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Sacrificed: Conheça o novo álbum da banda ''Enraged''
A Sacrificed vem se destacando com seu estilo peculiar no cenário nacional. Peso, riffs, melodias marcantes e um potente vocal feminino são os ingredientes que colocaram a banda, que está na ativa desde 2009, em destaque na mídia nacional e internacional, inclusive eleita como revelação pela revista Roadie crew.
Atualmente a banda trabalha na divulgação de seu segundo CD, ENRAGED
Heavy metal moderno com influência de bandas como Lacuna Coil, Amaranthe, In Flames, Evergrey, Trivium e Killswitch Engage. Vencedora do festival "Fundição Sônica 2009" na cidade de Cataguases. Já excursionou por todo o estado de Minas Gerais e São Paulo, além de compartilhar o palco com grandes nomes do cenário nacional ( Claustrofobia, Shadowside, Bruno Sutter, Rosa Ígnea ) e internacional (Kamelot, Eluveitie, The Agonist, Blaze Bayley e Lacuna Coil).
Sacrificed é formada por Kell Reis (vocal), Diego Oliveira (Guitarras), Sergio Barbieri (Guitarras), Gabriel Fernando (Baixo) e Thales Piassi (bateria).
Tem seu debut CD, The Path of Reflections, lançado pelo selo Shinigami Records e na europa pela Heart of Steel Records.
Atualmente a banda trabalha na divulgação de seu segundo CD, ENRAGED
Heavy metal moderno com influência de bandas como Lacuna Coil, Amaranthe, In Flames, Evergrey, Trivium e Killswitch Engage. Vencedora do festival "Fundição Sônica 2009" na cidade de Cataguases. Já excursionou por todo o estado de Minas Gerais e São Paulo, além de compartilhar o palco com grandes nomes do cenário nacional ( Claustrofobia, Shadowside, Bruno Sutter, Rosa Ígnea ) e internacional (Kamelot, Eluveitie, The Agonist, Blaze Bayley e Lacuna Coil).
Sacrificed é formada por Kell Reis (vocal), Diego Oliveira (Guitarras), Sergio Barbieri (Guitarras), Gabriel Fernando (Baixo) e Thales Piassi (bateria).
Tem seu debut CD, The Path of Reflections, lançado pelo selo Shinigami Records e na europa pela Heart of Steel Records.
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Conheça a banda Fenrir's Scar, e seu novo álbum intitulado!
FENRIR’S SCAR – A FERA ESTÁ SOLTA
Antes de mais nada, vamos situar: Fenrir é um lobo-monstro que, de acordo com a mitologia nórdica, foi acorrentado pelos deuses, conseguiu se livrar e devorou Odin. Só isso. Assim, não é difícil concluir que uma banda que se chama Fenrir’s Scar não esteja fazendo um som tranquilo e sem emoção.
Sim, o nome está correto. É só ouvir o disco de estreia do septeto para concluir que tem uma fera ali. As referências citadas pela banda – Lacuna Coil, Within Temptation, Moonspell etc. – são só isso mesmo: referências. Porque Desireé Rezende (vocais), André Baida (vocais), Vinícius Prado (guitarra), Paulo “Khronny” Victor (guitarra), Gabriel Rezende (baixo), Graziely Maria (teclados) e Ildécio Santos (bateria) conseguiram imprimir identidade própria a cada uma das dez faixas de “Fenrir’s Scar”, o disco, o que faz da sua audição uma experiência única.
O fato de haver dois vocais, um masculino e outro feminino, logo leva a concluir que a banda aposta no esquema “a bela e a fera”. Negativo. Tudo bem, André Baida lança mão dos vocais guturais, mas a voz de Desireé nada tem de operística. Trata-se se uma voz feminina cantando – muito bem, a propósito – rock pesado. Ou seja, são dois cantores de verdade dividindo o microfone. Na dúvida, confira os temas que cada um canta sozinho, “Keep You Close to My Heart” (Desireé) e “Fenri’s Last Howl” (André).
Também se destacam o teclado de Graziely Maria, que não se limita a fazer “camas” para os demais instrumentos, mas é parte fundamental no som do Fenrir’s Scar, e as guitarras de Vinícius Prado e Paulo “Khronny” Victor, que destilam riffs, bases e solos de muito bom gosto.
As composições, todas assinadas por André Baida (uma delas, a já citada “Fenrir’s Last Howl”, em parceria com Rafael Borges), são o ponto alto do trabalho. Criativas, variadas e cativantes, fazem que a experiência de ouvir o disco algo agradável e sempre instigante, já que somos surpreendidos a cada novo tema.
Já as letras, em sua quase totalidade a cargo da vocalista (a exceção é a mesma “Fenrir’s Last Howl”), provam que existe, sim, quem tenha o que dizer no rock pesado nacional.
Faixas como “Beneath the Skin”, com um belo dueto entre André e Desireé, “Caliban”, com um pé no hard rock, “Dark Eyes”, que cria um interessante contraponto entre o peso da cozinha e a suavidade do teclado, e “Downfall”, movida por um riff pesado e grudento, estão entre as mais inspiradas do trabalho – mas “Fenrir’s Scar” é uma obra para se apreciar em sua integridade.
Gravado no estúdio Minster, na cidade de Campinas, o álbum conta com a produção certeira de Fabiano Negri, que deixou tudo claro, nítido, pesado e com aquela sempre bem-vinda dose de sujeira que os subgêneros mais pesados do metal exigem para funcionar bem. Mixagem e masterização ficaram a cargo de Ricardo Palma.
Talvez não exista clichê maior do que recomendar que um disco de rock seja tocado no volume máximo. Mas, neste caso, não deixa de se uma boa ideia. Afinal, a fera está solta. E ela vai rugir no seu ouvido. Esteja preparado, portanto.
Antonio Carlos Monteiro
Jornalista, músico e crítico musical
Links para streaming:
Spotify: https://open.spotify.com/album/0UCnlYGAVi4XfLK7fJcVI1
Deezer: http://www.deezer.com/br/album/49270102
iTunes: https://itunes.apple.com/br/album/fenrirs-scar/id1292106555
Website: www.fenrirsscar.com
Social Media:
https://www.facebook.com/fenriscar
https://www.youtube.com/FenrirsScar
https://twitter.com/fenrirsscar
Antes de mais nada, vamos situar: Fenrir é um lobo-monstro que, de acordo com a mitologia nórdica, foi acorrentado pelos deuses, conseguiu se livrar e devorou Odin. Só isso. Assim, não é difícil concluir que uma banda que se chama Fenrir’s Scar não esteja fazendo um som tranquilo e sem emoção.
Sim, o nome está correto. É só ouvir o disco de estreia do septeto para concluir que tem uma fera ali. As referências citadas pela banda – Lacuna Coil, Within Temptation, Moonspell etc. – são só isso mesmo: referências. Porque Desireé Rezende (vocais), André Baida (vocais), Vinícius Prado (guitarra), Paulo “Khronny” Victor (guitarra), Gabriel Rezende (baixo), Graziely Maria (teclados) e Ildécio Santos (bateria) conseguiram imprimir identidade própria a cada uma das dez faixas de “Fenrir’s Scar”, o disco, o que faz da sua audição uma experiência única.
O fato de haver dois vocais, um masculino e outro feminino, logo leva a concluir que a banda aposta no esquema “a bela e a fera”. Negativo. Tudo bem, André Baida lança mão dos vocais guturais, mas a voz de Desireé nada tem de operística. Trata-se se uma voz feminina cantando – muito bem, a propósito – rock pesado. Ou seja, são dois cantores de verdade dividindo o microfone. Na dúvida, confira os temas que cada um canta sozinho, “Keep You Close to My Heart” (Desireé) e “Fenri’s Last Howl” (André).Também se destacam o teclado de Graziely Maria, que não se limita a fazer “camas” para os demais instrumentos, mas é parte fundamental no som do Fenrir’s Scar, e as guitarras de Vinícius Prado e Paulo “Khronny” Victor, que destilam riffs, bases e solos de muito bom gosto.
As composições, todas assinadas por André Baida (uma delas, a já citada “Fenrir’s Last Howl”, em parceria com Rafael Borges), são o ponto alto do trabalho. Criativas, variadas e cativantes, fazem que a experiência de ouvir o disco algo agradável e sempre instigante, já que somos surpreendidos a cada novo tema.
Já as letras, em sua quase totalidade a cargo da vocalista (a exceção é a mesma “Fenrir’s Last Howl”), provam que existe, sim, quem tenha o que dizer no rock pesado nacional.
Faixas como “Beneath the Skin”, com um belo dueto entre André e Desireé, “Caliban”, com um pé no hard rock, “Dark Eyes”, que cria um interessante contraponto entre o peso da cozinha e a suavidade do teclado, e “Downfall”, movida por um riff pesado e grudento, estão entre as mais inspiradas do trabalho – mas “Fenrir’s Scar” é uma obra para se apreciar em sua integridade.
Gravado no estúdio Minster, na cidade de Campinas, o álbum conta com a produção certeira de Fabiano Negri, que deixou tudo claro, nítido, pesado e com aquela sempre bem-vinda dose de sujeira que os subgêneros mais pesados do metal exigem para funcionar bem. Mixagem e masterização ficaram a cargo de Ricardo Palma.
Talvez não exista clichê maior do que recomendar que um disco de rock seja tocado no volume máximo. Mas, neste caso, não deixa de se uma boa ideia. Afinal, a fera está solta. E ela vai rugir no seu ouvido. Esteja preparado, portanto.
Antonio Carlos Monteiro
Jornalista, músico e crítico musical
Links para streaming:
Spotify: https://open.spotify.com/album/0UCnlYGAVi4XfLK7fJcVI1
Deezer: http://www.deezer.com/br/album/49270102
iTunes: https://itunes.apple.com/br/album/fenrirs-scar/id1292106555
Website: www.fenrirsscar.com
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Metal Brasileiro: Vos apresento Morpheu's Dreams
Que o Brasil é um país repleto de tesouros e preciosidades musicais, não temos dúvidas! Mas ainda assim, ficamos extremamente chocados quando nos deparamos com um trabalho de uma qualidade que nem de longe estamos acostumados a ouvir.
Em tempos de sexualização e poluição sonora, encontramos a paz serena e plena em um som que nos transporta a algo totalmente novo. Ouso dizer que em 28 anos de vida e alguns bons anos de experiência musical, nunca ouvi nada parecido com o que a Morpheu's Dreams trás para o cenário metal nacional e consequentemente internacional.
(Em breve estaremos trazendo uma entrevista com o Christian, contando tudo sobre o álbum What Dreams May Come?”).
Esqueçam os rótulos e entre na maravilhosa terra dos "Sonhos de Morpheu'. Apertem os cintos, e aproveitem a viagem.
Esqueçam os rótulos e entre na maravilhosa terra dos "Sonhos de Morpheu'. Apertem os cintos, e aproveitem a viagem.
Release
Formada originalmente em 1998, é uma banda paulista. Lançou em 2011 o single “Trismegistus”, e, em 2012, o single da música “Lobo-Guará”. Em 31 de Março de 2017 lançam o debut álbum “What Dreams May Come?”.
Influenciada por sonhos, misticismo e também pelas estórias de Neil Gaiman, a banda Morpheus’ Dreams desenvolveu-se com a intenção de trazer uma proposta musical diferente: a fusão entre elementos étnicos e o Heavy Metal. Letras e músicas combinam-se com os elementos linguísticos e musicais das mais diversas culturas, criando um ambiente rico, denso e onírico. Do Flamenco ao Tango, da música brasileira à Árabe, de toda cultura que abraça o mundo, e se entrelaça a riffs marcantes e baterias velozes. Esta é Morpheus’ Dreams, pesada como o Metal, e profunda como um sonho, lugar de onde veio o nome.
What Dreams May Come?
A distribuição do referido trabalho será conduzida pela Voice Music, que englobará tanto as lojas especializadas, quanto MegaStores. Enquanto que a sua versão digital, foi distribuída mundialmente através da CD-Baby. Todo o conceito gráfico foi desenvolvido pelo designer Carlos Fides, que já realizou trabalhos similares para bandas como Almah, Evergrey, Noturnall, entre outras.
>>>>>Baixe a letra de todas as músicas AQUI.<<<<<

Track List:
01. Emeraldine
02. Trismegistus
03. D’arc (The Unburned Heart)
04. Lobo-Guará
05. Shakespeare’s Secret Garden
06. Star of Sophia
07. Ribat da Arrifana
08. The Daughter of The Owls
09. Dream Awake
10. Sob o Sol
11. What Dreams May Come?
O álbum ainda contou com vocais de peso na cena underground brasileira: Fernanda Hay (OverAlive) e Juliana Rossi, respectivamente:
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| Christian Buchhaas – guitarra/violão/backing vocal |
Formação Atual
Christian Buchhaas – guitarra/violão/backing vocal
Paulo Alonso – guitarra
Cast convidado para a gravação do álbum:
Produtor: Marco Nunes
Músicos: Marcell Cardoso (Bateria), Bruno Ladislau (Baixo), Dio Lima (Acordeon e Teclado), Fernanda Hay (Voz), Juliana Rossi (Backing Vocal e Voz) e Alírio Netto (Voz). Também participaram: Ricardo Vignini (Viola Caipira), Alexey Kurkdjian (Violino) e André Zangari (Hurdy Gurdy).
Links
Fotos e Release: Material pessoal da banda, Christian Buchhaas.
Materia e Edição: Sara Ribeiro





