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Rita Lee: "Aprendi mais com os insucessos do que com os êxitos"
Referência incontornável da música brasileira do último meio século, Rita Lee conta as incidências de uma vida e uma carreira invulgarmente preenchidas em "Uma autobiografia", já disponível em Portugal. Ao JN, a artista tece críticas severas ao meio musical dos nossos dias.
Nos livros como na música, Rita Lee pouco deixa por dizer. Direta e mordaz, a grande estrela da música brasileira revisita a sua vida e carreira em "Uma autobiografia", livro que se encontra há dezenas de semanas consecutivas na lista dos mais vendidos no Brasil.
Nesta entrevista concedida por email - Rita Lee tem pavor a andar de avião e não veio a Portugal assistir ao lançamento do seu livro -, zurze o meio artístico de hoje e garante que, mesmo sob a capa de "uma velhinha fofa", continua "a viver em transgressão"
O seu livro tem sido muito elogiado pela franqueza, pouco habitual em obras do género. Pouco ficou por contar da sua vida?
É uma "bio" impressionista onde conto factos que vivi do meu ponto de vista. Depois de escrever, até achei a minha vida um tanto desinteressante...
Esse exercício retrospetivo que teve que fazer foi doloroso?
Foi a minha melhor terapia. À medida que escrevia, os factos sombrios da vida foram exorcizados e os bons comemorados. Faltou contar muitos casos, mas o livro ficaria com mais de 500 páginas.
Agrada-lhe a ideia de o livro poder ser lido como uma História alternativa do Brasil das últimas décadas, devido às referências sociais, culturais e políticas?
A sua visão é generosa por considerar a "bio" como um livro "histórico"... Agradeço.
O que achou do prefácio do Rui Reininho?
Ele se mostrou um tropicalista nato!
O Rui Reininho define a sua "louca vida louca" em cinco palavras: "lúcida, luxuriante, latina, léxica, linda"... É uma boa aproximação?
Reininho me valorizou mais do que mereço, o texto dele me fez inflar o ego.
Escreve no livro que "não é tarde para ser o que eu deveria ter sido". Mesmo com uma vida tão rica, tem sonhos por cumprir?
"I"m very happy but still can"t get no satisfaction", sabe, assim?
Não é saudosista, mas diz ter nascido na era de ouro do pós-guerra. O que lhe desagrada neste tempo atual?
A raça humana anda meio histérica e infantilizada.
Ser estrela rock hoje é comparável com o que era nos anos 60?
Naquela época, antes da internet, havia uma aura mística em cada artista. Hoje, há guetos de fãs clonados regidos por artistas fabricados em série.
Hoje, como escreve, a "mutante virou meditante". Essa capacidade reflexiva faz com que veja o mundo de forma diferente?
Ficar velha é meio tenso, "hay que tener" uma certa dose de sarcasmo e também de leveza para observar o nosso admirável mundo novo.
O que é que a Rita Lee da juventude acharia da Rita Lee de hoje?
Uma velhinha fofa.
No livro, fala mais dos seus insucessos do que êxitos. Foi por modéstia que o fez?
Aprendi muito mais com os meus insucessos do que com os meus êxitos. A minha autocrítica sempre foi cruel demais para que eu ficasse deslumbradinha comigo mesma.
O seu livro encontra-se há dezenas de semanas na liderança nas tabelas de vendas. Estava à espera de tamanha recetividade?
Nem imaginava que a minha vida besta fosse cair nas graças do povo.
Este carinho todo pode ditar um regresso aos palcos ou discos?
Estou feliz com minha vida de aposentada dos palcos. Talvez, se a minha preguiça permitir, possa até pensar em gravar um disquinho novo, pois nunca parei de compor.
Como é que a comunidade artística tem lido o livro?
Para minha surpresa, recebi mensagens de amor de vários colegas que adoraram o livro. Fofos.
O êxito do livro pode fazer com que a sua música chegue ainda mais às novas gerações?
Não faço a menor ideia.
Diz que o pior inimigo da criatividade é o bom senso. Nesse sentido, criar é transgredir?
Hoje, transgressão no meio artístico significa aderir a uma putaria pouco subtil. A mulher misteriosa deu lugar à mulher liquidificador.
É curioso que tenha decidido intitular o livro de "uma autobiografia" em vez de simplesmente "autobiografia". Significa que esta é apenas uma versão possível da sua história?
Não pensei nessa possibilidade, é apenas uma autobiografia escrita de próprio punho e não por um 'ghostwriter'.
Hoje, onde é que encontra a felicidade alguém que fez tanta gente feliz e, além disso, "fui feliz e sabia"?
Pela primeira vez na vida exerço a transgressão de ser apenas uma dona de casa que no momento finaliza um novo livro de contos.
Fonte:jn.pt
Nos livros como na música, Rita Lee pouco deixa por dizer. Direta e mordaz, a grande estrela da música brasileira revisita a sua vida e carreira em "Uma autobiografia", livro que se encontra há dezenas de semanas consecutivas na lista dos mais vendidos no Brasil.
Nesta entrevista concedida por email - Rita Lee tem pavor a andar de avião e não veio a Portugal assistir ao lançamento do seu livro -, zurze o meio artístico de hoje e garante que, mesmo sob a capa de "uma velhinha fofa", continua "a viver em transgressão"
O seu livro tem sido muito elogiado pela franqueza, pouco habitual em obras do género. Pouco ficou por contar da sua vida?
É uma "bio" impressionista onde conto factos que vivi do meu ponto de vista. Depois de escrever, até achei a minha vida um tanto desinteressante...
Esse exercício retrospetivo que teve que fazer foi doloroso?
Foi a minha melhor terapia. À medida que escrevia, os factos sombrios da vida foram exorcizados e os bons comemorados. Faltou contar muitos casos, mas o livro ficaria com mais de 500 páginas.
Agrada-lhe a ideia de o livro poder ser lido como uma História alternativa do Brasil das últimas décadas, devido às referências sociais, culturais e políticas?
A sua visão é generosa por considerar a "bio" como um livro "histórico"... Agradeço.
O que achou do prefácio do Rui Reininho?
Ele se mostrou um tropicalista nato!
O Rui Reininho define a sua "louca vida louca" em cinco palavras: "lúcida, luxuriante, latina, léxica, linda"... É uma boa aproximação?
Reininho me valorizou mais do que mereço, o texto dele me fez inflar o ego.
Escreve no livro que "não é tarde para ser o que eu deveria ter sido". Mesmo com uma vida tão rica, tem sonhos por cumprir?
"I"m very happy but still can"t get no satisfaction", sabe, assim?
Não é saudosista, mas diz ter nascido na era de ouro do pós-guerra. O que lhe desagrada neste tempo atual?
A raça humana anda meio histérica e infantilizada.
Ser estrela rock hoje é comparável com o que era nos anos 60?
Naquela época, antes da internet, havia uma aura mística em cada artista. Hoje, há guetos de fãs clonados regidos por artistas fabricados em série.
Hoje, como escreve, a "mutante virou meditante". Essa capacidade reflexiva faz com que veja o mundo de forma diferente?
Ficar velha é meio tenso, "hay que tener" uma certa dose de sarcasmo e também de leveza para observar o nosso admirável mundo novo.
O que é que a Rita Lee da juventude acharia da Rita Lee de hoje?
Uma velhinha fofa.
No livro, fala mais dos seus insucessos do que êxitos. Foi por modéstia que o fez?
Aprendi muito mais com os meus insucessos do que com os meus êxitos. A minha autocrítica sempre foi cruel demais para que eu ficasse deslumbradinha comigo mesma.
O seu livro encontra-se há dezenas de semanas na liderança nas tabelas de vendas. Estava à espera de tamanha recetividade?
Nem imaginava que a minha vida besta fosse cair nas graças do povo.
Este carinho todo pode ditar um regresso aos palcos ou discos?
Estou feliz com minha vida de aposentada dos palcos. Talvez, se a minha preguiça permitir, possa até pensar em gravar um disquinho novo, pois nunca parei de compor.
Como é que a comunidade artística tem lido o livro?
Para minha surpresa, recebi mensagens de amor de vários colegas que adoraram o livro. Fofos.
O êxito do livro pode fazer com que a sua música chegue ainda mais às novas gerações?
Não faço a menor ideia.
Diz que o pior inimigo da criatividade é o bom senso. Nesse sentido, criar é transgredir?
Hoje, transgressão no meio artístico significa aderir a uma putaria pouco subtil. A mulher misteriosa deu lugar à mulher liquidificador.
É curioso que tenha decidido intitular o livro de "uma autobiografia" em vez de simplesmente "autobiografia". Significa que esta é apenas uma versão possível da sua história?
Não pensei nessa possibilidade, é apenas uma autobiografia escrita de próprio punho e não por um 'ghostwriter'.
Hoje, onde é que encontra a felicidade alguém que fez tanta gente feliz e, além disso, "fui feliz e sabia"?
Pela primeira vez na vida exerço a transgressão de ser apenas uma dona de casa que no momento finaliza um novo livro de contos.
Fonte:jn.pt
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Rita Lee,
Rita Lee: A vida "lôka" de uma ovelha negra do Rock
A autobiografia da cantora e compositora brasileira está cheia de pequenas histórias, muito sentido de humor e alguns ácidos.
Rita Lee já não tem cabelos ruivos. À beira dos 70 anos, a cantora e compositora brasileira mostra, finalmente, o seu cabelo tal como é: cinzento. E, na autobiografia publicada no ano passado no Brasil e que é agora publicada em Portugal, ela mostra muito mais. Sem filtro, sem rancores e também sem grandes preocupações em contar a história como aconteceu mas, antes, como ela a recorda, aqui está Rita Lee, "a lôka" que já foi "doidona, porra-louca, maconheira, droguística, alcoólatra e lisérgica, entre outras virtudes" e hoje se diz "bem-vivida, bem-experimentada, bem-amada, careta, feliz e... bonitinha".
Rita não contratou nenhum autor-fantasma para escrever por si. Escreve com a sua linguagem muito própria e assume que conta o seu "lado da moeda". O fantasma só aparece de vez em quando - aparece mesmo, um fantasma desenhado com uma qualquer correção ou adenda - num toque de humor e autocrítica. Ela escreve em português, em espanhol, em inglês, usa calão e palavrões sempre que necessário. Como se Rita estivesse conversando connosco à mesa do café, contando histórias que metem Caetano Veloso, Gilberto Gil e Tim Maia, os famosos festivais da canção, Elis Regina, João Gilberto e até Eric Clapton ou Alice Cooper.
Antes disso, a história começa com Charles e Chesa, o pai e a mãe a que Rita Lee sempre trata pelos nomes próprios. As memórias da infância são absolutamente deliciosas, com Rita já rebelde (a tal ovelha negra da família), aprontando para todo o mundo e fugindo de casa pela janela para ir tocar bateria nas festinhas da escola. Cresceu sendo fã de Peter Pan, de James Dean, de Elvis e dos Beatles.
"Ozmano" - é assim que Rita Lee se refere a Claudio, Arnaldo e Sérgio Dias Baptista, os manos que estiveram na origem dos Mutantes. As memórias da cantora incluem uma casa não muito asseada e uma embirração desde o primeiro momento com Claudio, o mais velho. Arnaldo sempre foi o seu preferido - chegaram a namorar e até casaram, mas apenas de fachada, para descansar a família. No entanto, as histórias que Rita conta de Loki, como era a sua alcunha, revelam que a amizade não resistiu. Desde os problemas com as assinaturas coletivas das composições até às muitas tentativas de reunião do grupo, que Rita Lee sempre recusou.
"O que eu acho de revivals? Um bando de velhas raposas reunidas no que considero "como descolar uma graninha para pagar nossos geriatras"." Olhando para trás, Rita reconhece que não era grande cantora naquela altura e que a música dos Mutantes não era assim tão boa (e até estranha que sejam considerados cult), e não hesita em dizer que aqueles foram bons tempos mas a sua carreira correu muito melhor sem o resto do grupo. Ainda assim, uma curiosidade: foi com os Mutantes que atuou pela primeira vez em Portugal. Fizeram a primeira parte de um concerto de Edu Lobo no Teatro Villaret, de Raul Solnado, em Lisboa. Talvez alguns ainda se lembrem do apagão provocado nada mais, nada menos do que pela então loira oxigenada.
Em vários momentos, Rita pura e simplesmente admite que não se recorda do que aconteceu. As trips foram muitas. "Não faço a Madalena arrependida com discursinho antidrogas, não me culpo por ter entrado em muitas, eu me orgulho de ter saído de todas." Mas há outros momentos que recorda bem e de que fala com emoção, como o modo como conheceu Roberto de Carvalho, a sua grande paixão desde então, os bons momentos com os filhos e o aborto que fez de uma gravidez extrauterina.
Rita Lee já não tem cabelos ruivos. À beira dos 70 anos, a cantora e compositora brasileira mostra, finalmente, o seu cabelo tal como é: cinzento. E, na autobiografia publicada no ano passado no Brasil e que é agora publicada em Portugal, ela mostra muito mais. Sem filtro, sem rancores e também sem grandes preocupações em contar a história como aconteceu mas, antes, como ela a recorda, aqui está Rita Lee, "a lôka" que já foi "doidona, porra-louca, maconheira, droguística, alcoólatra e lisérgica, entre outras virtudes" e hoje se diz "bem-vivida, bem-experimentada, bem-amada, careta, feliz e... bonitinha".
Rita não contratou nenhum autor-fantasma para escrever por si. Escreve com a sua linguagem muito própria e assume que conta o seu "lado da moeda". O fantasma só aparece de vez em quando - aparece mesmo, um fantasma desenhado com uma qualquer correção ou adenda - num toque de humor e autocrítica. Ela escreve em português, em espanhol, em inglês, usa calão e palavrões sempre que necessário. Como se Rita estivesse conversando connosco à mesa do café, contando histórias que metem Caetano Veloso, Gilberto Gil e Tim Maia, os famosos festivais da canção, Elis Regina, João Gilberto e até Eric Clapton ou Alice Cooper.
Antes disso, a história começa com Charles e Chesa, o pai e a mãe a que Rita Lee sempre trata pelos nomes próprios. As memórias da infância são absolutamente deliciosas, com Rita já rebelde (a tal ovelha negra da família), aprontando para todo o mundo e fugindo de casa pela janela para ir tocar bateria nas festinhas da escola. Cresceu sendo fã de Peter Pan, de James Dean, de Elvis e dos Beatles.
"Ozmano" - é assim que Rita Lee se refere a Claudio, Arnaldo e Sérgio Dias Baptista, os manos que estiveram na origem dos Mutantes. As memórias da cantora incluem uma casa não muito asseada e uma embirração desde o primeiro momento com Claudio, o mais velho. Arnaldo sempre foi o seu preferido - chegaram a namorar e até casaram, mas apenas de fachada, para descansar a família. No entanto, as histórias que Rita conta de Loki, como era a sua alcunha, revelam que a amizade não resistiu. Desde os problemas com as assinaturas coletivas das composições até às muitas tentativas de reunião do grupo, que Rita Lee sempre recusou.
"O que eu acho de revivals? Um bando de velhas raposas reunidas no que considero "como descolar uma graninha para pagar nossos geriatras"." Olhando para trás, Rita reconhece que não era grande cantora naquela altura e que a música dos Mutantes não era assim tão boa (e até estranha que sejam considerados cult), e não hesita em dizer que aqueles foram bons tempos mas a sua carreira correu muito melhor sem o resto do grupo. Ainda assim, uma curiosidade: foi com os Mutantes que atuou pela primeira vez em Portugal. Fizeram a primeira parte de um concerto de Edu Lobo no Teatro Villaret, de Raul Solnado, em Lisboa. Talvez alguns ainda se lembrem do apagão provocado nada mais, nada menos do que pela então loira oxigenada.
Em vários momentos, Rita pura e simplesmente admite que não se recorda do que aconteceu. As trips foram muitas. "Não faço a Madalena arrependida com discursinho antidrogas, não me culpo por ter entrado em muitas, eu me orgulho de ter saído de todas." Mas há outros momentos que recorda bem e de que fala com emoção, como o modo como conheceu Roberto de Carvalho, a sua grande paixão desde então, os bons momentos com os filhos e o aborto que fez de uma gravidez extrauterina.
Mania de Você, Lança-Perfume, Jardins da Babilônia, Doce Vampiro, Baila Comigo, Desculpe O Auê, Flagra, qualquer um conhece uma mão cheia de canções de Rita Lee, aquela que lutou contra o machismo no rock e que, mesmo sem o cabelo vermelho, continua a ser fogo e a ter tempo para compor "umas musiquinhas". Termina o livro dizendo-se feliz e mais: "A sorte de ter sido quem sou, de estar onde estou, não é nada se comparada ao meu maior gol: sim, acho que fiz um monte de gente feliz".
Uma autobiografia
Rita Lee
Prefácio de Rui Reininho
Editora Contraponto
PVP: 15,93 eurosTag :
Rita Lee,
Rita Lee: Cantora aparece platinada e ''fichada pela polícia'' em capa de biografia!
Rita Lee, que andava muito sumida, compartilhou em suas redes sociais nesta sexta-feira (7) a imagem da contracapa de sua biografia. A cantora assinou contrato com a Globo Livros e está preparando "Rita Lee - uma autobiografia", que será lançado no final de outubro com histórias e revelações sobre sua vida. Na foto, Rita aparece com uma plaquinha como se estivesse sendo fichada na polícia.
Rita já havia mostrado também a capa do livro, em que aparece o único RG feito pela cantora, no qual ela pintou com canetinha vermelha seus cabelos da foto do documento
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Rita Lee,
O Globo: Rita Lee faz participação como vilão alienígena em série brasileira!
![]() |
| Rita Lee como o alien Grão Mestre e Chanceller, em "Manual para se defender de aliens, ninjas e zumbis" |
SÃO PAULO - Avessa às badalações e longe do radar da imprensa, Rita Lee declarou recentemente que "paga para não sair de casa". Mas não resistiu ao convite de André Moraes, diretor de "Manual para se defender de aliens, ninjas e zumbis", para fazer uma participação no novo seriado nacional da Warner Channel. A cantora e compositora de sucessos como “Mania de você” e “Lança-perfume” faz uma participação especial, como um dos principais vilões da história: o alien Grão Mestre e Chanceller. A estreia está prevista para o fim do segundo semestre.
Moraes ofereceu a Rita um papel maior, da avó de um dos protagonistas. Mas justamente porque prefere ficar reclusa preferiu uma parte menor e mais significativa. Na história, três amigos se unem para combater a ameaça de uma aliança entre aliens, ninjas e zumbis para conquistar o planeta Terra e escravizar a raça humana.
Paga pra não sair de casa. Eles queriam dar uma participação. Avó da personagem principal, que ficou com a Jandira Martins. Michel Joelsas ("Que horas ela volta?"), Daphne Bozaski ("Experimentos extraordinários) e Thalles Cabral ("Amor à vida") contam com a ajuda de André Abujamra, como o mestre da resistência humana, e do manual que dá título ao programa.
Com 13 episódios, a série foi gravada em locações de São Paulo, entre maio e julho deste ano. Rita gravou sua participação no início de julho, no topo do prédio da Câmara Municipal de São Paulo.
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