380,00 (Meia R$ 190,00)
Camarote B
Inteira - R$300 (Meia R$ 150,00)
FRISA
Inteira - R$280,00 (Meia R$ 140,00)
PISTA
Inteira - R$240,00 (Meia R$ 120,00)
Pista VIP
Inteira - R$380,00 (Meia R$ 190,00)
https://www.ingressorapido.com.br/compra/?id=55272#!/tickets
MAPA
EVANESCENCE - DF
Informações
Data: 20 de abril de 2017, quinta-feira, 22h
Abertura dos portões: 20h
Duração aproximada do evento: 2h
Tipo do evento: show
Local: NET Live Brasília (SHTN Trecho 2, Quadra 5, Bloco A).
Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 16 anos.
Informações: (61) / 3306-2030
Valores dos Ingressos
Pista: R$180,00 (inteira), R$90,00 (meia) e R$90 (Promo cliente NET)*
Pista Premium: R$340,00 (inteira), R$170 (meia) e R$170,00 (Promo cliente NET)*
Camarote: R$500,00 (inteira), R$250 (meia) e R$25,00 (Promo cliente NET)*
* Valores dos ingressos sujeitos à alteração de preço sem aviso prévio e cobrança de taxa de conveniência
MAPA
Evanescence: Banda confirma 3 shows no Brasil em abril de 2017
Estamos animados em anunciar que iremos para a América do Sul em abril de 2017 nas datas abaixo.
20/04 Net Live - Brasília, BR
22/04 Vivo Rio - Rio de Janeiro, BR
23/04 Espaço das Américas - São Paulo, BR
Os ingressos vão à venda no dia 20 de dezembro!
http://www.clubeshows.com.br
20/04 Net Live - Brasília, BR
22/04 Vivo Rio - Rio de Janeiro, BR
23/04 Espaço das Américas - São Paulo, BR
Os ingressos vão à venda no dia 20 de dezembro!
http://www.clubeshows.com.br
EVANESCENCE RETORNA AO BRASIL PARA TRÊS SHOWS
A pré-venda para membros Ouro e Diamante do Clube Shows, começa no dia 16/12/2016 as 9:00 horas e a venda ao público no dia 20/12/2016 as 9:00 horas através do site www.poladian.com.br
Depois de um hiato de 4 anos, o Evanescence retorna ao Brasil para três shows, comemorando uma nova fase em sua carreira de enorme sucesso.
Formada em 1995, na cidade de Little Rock (Arkansas) por Amy Lee e Ben Moody, na época com 13 e 14 anos, o Evanescence sempre teve como diferencial, uma sonoridade única.
Como descreveria Amy Lee – “Evanescence significa dissipação ou o desaparecimento como vapor. É uma palavra que a maioria das pessoas nunca escutou, porque nós saímos do nada e nós queremos esse elemento de mistério em nossa música. Acho também que é uma palavra linda, como nossa música”.
Em 1998, a banda lançou seu primeiro EP, com a ajuda dos amigos e futuros integrantes, o baterista Rocky Gray e o baixista Will Boyd. Logo em 1999, o primeiro disco Origin foi lançado, mas foi apenas em 2003 com o álbum Fallen que a banda ganhou reconhecimento internacional ao vender mais de 15 milhões de cópias e receber muitos prêmios, entre eles 2 Grammy Awards.
Tamanho triunfo permitiu ao grupo realizar diversas turnês ao redor do mundo e gravar o DVD Anywhere But Home, mesmo após o impacto da saída de Ben Moody. Com o lançamento em 2006 do disco The Open Door, o Evanescence ampliou ainda mais o número de países por onde passou, vindo a primeira vez ao Brasil em 2007.
Entre 2008 e 2011 foram muitos shows, paradas para projetos solos, projetos pessoais, troca de músicos e finalmente em 2011 a reunião da banda, agora composta por Amy Lee (piano e vocal), Terry Balsamo e Troy McLawhorn (guitarras), Tim McCord (baixo) e pelo Will Hunt(bateria) para gravar o álbum auto intitulado Evanescence produzido por Nick Raskulinecz (Alice in Chains, Deftones), seguido de uma nova turnê em 2012.
Desde então a banda pouco apareceu em público, optando por realizar apenas alguns pequenos shows.
Ao que tudo indica, esta grande banda, com grandes histórias, parece estar hoje em sua melhor fase, emocional e profissional, mais felizes e animados com o início em 2017 de uma nova jornada, que começara pelos shows na América do Sul, incluindo o Brasil.
Em entrevista recente, Amy Lee falou que está preparando algo novo para o Evanescence que poderá “levar a banda a outro caminho”.
Já se sabe que uma das grandes novidades é a nova integrante, Jen Majura, reconhecidamente uma talentosa guitarrista, que certamente somará muito a banda. As outras novidades, os fãs terão que esperar para assistir pessoalmente nas três apresentações da banda no Brasil: Dia 20/Abril no Net Live em Brasília, Dia 22/Abril no Vivo Rio no Rio de Janeiro e Dia 23/Abril no Espaço das Américas em São Paulo.
A pré-venda para membros Ouro e Diamante do Clube Shows, www.clubeshows.com.br, começa no dia 16/12/2016 as 9:00 horas e a venda ao público no dia 20/12/2016 as 9:00 horas através do site www.poladian.com.br
Evanescence: Felipe Neto critica a banda
O mauricinho mais sem noção do pedaço deixou no seu twitter um recadinho fofo para a banda Evanescence, confira agora o LINK e o print do twet deixado pelo nosso amado e inteligente Felipe Neto.
Felipe, corta os pulsos enquanto pratica a segunda opção, seu lindo!!!
Demo Version de If You Don't Mind do Evanescence, Será?
Se parece bastante com o live do RJ, porém, é fácil perceber que a mixagem está bem mais acentuada e o refrão mais firme, alguns disseram que foi versão de garagem, ou simplesmente demo por ser apresentada ao mundo pela primeira vez no Brasil, por via das dúvidas, o aúdio está muito bom, baixe já:
Evanescence: Programa Moita Rock faz uma cobertura interessantíssima sobre o show de POA
"Quem dera todas essas divas (Simone Simons,Tarja Turunen,sharon den adel) cantassem com a vontade e garra de Amy Lee"
Se Liga VM solta vídeo chamada para entrevista com Amy Lee
Confira abaixo o vídeo chamada para as entrevistas do Ceará Music Festival, que vão ao ar sábado as 11:45 no programa Se Liga VM
Rock em Geral: Evanescence: Amy Lee ‘teve a época mais bonita’ no Brasil
O grupo está no Paraguai, e depois a turnê segue pela América Latina e Reino Unido. Ontem, Amy Lee estava atrás de uma bandeira do País, para compor a saia no estilo “Nações Unidas”, usada durante a turnê.
Esta pode ter sido a última oportunidade para os fãs verem o Evanescence tocando ao vivo, uma vez que Amy Lee disse recentemente que a banda pode entrar em um recesso no final dessa turnê. “Eu realmente não tenho certeza do que faremos em seguida”, disse a cantora. Amy também sugeriu que pode se aventurar por uma carreira solo, segundo ela, com músicas “não guiadas por guitarras em volume alto”
Curiosamente, o Evanescence, antes do lançamento do novo álbum, passou por uma parada de cinco anos, no qual o grupo foi todo reformulado.
Esta foi a quarta vinda do grupo ao Brasil, e a maior turnê, que passou por cinco capitais: Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Fortaleza.
Se Liga VM: mais uma foto do entrevistador Daniel Viana com Amy Lee
Dessa vez quem postou mais uma foto de Amy Lee foi o Facebook Oficial do Se Liga FM, confira:
"Entrevistamos com exclusividade, #Evanescence Amy Lee no próximo Sábado no Se Liga. TV Verdes Mares a TV oficial do Ceará Music 2012 =)"
Daniel Viana, entrevistador do Se Liga VM posta outra foto com Amy Lee
Daniel Viana não dispensa elogios quando o assunto é Amy Lee, em seu Facebook, o entrevistador postou uma nova foto com a deusa e seus comentários são os melhores imágináveis e alguns até mesmo engraçados, confira:
"Com exclusividade para o Se Liga VM, neste sábado, direto do Ceará Music 2012: "
"Daniel Viana rsrs é.. a gente se deu bem, pelo menos eu achei. rsrs ela sorriu mto pra mim! grin rolou a vibe! rs
Daniel Viana ela é extremamente elétrica e carismática. me surpreendeu, não imaginava tanto, já que nos clipes ela tá sempre sofrendo."
Daniel Viana ela é extremamente elétrica e carismática. me surpreendeu, não imaginava tanto, já que nos clipes ela tá sempre sofrendo."
Programa Se Liga VM entrevista Amy Lee
Confira abaixo a foto que foi postada no Facebook do entrevistador Daniel Viana, com os seguintes dizeres:
"De perto a energia dela é incrível! Você confere esse bate-papo descontraído no próximo sábado, Se Liga VM ;)"
"De perto a energia dela é incrível! Você confere esse bate-papo descontraído no próximo sábado, Se Liga VM ;)"





















